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    <title>Ricardo Martins</title>
    <link>http://ricardomartins.com.br/</link>
    <description>Recent content on Ricardo Martins</description>
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      <title>Ricardo Martins</title>
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    <lastBuildDate>Wed, 15 May 2024 10:00:00 +0000</lastBuildDate>
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    <item>
      <title>Desvendando Azure Reservations e o Azure Savings Plans</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/desvendando-azure-reservations-e-savings-plans/</link>
      <pubDate>Wed, 15 May 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/desvendando-azure-reservations-e-savings-plans/</guid>
      <description>&lt;h2 id=&#34;introdução&#34;&gt;Introdução:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No âmbito da computação em nuvem, otimizar os custos é fundamental para empresas que utilizam o Microsoft Azure. O Azure oferece dois mecanismos principais de economia de custos: &lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/cost-management-billing/reservations/save-compute-costs-reservations&#34;&gt;Azure Reservations&lt;/a&gt; e &lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/cost-management-billing/savings-plan/savings-plan-compute-overview&#34;&gt;Savings Plans&lt;/a&gt;. Ambas as opções possuem vantagens, desvantagens e cenários de uso distintos. Neste guia abrangente, exploraremos esses recursos, penalidades e casos de uso ideais para capacitar você a tomar decisões informadas adaptadas às necessidades do seu negócio.&lt;/p&gt;
&lt;img src=&#34;http://ricardomartins.com.br/assets/images/cloud-costs.jpeg&#34; style=&#34;width: 50%; height: 50%; margin-left: auto; margin-right: auto;&#34;&gt;
&lt;h2 id=&#34;compreendendo-as-reservas-do-azure-azure-reservations&#34;&gt;Compreendendo as Reservas do Azure (Azure Reservations):&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As Reservas do Azure oferecem às empresas a oportunidade de se comprometerem com planos de um ou três anos para diversos produtos dentro do ecossistema do Azure. O compromisso envolve uma promessa de uso, permitindo descontos significativos de até 72% nos preços de pagamento conforme o uso.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Guia para Arquitetura de Aplicações</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/guia-para-arquitetura-de-aplicacoes/</link>
      <pubDate>Tue, 14 Nov 2023 08:20:00 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/guia-para-arquitetura-de-aplicacoes/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você estiver desenvolvendo seus aplicativos nativos em nuvem, recomendo fortemente que você consulte este guia mesmo que não esteja usando Azure especificamente.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;estilos-de-arquitetura&#34;&gt;Estilos de arquitetura&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/architecture-styles/n-tier&#34;&gt;N-tier: divide um aplicativo em camadas lógicas e camadas físicas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/architecture-styles/web-queue-worker&#34;&gt;Web-queue-worker: frontend e backend dissociados por mensagens assíncronas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/architecture-styles/microservices&#34;&gt;Microserviços: serviços funcionalmente decompostos que chamam uns aos outros por meio de APIs&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/architecture-styles/event-driven&#34;&gt;Arquitetura orientada a eventos: produtor/consumidor. Visão independente por subsistema&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/architecture-styles/big-data&#34;&gt;Big data: divida um enorme conjunto de dados em pequenos pedaços. Processamento paralelo em datasets locais&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/architecture-styles/big-compute&#34;&gt;Big compute: alocação de dados para milhares de núcleos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&#34;escolhas-tecnológicas&#34;&gt;Escolhas tecnológicas&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/technology-choices/compute-decision-tree&#34;&gt;Escolha do serviço de computação&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/technology-choices/data-store-overview&#34;&gt;Escolha do serviço de armazenamento de dados&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/technology-choices/messaging&#34;&gt;Escolha do serviço de mensagens assíncronas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&#34;design-da-arquitetura&#34;&gt;Design da arquitetura&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/browse/&#34;&gt;Arquiteturas de referência: Cada arquitetura de referência inclui práticas recomendadas, juntamente com considerações sobre escalabilidade, disponibilidade, segurança, resiliência e outros aspectos do design&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/design-principles/&#34;&gt;Princípios de design: 10 princípios de design de alto nível que tornarão seu aplicativo mais escalonável, resiliente e gerenciável&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/patterns/&#34;&gt;Padrões de design: Esses padrões de design são úteis para construir aplicativos confiáveis, escaláveis e seguros na nuvem&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/best-practices/api-design&#34;&gt;Práticas recomendadas: abrangem diversas considerações de design, incluindo design de API, escalonamento automático, particionamento de dados, armazenamento em cache e assim por diante.&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/security/zero-trust/deploy/applications&#34;&gt;Melhores práticas de segurança: descreva como garantir que a confidencialidade, integridade e disponibilidade da sua aplicação não sejam comprometidas por agentes mal-intencionados.&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&#34;pilares-de-qualidade&#34;&gt;Pilares de qualidade&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/well-architected/&#34;&gt;Microsoft Azure Well-Architected Framework&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&#34;mais-detalhes&#34;&gt;Mais detalhes&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://learn.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/guide/&#34;&gt;Conceitos básicos de arquitetura de aplicações&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;img src=&#34;http://ricardomartins.com.br/assets/images/arquitetura.png&#34; alt=&#34;image&#34; width=&#34;50%&#34; height=&#34;auto&#34;&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conhecendo as opções para containers do Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-as-opcoes-para-containers-no-azure/</link>
