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	<title>Ricardo Martins &#187; Segurança</title>
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	<description>Computação &#38; Tecnologia</description>
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		<title>Proteja seu pendrive</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 15:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[pendrive]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro bizu interessante que encontrei no MenteBinária. Trata-se de um pequeno utilitário criado em VBScript para proteger seu pendrive contra vírus, worms e outras pragas. Recursos: - Não precisa de instalação. - Desabilita auto-reprodução em unidades removíves, com excessão de CDs e DVDs. - Antivírus integrado que detecta e remove indícios de vírus em mídias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro bizu interessante que encontrei no <a href="http://www.mentebinaria.com.br/" target="_blank">MenteBinária</a>. Trata-se de um pequeno utilitário criado em VBScript para proteger seu pendrive contra vírus, worms e outras pragas.<span id="more-2589"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox" href="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2011/01/usbforce.png"><img class="size-full wp-image-2591 aligncenter" title="usbforce" src="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2011/01/usbforce.png" alt="" width="487" height="259" /></a></p>
<p>Recursos:</p>
<p>- Não precisa de instalação.<br />
- Desabilita auto-reprodução em unidades removíves, com excessão de CDs e DVDs.<br />
- Antivírus integrado que detecta e remove indícios de vírus em mídias removíveis.<br />
- Log detalhado de ações.<br />
- Checagem por novas versões automática, pela web.<br />
- Permite voltar a qualquer momento para o estado anterior do sistema (sem a proteção do USBForce instalada).<br />
- Software livre, licenciado sob a GPL.</p>
<p>Download: <a href="http://www.superdownloads.com.br/download/57/usbforce/" target="_blank">http://superd.com.br/75456</a></p>
<p>Página do projeto: <a href="http://sourceforge.net/projects/usbforce" target="_blank">http://sourceforge.net/projects/usbforce</a></p>
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		<title>Proteja seus filhos também na internet</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2010/10/30/proteja-seus-filhos-tambem-na-internet/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 20:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[windows-client]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje tive a curiosidade de instalar o &#8220;Windows Live Proteção Para a Família&#8221; e achei uma ferramenta sensacional! Com ele você consegue gerenciar quais usuários da máquina terão a filtragem de sites habilitada, qual tipo de filtragem será definida, quais usuários irão gerar um relatório de sites acessados que serão enviados para o usuário definido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox" href="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2010/10/iconsafety.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2238" title="iconsafety" src="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2010/10/iconsafety.png" alt="" width="110" height="104" /></a>Hoje tive a curiosidade de instalar o &#8220;Windows Live <span class="bbli">Proteção</span> Para a Família&#8221; e achei uma ferramenta sensacional!</p>
<p><span id="more-2232"></span></p>
<p>Com ele você consegue gerenciar quais usuários da máquina terão a filtragem de sites habilitada, qual tipo de filtragem será definida, quais usuários irão gerar um relatório de <span class="bbli">sites</span> acessados que serão enviados para o usuário definido como &#8220;adminsitrador&#8221; por e-mail, gerenciamento de contatos do MSN Messenger, enfim, é uma ferramenta completa para monitorar o uso da internet em sua casa.</p>
<p>É um<span class="bbli">software</span> gratuito e bem fácil de utitlizar. Se você é pai, e quer ter um controle melhor sobre o que eles andam fazendo na internet, esta é sem dúvidas uma excelente ferramenta que vai te ajudar bastante. É bem simples de configurar e você com certeza ficará mais tranquilo enquanto seus filhos estiverem na internet.</p>
<p>Depois de instalado, fica um ícone na barra te tarefas, onde você pode acessar para alterar configurações. A tela é similar a esta:</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2010/10/ProtecaoFamilia.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2234" title="ProtecaoFamilia" src="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2010/10/ProtecaoFamilia.png" alt="" width="728" height="499" /></a></p>
<p>Quando um site é bloqueado, é exibida uma mensagem como a mostrada abaixo, onde o usuário é informado que o acesso foi bloqueado e sugere que que solicite acesso ao adminsitrador para ter acesso ao site em questão. Veja:</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2010/10/bloqueio.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2235" title="bloqueio" src="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2010/10/bloqueio.png" alt="" width="884" height="552" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A imagem acima é do Internet Explorer, mas testei também no Firefox e funciona sem problemas.</p>
<p style="text-align: left;">Se você quiser conhecer também, no link abaixo tem um tutorial da instalação:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.microsoft.com/brasil/protect/products/family/onecarefamilysafety.mspx" target="_blank">http://www.microsoft.com/brasil/protect/products/family/onecarefamilysafety.mspx</a></p>
<p style="text-align: left;">Abaixo alguns links interessantes:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.navegueprotegido.com.br/" target="_blank">http://www.navegueprotegido.com.br/</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.internetsegura.org/" target="_blank">http://www.internetsegura.org/</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.censura.com.br/" target="_blank">http://www.censura.com.br/</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.safernet.org.br/site/" target="_blank">http://www.safernet.org.br/site/</a></p>
