Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/
Introdução
Senhas, como já sabemos, são o ponto mais fraco de qualquer sistema de segurança pois geralmente são definidas por pessoas que não são devidamente instruídas e não imaginam que senhas fracas podem ser quebradas em, dependendo de quão fraca, menos de 10 minutos.
Por isso deve-se definir regras básicas sempre que se trabalha com senhas:
Definir um tamanho mínimo de senhas de 8 ou 10 caracteres Utilizar letras maiúsculas e minúsculas Utilizar caracteres especiais como * / = ! @, etc. Utilizar números Fazer com que estas senhas sejam trocadas em intervalos de tempo curtos (o intervalo é definido por você, mas no máximo a cada 20 dias é uma boa média para senhas fortes) Definir a quantidade de senhas já utilizadas que não poderão ser reaproveitadas. Por exemplo, o usuário não poderá trocar a senha atual por uma que ele já tenha utilizado há 5 trocas atrás. Educar os usuários para que eles não contem as senhas para ninguém Educar os usuários para que não anotem as senhas em lugar nenhum Tomando estas providências extremamente simples pode-se impedir que algum atacante consiga quebrar a senha utilizando força bruta (com programas como Hydra ou o John The Ripper, o qual será abordado mais adiante) ou engenharia social. Mesmo que a senha consiga ser quebrada, é provável que esta já não seja mais válida, pois de acordo com sua política o usuário já a trocou, ou seja, o atacante precisará iniciar todo o processo novamente.
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