      <pubDate>Sat, 19 Jan 2019 01:32:22 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-as-opcoes-para-containers-no-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O Azure é uma excelente plataforma de computação em nuvem com muitos recursos e funcionalidades interessantes, sendo as opções para containers realmente incríveis. Porém uma coisa que percebo em muitos clientes hoje são dúvidas e desconhecimento sobre detalhes destas opções. Pensando nisso estou escrevendo esse artigo para esclarecer um pouco sobre este assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2019/01/docker-azure-new-1024x260.png&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, as opções mais interessantes para containers no Azure são oferecidas nas soluções PaaS, que serão o objetivo deste post. Logo, não irei entrar nos detalhes sobre uso de containers em IaaS por ser o modelo mais tradicional e possuir a mesma forma de implementação independente do cloud provider.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Implementando a Stack ELK no Azure via CLI</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/implementando-a-stack-elk-no-azure-via-cli/</link>
      <pubDate>Mon, 08 Oct 2018 23:58:15 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/implementando-a-stack-elk-no-azure-via-cli/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O objetivo deste artigo é descrever de forma detalhada como implementar a Stack ELK (Elasticsearch/Logstash/Kibana) no Azure.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;introdução&#34;&gt;Introdução&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../wp-content/uploads/2018/10/elk-stack.png&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este artigo é resultado de uma prova de conceito para mostrar a funcionalidade de implementação de toda a stack utilizando a ferramenta de linha de comando do Azure (&lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/pt-br/cli/azure&#34;&gt;az-cli&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;arquitetura&#34;&gt;Arquitetura&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A ilustração abaixo se refere à arquitetura lógica implantada para provar o conceito. Esta arquitetura contempla um servidor de aplicação, o serviço de Redis do Azure, um servidor com o Logstash, um servidor com ElasticSearch e um servidor com o Kibana e serviço web (Nginx) instalados.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>ARM Actions nos dashboards do portal do Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/arm-actions-nos-dashboards-do-portal-do-azure/</link>
      <pubDate>Fri, 03 Aug 2018 17:33:14 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/arm-actions-nos-dashboards-do-portal-do-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Provavelmente você já sabe que o Portal do Azure é &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-portal/azure-portal-dashboards.&#34;&gt;totalmente customizável&lt;/a&gt;, permitindo que você explore ao máximo as opções criando dashboards para atender as suas necessidades de visualização, organização e monitoramento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente eu estava lendo &lt;a href=&#34;https://azure.microsoft.com/pt-br/blog/azure-portal-experience/&#34;&gt;um post no blog do Azure&lt;/a&gt; sobre isso e encontrei duas opções muito interessantes que eu não conhecia: ARM Data e ARM Actions.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Basicamente o ARM Data permite configurar a exibição de dados/informações sobre seus recursos, enquanto que o ARM Actions permite configurar a execução de ações de forma bastante simples.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Azure File Sync</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/azure-file-sync/</link>
      <pubDate>Thu, 02 Aug 2018 11:21:59 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/azure-file-sync/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O post de hoje é bem rápido, apenas para compartilhar algumas coisas sobre o Azure File Sync. Caso você ainda não conheça vale a pena dar uma olhada. Neste primeiro vídeo, um breve overview sobre ele:&lt;/p&gt;
&lt;iframe allow=&#34;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture&#34; allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;281&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;https://www.youtube.com/embed/Zm2w8-TRn-o?feature=oembed&#34; title=&#34;Azure File Sync Overview&#34; width=&#34;500&#34;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;p&gt;E aqui um vídeo que eu fiz demonstrando como fazer o setup:&lt;/p&gt;
&lt;iframe allow=&#34;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture&#34; allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;281&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;https://www.youtube.com/embed/6lDbvF31jik?feature=oembed&#34; title=&#34;Azure File Sync&#34; width=&#34;500&#34;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;p&gt;Veja mais em :&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Planejando a implantacão: &lt;a href=&#34;http://aka.ms/AzureFileSync&#34;&gt;http://aka.ms/AzureFileSync&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Guia de deployment: &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/storage/files/storage-sync-files-deployment-guide&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/storage/files/storage-sync-files-deployment-guide&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;FAQ: &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/storage/files/storage-files-faq&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/storage/files/storage-files-faq&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Requisito de instalação do Azure PowerShell no Windows: &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/powershell/azure/install-azurerm-ps&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/powershell/azure/install-azurerm-ps&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como implementar o DSpace em um WebApp Container no Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-implementar-o-dspace-em-um-webapp-container-no-azure/</link>