<p style="text-align: left;">Até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sniffer Spoofing: Ataques Monitorados</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/12/10/sniffer-spoofing-ataques-monitorados/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 13:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Networking]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste post, irei iniciar uma série de artigos relacionados à segurança de redes. Para iniciar, escolhí este tema. O que são os ataques monitorados? Os ataques por monitoração são baseados em softwares de monitoração de rede conhecido como &#8220;sniffer&#8221;, instalado sorrateiramente pelos invasores. O sniffer grava os primeiros 128 bytes de cada sessão login, telnet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste post, irei iniciar uma série de artigos relacionados à segurança de redes. Para iniciar, escolhí este tema.</p>
<p><strong>O que são os ataques monitorados?</strong></p>
<p>Os ataques por monitoração são baseados em softwares de monitoração de rede conhecido como &#8220;sniffer&#8221;, instalado sorrateiramente pelos invasores.</p>
<p><span id="more-1826"></span></p>
<p>O sniffer grava os primeiros 128 bytes de cada sessão login, telnet e FTP session vista naquele segmento de rede local, comprometendo TODO o tráefgo de/para qualquer máquina naquele segmento, bem como o tráfego que passar por aquele segmento.</p>
<p>Os dados capturados incluem o nome do host destino, o username e o password. A informação é gravada em um arquivo posteriormente recuperado pelo invasor para ter acesso a outras máquinas.</p>
<p>Em muitos casos os invasores obtêm acesso inicial aos sistemas usando uma das seguintes técnicas:</p>
<ul>
<li>Obtêm o arquivo de passwords via TFTP em sistemas impropriamente configurados;</li>
<li>obtêm o arquivo de password de sistemas rodando versões inseguras do NIS;</li>
<li>Obtêm acesso ao sistema de arquivos local via pontos exportados para montagem com NFS, sem restrições;</li>
<li>usam um nome de login e password capturada por um sniffer rodando em outro sistema.</li>
</ul>
<p>Uma vez no sistema, os invasores obtêm privilégios de root explorando vulnerabilidades conhecidas, tal como rdist, Sun Sparc integer division e arquivos utmp passíveis de escrita por todo mundo ou usando uma password de root capturada.</p>
<p>Eles então instalam o software sniffer, registrando a informação capturada num arquivo invisível. Adicionalemtne , eles instalam cavalos de tróia em substituição dentre os seguintes arquivos do sistema, para ocultar sua presença:</p>
<p>/bin/login</p>
<p>/usr/etc/in.telnetd</p>
<p>/usr/kvm/ps</p>
<p>/usr/ucb/netstat</p>
<p><strong>O que é Spoofing?</strong></p>
<p>Certamente a fase que mais ouvimosde nossos pais quando somos criança &#8211; depois de &#8220;não faça isso&#8221; ou &#8220;não faça aquilo&#8221; é claro é: &#8220;não converse com estranhos&#8221;. Isso porque pessoas desconhecidas podem ter más intenções, ou querer se aproveitar de nós.</p>
<p>Num mundo de insegurança e guerras como o de hoje, confiar em quem conhecemos já é uma grande aventura, em quem nunca vimos então, é pedir demais.</p>
<p>Em networking (internet, ethernet, etc.), isso também acontece. Várias comunicações entre computadores se baseiam nesse princípio de &#8220;trusted hosts&#8221;, ou seja, &#8220;parceiros confiáveis&#8221;. Os computadores se comunicam sem a necessidade de uma constante verificação de autenticidade ente eles. Em certos sistemas, com a intenção de obter um melhor nível de segurança, o servidor de rede só libera a utilização de certos serviços a um número restrito e autenticado de usuários, que não são &#8220;estranhos&#8221; para ele. O método encontrado para furar este esquema é o de falsificar o remetente dos pacotes de dados que viajam na rede. Essa técnica é conhecida por spoofing.</p>
<p>Disfarce, é basicamente isto que o spoof faz. O ataque acontece quando o invasor fabrica um pacote contendo um falso endereço de origem, fazendo com que o host atacado acredite que a conexão está vindo de um outro local, geralmente se passando por um host que tem permissão para se conectar a outra máquina. Fica mais fácil com esse esquema:</p>
<blockquote><p>Acesso confiável</p>
<p>Servidor 1 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Servidor2</p>
<p>O invasor irá dizer ao Servidor 2 que seu DNS/IP é o do Servidor 1, tornando possível a conexão;</p>
<p>&#8220;Por que eu não ouví meus pais?&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Vulnerabilidade</strong></p>
<p>Esse método de ataque funciona porque os serviços de confiança das redes se baseiam apenas na autenticação de endereços. Como o IP pode ser facilmente mascarado, não há muito problema em aplicar essa técnica.</p>
<blockquote><p>Todos os sistemas operacionais com TCP/IP podem ser vulneráveis a um spoofing. Mas MAC rodando A/UX e PCs rodando Linux podem estar vulneráveis sob certas circunstâncias: se estiverem utilizando o X-Window System, Serviços Remotos (R Services), ou algum tipo de NFS mal configurado.</p></blockquote>
<p>A primeira etapa de um ataque por spoof é identificar duas máquinas de destino. Uma vez identificadas, o invasor tentará estabelecer uma conexão com o Servidor 2 de forma que ele acredite que ela vem do Servidor 1, quando na verdade vem de sua própria máquina, chamada de X. Isso é feito através da criação de um pacote falso (criado em X, mas com endereço do Servidor 1) solicitando conexão com o Servidor 2.</p>
<p>Depois de receber esse pacote, o Servidor 2 responderá com um pacote semelhante, que reconhece a solicitação e estabelece números de sequência. Essa é a parte mais trabalhosa do ataque, pois é preciso adivinhar o número de sequência que o servidor está esperando. Além disso, é preciso impedir que o pacote do Servidor 2 chegue até o Servidor 1.</p>
<p>Se isso acontecesse, o Servidor 1 negaria a conexão e o ataque falharia. Para isso, o invasor envia diversos pacotes a primeira vez para esgotar sua capacidade e impedir que ele responda a segunda vez. Uma vez que essa operação tenha chegado ao fim, a falsa conexão poderá acontecer.</p>
<p><strong>A preparação do spoofing.</strong></p>
<p>O spoofing só funciona se todas as máquinas participantes utilizem o FULL TCP/IP, esse ataque exige que os servidores rsh e rlogin e rexec estejam em execução no momento em que o IPSpoofing for realizado.</p>
<p>O Unix e suas variantes, como o Linux, oferecem estes serviços nativos no sistema operacional. Já o Windows não conta con nenhum destes serviços. Sendo assim, você deve utilizar o Linux em suas redes locais enquanto estiver experimentando o IPSpoofing.</p>
<p>Pode-se verificar se esses serviços estão disponíveis através de uma varredura de portas na máquina-alvo com os serviços:</p>
<p>512 &#8211; rexec</p>
<p>513 &#8211; rlogin</p>
<p>514 &#8211; rsh</p>
<p>Pode-se fazer esta varredura com o Nmap -<a href="http://nmap.org/" target="_blank"> http://nmap.org/</a></p>
<p>A sintaxe para utilização da varredura é</p>
<p><code>Nmap -O -p512-515 IP_DA_MAQUINA</code></p>
<p>Após o parâmetro -p, informe a porta a ser verificada. Já o parâmetro -O identifica o sistema operacional da máquina-alvo. Se for Windows, o IP não será usado neste método de ataque. Certamente não será possível realizar o spoofing através desta máquina. Um raro caso em que o Windows é mais seguro.</p>
<p>No caso de computadores que rodam Linux, ele identifica (com sucesso, na maioria das vezes) até mesmo a versão do kernel que está em operação. No entanto, um servidor bem configurado certamente irá identificar o IP de uma suposta invasão durante esse processo. Para evitar que isso aconteça, os hackers costumam usar os parâmetros -f durante o uso do nmap, de forma que o cabeçalho do endereço IP e os pacotes venham fragmentados, o que pode ser muito útil para que o hacker passe despercebido na hora de analisar um sistema.</p>
<p><strong>Tipos de Ataque Spoofing</strong></p>
<p>Os tipos de ataque que utilizam a técnica de spoofing mais conhecidos são:</p>
<ul>
<li>IP Spoofing</li>
<li>ARP Spooging</li>
<li>DNS Spoofing</li>
</ul>
<p>- Arp Spoofing</p>
<p>Essa técnica é uma variação do ip spoofing, que se aproveita do mesmo tipo de vulnerabilidade, diferenciando apenas porque se faz na autenticação ARP, apesar de também ser address-based utiliza o endereço MAC (Media Access Control) ou o endereço físico do dispositivo, geralmente uma placa de rede.</p>
<p>- DNS Spoofing</p>
<p>Técnica muito simples, não requer grandes conhecimentos do TCP/IP. Consistem em alterar as tabelas de mapeamento de hostname-ipaddress dos servidores DNS, ou seja, seus registros do tipo host, de maneira que os servidores, ao serem perguntados pelos seus clientes sobre um hostname qualquer, informem o ip errado, ou seja, o do host que está aplicando o DNS spoofing.</p>
<p><strong>Como a máquina alvo é derrubada</strong></p>
<p>Isso pode ser feito através de várias maneiras, mas uma das mais utilizadas é o DoS (Denial of Service 0 Negação de Serviços). Este método consiste em sobrecarregar o computador alvo até que ele pare de responder. Por incrível que pareça esta é a parte mais complicada de todo o procedimento de spoofing. Uma vez que a máquina-alvo for retirada do ar fica fácil assumir seu enderço IP.</p>
<p>Uma das funções do DoS mais utilizadas é o smurf. Nesta técnica o invasor envia uma solicitação de ping em broadcast para a rede que será atacada.  Nesse caso o que vale mesmo é a largura de banda, que precisa ser maior do que a da máquina-alvo. Por esse motivo, dificilmente  um smurf parte de um único computador. Geralmente este procedimento necessita de um grupo de atacantes para concretizar a derrubada da máquina-alvo. Nem sempre um invasor dispõe de tanta ajuda assim para realizar um ataque. Para isto, utilizam-se de worms.</p>
<p><strong>Mas o que são worms?</strong></p>
<p>Os worms são pragas com código malicioso que se auto-propagam pela internet e adicionam entradas nos registros do Windows de usuários. Eles são transmitidos via e-mail, redes peer-to-peer, arquivos compartilhados infectados, messengers, etc. Tais oragas tiram proveito de backdoors e falhas de segurança em clientes de e-mail e sistemas operacionais para se multiplicarem pela internet.</p>
<p>Dentre as diversas formas de uso, no caso do smurf é utilizado da seguinte maneira: São espalhados pela internet, com instuções para dispararem comandos de ping em uma data e hora específica, realizando um ping em broadcast para a máquina-alvo, com o intuito de derrubá-la.</p>
<p>Outra técnica muito utilizada é o ataque pelo protocolo ICMP, que possui a vantagem em relação aos outros: não precisar de nenhum tipo de programação complexa. Através do Linux, em modo texto, é possível tirar uma máquina do ar com a linha de comando:</p>
<p><code>ping -t-l 1024 ENDEREÇO_IP</code></p>
<p><strong>O ataque</strong></p>
<p>A etapa mais difícil de ser realizada é a derrubada do alvo, uma vez que o IP da estação-alvo para de responder, é só rodar um programa que muda o endereço de sua requisição. Um exemplo desse tipo de software pe o Hijack.</p>
<p>Para utilizá-lo basta compilar o programa. É necessário que você tenha um compilador C (como o gcc, por exemplo) instalado em seu Linux. Confira agora como compilar:</p>
<p><strong>gcc -o hijack hijack.c</strong></p>
<p>Depois de fazer experiências de teste com o hijack, use o comando:</p>
<p><strong>hijack host_confiável 23 endereço_alvo</strong></p>
<p style="text-align: left;">Neste caso o host_confiável nada mais é do que o endereço que foi derrubado. Já o numero 23, que aparece logo em seguida, é a porta Telnet. Ela é necessária para que o IPSpoofing seja realizada com sucesso. Por fim o endereço-alvo é o IP do computador que será invadido.</p>
<p style="text-align: left;">Sendo assim, tudo o que o invasor precisa fazer é alterar as configurações deste comando para os dados referentes a máquina-alvo, e pronto: o spoofing está feito.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Como se proteger:</strong></p>
<p style="text-align: left;">O procedimento de IP Spoofing é bastante complexo e pode causar muitos problemas aos administradores de sistema. Por isso é altamente recomendável que você proteja a sua rede antes que ocorra algum ataque.</p>
<p style="text-align: left;">Não existe uma solução definitiva que proteja esse tipo de ataque, pois o IP Spoofingé uma característica do TCP/IP. Tudo que ela faz é se utilizar dos recursos deste protocolo e enganar a máquina com a qual o invasor está realizando a troca de pacotes.</p>
<p style="text-align: left;">Podemos mencionar duas soluções que podem ser muito úteis para que isso não aconteça. A primeira delas é não utilizar os serviços rexec, rlogin e rsh, exceto se forem extremamente necessários.</p>
<p style="text-align: left;">Ssses serviços geralmente não são utilizados, pois facilitam invasões. Se esses serviços realmente forem necessários, implante uma política de segurança eficiente com o auxílio de uma ferramenta criada especificamente para esse propósito, as IDS (Intrusion Detection System &#8211; Sistema de Detecção de Intrusos). Você pode saber mais sobre estes sitemas no site <a href="http://www.snort.org">www.snort.org</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Links para utilitários de spoofing</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://insecure.org/sploits/ttcp.spoofing.problem.html">http://insecure.org/sploits/ttcp.spoofing.problem.html</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.deter.com/unix/">http://www.deter.com/unix/</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://all.net/">http://all.net/</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.unixcities.com/dos-attack/index1.html">http://www.unixcities.com/dos-attack/index1.html</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.rnp.br/newsgen/0003/ddos.html">http://www.rnp.br/newsgen/0003/ddos.html</a></p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Microsoft lança novo anti-malware gratuito</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/09/30/microsoft-lanca-novo-anti-malware-gratuito/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 10:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 29 de Setembro a Microsoft comunicou o lançamento oficial do novo anti-malware para consumidores finais.  O Microsoft Security Essentials é uma solução gratuita de anti-malware disponível para clientes com Windows Original (XP, Vista e Windows 7). O produto protege sistemas contra várias ameaças como vírus, spywares, rootkits e trojans. A versão em português [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">No dia 29 de Setembro a Microsoft comunicou o lançamento oficial do novo anti-malware para consumidores finais.  O Microsoft Security Essentials é uma solução gratuita de anti-malware disponível para clientes com Windows Original (XP, Vista e Windows 7). O produto protege sistemas contra várias ameaças como vírus, spywares, rootkits e trojans. A versão em português já está disponível, faça o download hoje mesmo em <a href="https://www.microsoft.com/security_essentials/">https://www.microsoft.com/security_essentials/</a></p>
<p><span id="more-1752"></span></p>
<p style="text-align: left;">
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		<item>
		<title>Novo site da Microsoft oferece informações sobre segurança online</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/09/09/novo-site-da-microsoft-oferece-informacoes-sobre-seguranca-online/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 12:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo site Microsoft Online Safety mantém os pais, professores e crianças em dia com as últimas novidades em segurança on-line e dicas. Veja vídeos e interaja com os outras pessoas que estão preocupadas com a segurança online. Obtenha conselhos sobre como proteger-se contra fraudes, como proteger os dados em seu PC e muito mais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1698 alignleft" title="Sept09_Newsletter_Hero" src="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2009/09/Sept09_Newsletter_Hero.jpg" alt="Sept09_Newsletter_Hero" width="150" height="150" />O novo site <a href="http://www.microsoft.com/protect/" target="_blank">Microsoft Online Safety</a> mantém os pais, professores e crianças em dia com as últimas novidades em segurança on-line e dicas.</p>
<p><span id="more-1697"></span></p>
<p>Veja vídeos e interaja com os outras pessoas que estão preocupadas com a segurança online.</p>
<p>Obtenha conselhos sobre como proteger-se contra fraudes, como proteger os dados em seu PC e muito mais.</p>
<p>Se você encontrar um artigo útil, você pode facilmente compartilhar com outras pessoas no Facebook, Twitter, a rede do Windows Live e em outros lugares.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Baixe o novo antivírus gratuito da Microsoft!</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/06/24/baixe-o-novo-antivirus-gratuito-da-microsoft/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 09:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[antivírus]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>

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		<description><![CDATA[Como anunciado anteriormente, a Microsoft disponibilizou ontem para download o beta público do seu antivírus gratuito, o Microsoft Security Essentials Beta. O Microsoft Security Essentials Beta oferece proteção contra uma grande variedade de ameaças, incluindo vírus, spywares e cavalos-de-Tróia. O programa está disponível em inglês e português para os EUA, Brasil e Israel Requisitos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox" href="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2009/06/35590-01.jpg"><img class="size-full wp-image-1290 aligncenter" title="35590-01" src="http://ricardomartins.com.br/ricardo/wp-content/uploads/2009/06/35590-01.jpg" alt="35590-01" width="400" height="321" /></a></p>
<p><span id="more-1289"></span></p>
<p>Como anunciado anteriormente, a Microsoft disponibilizou ontem para download o beta público do seu antivírus gratuito, o Microsoft Security Essentials Beta.</p>
<p>O Microsoft Security Essentials Beta oferece proteção contra uma grande variedade de ameaças, incluindo vírus, spywares e cavalos-de-Tróia.</p>
<p>O programa está disponível em inglês e português para os EUA, Brasil e Israel</p>
<p><strong>Requisitos de Sistema para o Microsoft Security Essentials Beta:</strong></p>
<p>* Sistema Operacional: Windows XP (com SP2 ou SP3; x86); Windows Vista (x86 e x64); Windows 7 (Beta ou Release Candidate; x86 e x64)<br />
* Para o Windows XP, é necessário um computador com:<br />
o Processador: 500 MHz ou mais rápido<br />
o Memória: 256 MB de RAM ou mais</p>
<p>* Para o Windows Vista e Windows 7, é necessário um computador com:<br />
o Processador: 1.0 GHz ou mais rápido<br />
o Memória: 1 GB de RAM ou mais</p>
<p>* Vídeo: monitor com resolução de 800 x 600 ou superior<br />
* Espaço livre em disco: 140 MB<br />
* Acesso à internet é necessário para a instalação e download das definições mais recentes.<br />
* Navegador:<br />
o Windows Internet Explorer 6.0 ou superior<br />
o Mozilla Firefox 2.0 ou superior</p>
<p>Você pode fazer o download em: <a href="http://www.microsoft.com/security_essentials/" target="_blank">http://www.microsoft.com/security_essentials/</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Protegendo as crianças na Internet</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/04/27/protegendo-as-criancas-na-internet/</link>
		<comments>http://ricardomartins.com.br/2009/04/27/protegendo-as-criancas-na-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 18:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui no blog eu já fiz alguns posts que podem te ajudar a bloquear sites na internet e trazer de certa forma alguma segurança para o seu ambiente, seja ele doméstico ou empresarial. Você pode encontrá-los aqui: http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/xo-pornografia-com-scrubit/ http://ricardomartins.com.br/2008/12/07/voce-conhece-o-opendns/ http://ricardomartins.com.br/2009/02/20/bloqueando-sites-na-unha/ http://ricardomartins.com.br/2009/03/19/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/ http://ricardomartins.com.br/2009/03/27/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts-parte-3/ Hoje lendo meus feeds, encontrei um post do Catabits explicando como configurar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui no blog eu já fiz alguns posts que podem te ajudar a bloquear sites na internet e trazer de certa forma alguma segurança para o seu ambiente, seja ele doméstico ou empresarial.</p>
<p>Você pode encontrá-los aqui:</p>
<p><span id="more-951"></span></p>
<p><a href="http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/xo-pornografia-com-scrubit/" target="_blank">http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/xo-pornografia-com-scrubit/</a></p>
<p><a href="http://ricardomartins.com.br/2008/12/07/voce-conhece-o-opendns/" target="_blank">http://ricardomartins.com.br/2008/12/07/voce-conhece-o-opendns/</a></p>
<p><a href="http://ricardomartins.com.br/2009/02/20/bloqueando-sites-na-unha/" target="_blank">http://ricardomartins.com.br/2009/02/20/bloqueando-sites-na-unha/</a></p>
<p><a href="http://ricardomartins.com.br/2009/03/19/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/" target="_blank">http://ricardomartins.com.br/2009/03/19/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/</a></p>
<p><a href="http://ricardomartins.com.br/2009/03/27/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts-parte-3/" target="_blank">http://ricardomartins.com.br/2009/03/27/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts-parte-3/</a></p>
<p>Hoje lendo meus feeds, encontrei um post do Catabits explicando como configurar o OpenDNS. Como tem uma explicação muito detalhada, achei interessante divulgar aqui.</p>
<p>Confiram no link:</p>
<p><a href="http://www.catabits.com.br/blog/internet/protegendo-as-criancas-na-internet" target="_blank">http://www.catabits.com.br/blog/internet/protegendo-as-criancas-na-internet</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Limitando o uso de Storage Devices (PenDrives, Disquetes, Cd-Rom’s) no Windows</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/limitando-o-uso-de-storage-devices-pendrives-disquetes-cd-rom%e2%80%99s-no-windows/</link>
		<comments>http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/limitando-o-uso-de-storage-devices-pendrives-disquetes-cd-rom%e2%80%99s-no-windows/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[pendrive]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo mostra como realizar uma configuração no windows, de modo a bloquear o acesso à storage devices, que podem ser entendidos como pendrives, disquetes e cd-roms, pelos usuários nas máquinas com Windows Xp. Desta forma, podemos diminuir drasticamente a incidência de vírus, spywares e malwares na sua rede. O Windows possui uma ferramenta chamada Group Policy Editor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo mostra como realizar uma configuração no windows, de modo a bloquear o acesso à storage devices, que podem ser entendidos como pendrives, disquetes e cd-roms, pelos usuários nas máquinas com Windows Xp. Desta forma, podemos diminuir drasticamente a incidência de vírus, spywares e malwares na sua rede.</p>
<p><span id="more-866"></span></p>
<p>O Windows possui uma ferramenta chamada Group Policy Editor, que permite que se façam alterações nas permições e políticas de segurança da máquina. Essa ferramenta permite ainda a criação de novos templates de segurança com um pouco de programação em que na sua maioria já se encontra pronta ou semi-pronta.</p>
<p>Primeiramente deve-se gerar um arquivo de template, que deve ser um arquivo do tipo Custom_Usb_ Policy_Teste.adm, feito no bloco de notas e salvo neste formato com texto em UNICODE. O código dentro do arquivo é o que segue:</p>
<p><code>CLASS MACHINE<br />
CATEGORY !!category<br />
CATEGORY !!categoryname<br />
POLICY !!policynameusb<br />
KEYNAME “SYSTEM\CurrentControlSet\Services\USBSTOR”<br />
EXPLAIN !!explaintextusb<br />
PART !!labeltextusb DROPDOWNLIST REQUIRED</code><code>VALUENAME "Start"<br />
ITEMLIST<br />
NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 3 DEFAULT<br />
NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4<br />
END ITEMLIST<br />
END PART<br />
END POLICY<br />
POLICY !!policynamecd<br />
KEYNAME “SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Cdrom”<br />
EXPLAIN !!explaintextcd<br />
PART !!labeltextcd DROPDOWNLIST REQUIRED</code><code>VALUENAME "Start"<br />
ITEMLIST<br />
NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 1 DEFAULT<br />
NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4<br />
END ITEMLIST<br />
END PART<br />
END POLICY<br />
POLICY !!policynameflpy<br />
KEYNAME “SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Flpydisk”<br />
EXPLAIN !!explaintextflpy<br />
PART !!labeltextflpy DROPDOWNLIST REQUIRED</code><code>VALUENAME "Start"<br />
ITEMLIST<br />
NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 3 DEFAULT<br />
NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4<br />
END ITEMLIST<br />
END PART<br />
END POLICY<br />
POLICY !!policynamels120<br />
KEYNAME “SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Sfloppy”<br />
EXPLAIN !!explaintextls120<br />
PART !!labeltextls120 DROPDOWNLIST REQUIRED</code><code>VALUENAME "Start"<br />
ITEMLIST<br />
NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 3 DEFAULT<br />
NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4<br />
END ITEMLIST<br />
END PART<br />
END POLICY<br />
END CATEGORY<br />
END CATEGORY</code><code>[strings]<br />
category=”Custom Policy Settings”<br />
categoryname=”Restrict Drives”<br />
policynameusb=”Disable USB”<br />
policynamecd=”Disable CD-ROM”<br />
policynameflpy=”Disable Floppy”<br />
policynamels120=”Disable High Capacity Floppy”<br />
explaintextusb=”Disables the computers USB ports by disabling the usbstor.sys driver”<br />
explaintextcd=”Disables the computers CD-ROM Drive by disabling the cdrom.sys driver”<br />
explaintextflpy=”Disables the computers Floppy Drive by disabling the flpydisk.sys driver”<br />
explaintextls120=”Disables the computers High Capacity Floppy Drive by disabling the sfloppy.sys driver”<br />
labeltextusb=”Disable USB Ports”<br />
labeltextcd=”Disable CD-ROM Drive”<br />
labeltextflpy=”Disable Floppy Drive”<br />
labeltextls120=”Disable High Capacity Floppy Drive”<br />
Enabled=”Enabled”<br />
Disabled=”Disabled”</code></p>
<p>Feito isso, deve-se ir em START, RUN e digitar o seguinte comando : gpedit.msc<br />
Com isso a seguinte tela deverá aparecer:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://adminonline.files.wordpress.com/2007/06/gpoedit.jpg" alt="" /></p>
<p>Clicando com o botão direito do mouse em Administrative Templates, e posteriormente em Add/Remove Templates, abre-se uma nova janela:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://adminonline.files.wordpress.com/2007/06/gpoedit2.jpg" alt="" /></p>
<p>Clicando em Add… e adicionando o arquivo criado anteriormente, a tela deve mudar para a seguinte:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://adminonline.files.wordpress.com/2007/06/gpoedit3.jpg" alt="" /></p>
<p>Feito isso, clica-se em Close e o menu do Group Policy Editor deve ser igual a este:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://adminonline.files.wordpress.com/2007/06/gpoedit41.jpg" alt="" /></p>
<p>Para que as opções apareçam corretamente deve-se clicar em View e desmarcar a opção que diz Only Show Policies That Can be Fully Managed. Com isso, agora fica muito mais fácil desativar e reativar o uso de pendrives, disquetes até mesmo o cd-rom. Basta entrar em cada uma das opções e fazer o seguinte :</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://adminonline.files.wordpress.com/2007/06/gpoedit5.jpg" alt="" /></p>
<p>Vale lembrar que este método, bloqueia acesso apenas a dispositivos de storage e sendo assim, dispositivos USB, como mouses, teclados e etc, funcionam normalente.</p>
<p>Obs.: Este turorial foi testado no Windows XP Professional. Acredito que no Windows 2000 também funcione. Apenas no Windows XP Home, ele não funciona pois o mesmo não fornece acesso ao gpedit.msc.</p>
<p>Este tutorial, foi feito baseando se nas informações obtidas em: <a href="http://www.petri.co.il/disable_usb_disks_with_gpo.htm" target="_blank">http://www.petri.co.il/disable_usb_disks_with_gpo.htm</a></p>
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            bb_lang = "pt-BR";
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		</item>
		<item>
		<title>Quebrando a senha do root no linux</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/quebrando-a-senha-do-root-no-linux/</link>
		<comments>http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/quebrando-a-senha-do-root-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma dica rápida, para quem precisa quebrar a senha do usuário root em qualquer distribuição linux, utilizando um live-cd. Bootar com o live-cd. Descobrir em qual área do disco esta instalada a partição / (# cfdisk) Criar um diretório &#8211; pode chamar de target (# mkdir /target) Assumindo que a partição instalada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma dica rápida, para quem precisa quebrar a senha do usuário root em qualquer distribuição linux, utilizando um live-cd.</p>
<ol>
<li>Bootar com o live-cd.</li>
<li>Descobrir em qual área do disco esta instalada a partição / (# cfdisk)</li>
<li>Criar um diretório &#8211; pode chamar de target (# mkdir /target)</li>
<li>Assumindo que a partição instalada no hd, esteja em hda1, monte a partição no diretório /target (# mount /dev/hda1 /target)</li>
<li>Acessar o diretório /target (# cd /target)</li>
<li>Alterar a partição / que está rodando do cd, para a partição raiz instalada no HD montada no /target (# chroot .)</li>
<li>Alterar a senha do root com o comando passwd (# passwd root)</li>
</ol>
<p><span id="more-855"></span></p>
<p>Explicando o funcionamento:</p>
<p>Inicializaremos a máquina através da distribuição carregada à partir do cd. Nestes live-cd’s, o usuário disponibilizado é o usuário root.</p>
<p>Depois de montar a partição / do HD na pasta criada na ramdrive (/target), e tornar a mesma como partição / para o sistema que está rodando via cd (# chroot . ) , ganhamos acesso total ao sistema, pois estávamos rodando do cd como usuário root, e tornamos a partição raiz do HD, como a partição raiz do CD. Agora rodamos o comando passwd para trocar a senha do usuário root.</p>
<p>Obs.: Atentar para o (.) depois do comando chroot, pois ele indica para alterar a raiz para o diretório atual, e neste caso se faz necessário estar dentro do diretório desejado ( no nosso exemplo, o /target)</p>
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            bb_keywords = "Linux";
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		</item>
		<item>
		<title>Ataques brute force utilizando o Hydra</title>
		<link>http://ricardomartins.com.br/2009/04/10/ataques-brute-force-utilizando-o-hydra/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[hydra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ricardomartins.com.br/?p=844</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução Senhas são o ponto mais fraco em qualquer sistema de segurança. Isso acontece porque geralmente as senhas são definidas por seus usuários: pessoas que não tem idéia de como é fácil adivinhá-las e escolhem como senhas o nome da esposa/marido, o nome do cachorro, a data [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / <a href="http://augusto.pedro.googlepages.com/" target="_blank">http://augusto.pedro.googlepages.com/</a></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Senhas são o ponto mais fraco em qualquer sistema de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c2VndXJhbiVFN2FfIyNfYmFyXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNTEyNzEz-64">segurança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Isso acontece porque geralmente as senhas são definidas por seus usuários: pessoas que não tem idéia de como é fácil adivinhá-las e escolhem como senhas o nome da esposa/marido, o nome do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FjaG9ycm9fIyNfYmFyXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNTEyNzEz-60">cachorro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a data de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FzYW1lbnRvXyMjX2Jhcl8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTUxMjcxMw==-64">casamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>/nascimento, entre outros. Senhas que não usem caracteres especiais, números, letras maiúsculas e minúsculas, tenham uma quantidade grande de caracteres (com no mínimo 8 caracteres, por exemplo), correm o risco de serem quebradas por ataques de dicionário, também conhecidos como brute force.</p>
<p><span id="more-844"></span></p>
<p>Em ataques brute force, o atacante tenta adivinhar a senha por tentativa e erro testando várias combinações de usuários e senhas (disponíveis em listas que podem ser encontradas na Internet ou baseando suas tentativas em dados que conseguiu utilizando engenharia social ou por conhecer a vítima do ataque) para tentar logar em um determinado serviço no qual ele não tem autorização, obtendo um shell em um servidor por exemplo.</p>
<p>Efetuar este tipo de ataque é bem demorado e pode ser facilmente impedido por administradores que utilizem técnicas como limitar o número de tentativas erradas utilizando um determinado nome de usuário. Porém, existem várias ferramentas que fazem com que estes ataques sejam efetuados de modo mais eficiente.</p>
<p><strong>THC Hydra</strong><br />
A que eu mais gosto, é o <a href="http://www.thc.org/thc-hydra/" target="_blank">THC Hydra</a>, desenvolvido pelo Van Hauser do <a href="http://www.thc.org/" target="_blank">THC</a>.</p>
<p>O Hydra tem um desempenho muito bom (utiliza threads paralelas, dividindo as senhas e nomes de usuários entre estas threads diminuindo o tempo levado para ele conseguir adivinhar a senha) e consegue efetuar com sucesso ataques brute force nos protocolos TELNET, FTP, HTTP, HTTPS, HTTP-PROXY, SMB, SMBNT, MS-SQL, MYSQL, REXEC, RSH, RLOGIN, CVS, SNMP, SMTP-AUTH, SOCKS5, VNC, POP3, IMAP, NNTP, PCNFS, ICQ, SAP/R3, LDAP2, LDAP3, Postgres, Teamspeak, Cisco auth, Cisco enable, LDAP2, Cisco AAA. Além disso, está em constante desenvolvimento e é completamente gratuito com o código-fonte 100% disponível. Ele ainda possui uma interface gráfica, o HydraGTK. Ela é completamente independente do software e não precisa ser compilada para que você consiga utilizá-lo. Porém, sem ela você só poderá utilizá-lo através da linha de comando.</p>
<p>Você pode utilizar o Hydra em qualquer Unix como Linux, *BSD, Solaris, etc; Mac Os/X; no Windows utilizando o <a href="http://www.cygwin.com/" target="_blank">Cygwin</a>; em dispositivos móveis que utilizem processadores ARM e Linux e em dispositivos que utilizem o PalmOS.</p>
<p>Seguem os links para que você possa fazer o download:</p>
<ul>
<li>Para Unix: <a href="http://www.thc.org/releases/hydra-5.4-src.tar.gz" target="_blank">hydra-5.4-src.tar.gz</a></li>
<li>Para Windows/Cygwin: <a href="http://www.thc.org/thc-hydra/hydra-5.4-win.zip" target="_blank">hydra-5.4-win.zip</a></li>
<li>Binário para o ARM: <a href="http://www.thc.org/thc-hydra/hydra-5.0-arm.tar.gz" target="_blank">hydra-5.0-arm.tar.gz</a>. Esta versão está um pouco desatualizada, mas em breve será disponibilizada uma nova versão.</li>
<li>Binário para o Palm: <a href="http://www.thc.org/thc-hydra/hydra-4.6-palm.zip" target="_blank">hydra-4.6-palm.zip</a>. A versão para o Palm é desenvolvida de forma independente das outras, portanto nem todos os protocolos são suportados e os updates não são muito frequentes.</li>
</ul>
<p><!-- adman --></p>
<p><strong>Compilando e instalando</strong></p>
<p>Dependendo do pacote que você escolher, será necessário que você compile o software. Algumas releases como a disponível para Windows/Cygwin e ARM já contém tudo compilado e pronto para o uso, com todos os módulos (no port para o ARM você não poderá usar o módulo para SAP R/3).</p>
<p>Se você escolheu o pacote para Unix, você precisará instalar todas as bibliotecas necessárias para compilar os módulos corretamente. O serviço não é tão difícil, já que ao executar o <em>./configure</em>, já será mostrado um resumo dizendo as bibliotecas que faltam e onde encontrá-las. Seguem os passos necessários para compilar com sucesso o Hydra em qualquer *nix.</p>
<p>Faça o download do pacote hydra-5.4-src.tar.gz e descompacte:</p>
<p><code><br />
tar xzvf hydra-5.4-src.tar.gz<br />
</code><br />
Acesse o diretório que acabou de ser criado e:</p>
<p><code><br />
cd hydra-5.4-src<br />
./configure<br />
</code><br />
Quando você executa o configure, algumas bibliotecas que são necessárias para alguns módulos como SSHv2 e PostgreSQL (libssh e libpq, respectivamente) são checadas e se não estiverem instaladas no sistema você deverá instalá-las na mão. A boa notícia é que o script já informa o site de onde você pode fazer o download e a maioria dessas bibliotecas já vem com instruções de como compilar. Vale a pena lembrar que, se você não quiser utilizar os módulos que precisam das bibliotecas, pode continuar a compilação normalmente: os outros protocolos irão funcionar sem problemas.</p>
<p>Depois que o <em>./configure</em> terminar, só resta executar como root:</p>
<p><code><br />
make &amp;&amp; make install<br />
</code><br />
Pronto! O Hydra já está instalado e pronto para ser usado!</p>
<p><strong>Wordlists</strong></p>
<p>Wordlists são, como o nome diz, listas gigantescas de palavras ou nomes de usuários que são utilizadas em ataques bruteforce. O Hydra não vem com nenhuma wordlist e não funciona sem uma, então você precisa dar um jeito nisso. Vou colocar alguns links com wordlists para você começar a brincar com o Hydra:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.outpost9.com/files/WordLists.html" target="_blank">http://www.outpost9.com/files/WordLists.html</a></li>
<li><a href="http://wordlist.sourceforge.net/" target="_blank">http://wordlist.sourceforge.net/</a></li>
<li><a href="http://www1.harenet.ne.jp/%7Ewaring/vocab/wordlists/vocfreq.html" target="_blank">http://www1.harenet.ne.jp/~waring/vocab/wordlists/vocfreq.html</a></li>
</ul>
<p>Depois que você baixar as listas, junte todas em um único arquivo. No Hydra, você só pode especificar um único arquivo de wordlists para ser utilizado. Você pode usar o <em>cat</em>. Por exemplo:</p>
<p><code><br />
cat <em>substitua isso por todos os arquivos de wordlists que você tem</em> &gt;&gt; wordlist2.txt<br />
</code><br />
É útil também remover entradas duplicadas da sua wordlist, para não perder tempo tentando mais de uma vez uma senha que já não deu certo:</p>
<p><code><br />
cat wordlist2.txt | sort | uniq &gt; wordlistfinal.txt<br />
</code><br />
Pronto, agora é só fazer o Hydra utilizar o arquivo wordlistfinal.txt como wordlist.</p>
<p><strong>Utilizando o Hydra</strong></p>
<p>O Hydra é bem fácil de ser utilizado. Você só precisa especificar o login (ou um arquivo com vários logins), a wordlist com senhas, o host e o protocolo. Se desejar pode fazer com que a saída do comando seja escrita em algum arquivo. Na linha a seguir, mostro o uso básico do Hydra:</p>
<p><code><br />
hydra -l root -P ~/wordlistfinal.txt -o bruteforce.txt ftp.foo.bar ftp<br />
</code><br />
A linha acima é bem simples. A opção -l diz que você quer fazer brute force em um usuário específico que você já sabe que existe (você poderia usar a opção -L para utilizar um arquivo com vários logins); a opção -P específica qual wordlist será usada para ler as senhas (você poderia usar -p se soubesse uma senha, mas não soubesse de qual usuário é); -o escreve a saída do comando no arquivo bruteforce.txt; ftp.foo.bar é o nome do host que iremos atacar e ftp é o protocolo que o Hydra deve usar.</p>
<p>Se você por algum motivo precisar interromper a sessão do Hydra, pode começar de onde parou utilizando a opção -R no mesmo diretório em que você interrompeu a execução anterior.</p>
<p>Outras opções úteis são:</p>
<ul>
<li>-s: Se o serviço estiver sendo executado em uma porta diferente, use esta opção para especificar a porta.</li>
<li>-t: Indica a quantidade de conexões paralelas no servidor</li>
<li>-M: Define uma lista de servidores a serem atacados</li>
</ul>
<p><strong>Como se proteger</strong></p>
<p>Se proteger de ataques brute force não é tão difícil assim:</p>
<ul>
<li>Forçar utilização de senhas seguras nos seus servidores. Senhas com caracteres especiais, letras maiúsculas e minúsculas, números e um comprimento de pelo menos 8 caracteres.</li>
<li>Determinar um número máximo de erros na tentativa de login.</li>
<li>Sempre monitore os log’s procurando por tentativas de login que falharam muitas vezes.</li>
<li>Onde puder, mude a porta padrão dos serviços sendo executados na sua máquina (por exemplo, se só você utilizar o SSH você pode mudar a porta dele de 22 para 45600, por exemplo. Isso diminui a incidência de ataques)</li>
<li>Onde possível, especifique o IP de origem que pode estabelecer a conexão com determinados serviços</li>
</ul>
<p>Como se vê, é bem simples melhorar a segurança de seus serviços. Isso é o mínimo necessário para não ter muita dor de cabeça com qualquer pessoa que saia usando o Hydra e seus similares por aí. Porém estas não são as únicas técnicas e também não excluem a necessidade de verificação contínua nos log’s e conexões estabelecidas no servidor procurando por atividades suspeitas.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
O Hydra é talvez a melhor ferramenta para ataques de brute force: tem um ótimo desempenho, é multiplataforma e várias opções úteis, além disso está em desenvolvimento constante e novas versões são lançadas frequentemente (não há um ciclo de release definido).</p>
<p>Vale a pena aprender a utilizar a ferramenta (o que não é difícil) e utilizá-la em seus servidores para identificar pontos-fracos antes que alguém faça isso por você</p>
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