      <pubDate>Tue, 01 May 2018 08:03:41 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-implementar-o-dspace-em-um-webapp-container-no-azure/</guid>
      <description>&lt;h1 id=&#34;o-que-é-o-dspace&#34;&gt;O que é o DSpace?&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2018/04/dspace-logo.png&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2018/04/dspace-logo.png&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;https://wiki.duraspace.org/display/DSDOC6x/Introduction&#34;&gt;DSpace&lt;/a&gt; é um software opensource tipicamente usado para criar repositórios de acesso público para conteúdo digital acadêmico. Enquanto ele possui alguns recursos que se sobrepõem com recursos de sistemas de gerenciamento de conteúdo, ele &lt;span class=&#34;&#34; id=&#34;result_box&#34; lang=&#34;pt&#34;&gt;&lt;span class=&#34;&#34;&gt; atende a uma necessidade específica de sistema de arquivos digitais, focado no armazenamento de longo prazo, acesso e preservação de conteúdo digital.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste artigo, vamos fazer o setup baseado em uma imagem docker &lt;a href=&#34;https://hub.docker.com/_/ubuntu/&#34;&gt;oficial do Ubuntu&lt;/a&gt; e usando o &lt;a href=&#34;http://tomcat.apache.org/&#34;&gt;Tomcat&lt;/a&gt; para rodar o DSpace conforme as instruções do &lt;a href=&#34;https://wiki.duraspace.org/display/DSDOC6x/Installing+DSpace&#34;&gt;guia de instalação&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Implementando o Apache Guacamole no Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/implementando-o-apache-guacamole-no-azure/</link>
      <pubDate>Mon, 30 Apr 2018 20:44:48 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/implementando-o-apache-guacamole-no-azure/</guid>
      <description>&lt;h1 id=&#34;introdução&#34;&gt;Introdução&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;O objetivo deste artigo é demonstrar sobre o setup do &lt;a href=&#34;http://guacamole.apache.org/&#34;&gt;Apache Guacamole&lt;/a&gt; no Azure abordando os detalhes de arquitetura, segurança e disponibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Apache Guacamole é um “&lt;em&gt;remote desktop gateway clientless&lt;/em&gt;” com suporte aos protocolos mais utilizados como SSH, RDP e VNC. É chamado de &lt;em&gt;clientless&lt;/em&gt; pois permite o uso sem a necessidade de utilização da plugins ou clientes extras, sendo utilizado diretamente pelo seu browser.&lt;/p&gt;
&lt;h1 id=&#34;arquitetura&#34;&gt;Arquitetura&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;A ilustração abaixo se refere à arquitetura sugerida. Esta arquitetura contempla um balanceador de carga público que recebe os acessos externos e direciona para duas máquinas virtuais na camada web. A camada web se comunica com a camada de dados onde temos um banco de dados MySQL responsável por armazenar as informações de login, acessos e conexões.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Configurando LVM no Linux rodando no Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/configurando-lvm-no-linux-rodando-no-azure/</link>
      <pubDate>Mon, 19 Mar 2018 21:40:34 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/configurando-lvm-no-linux-rodando-no-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este é um post rápido mostrando uma forma básica de configuração do LVM no Linux. É resultado de um laboratório que estive fazendo enquanto estudava para o exame &lt;a href=&#34;https://training.linuxfoundation.org/certification/lfcs&#34;&gt;LFCS&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou assumir que você já tenha uma VM criada e rodando no Azure. Caso você não tenha uma VM criada, pode seguir &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/virtual-machines/linux/tutorial-manage-vm&#34;&gt;este tutorial&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a VM criada, o que você tem a fazer é criar um novo disco de dados e anexá-lo à sua VM. &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/virtual-machines/linux/attach-disk-portal&#34;&gt;Neste link&lt;/a&gt; existe a documentação sobre como fazer isto, e você pode também ver este vídeo onde eu gravei especialmente para este post.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Docker e certificados SSL</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/docker-e-certificados-ssl/</link>
      <pubDate>Thu, 08 Mar 2018 15:52:01 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/docker-e-certificados-ssl/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este é um post rápido apenas para compartilhar uma forma de habilitar o uso de SSL para uma aplicação que esteja rodando em um container Docker.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Digamos que você tem uma aplicação docker exposta na porta 80 do seu servidor e precisa habilitar SSL para ela. Existem algumas maneiras de fazer isso, inclusive eu estive dando uma olhada nas opções abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://github.com/SteveLTN/https-portal&#34;&gt;https://github.com/SteveLTN/https-portal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://github.com/MarvAmBass/docker-nginx-ssl-secure&#34;&gt;https://github.com/MarvAmBass/docker-nginx-ssl-secure&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;São opções bastante interessantes, mas eu estava em busca de algo mais rápido para implementar. Então aqui vai a dica.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Coletando informações do Azure com Grafana</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/coletando-informacoes-do-azure-com-grafana/</link>
      <pubDate>Wed, 22 Nov 2017 02:14:33 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/coletando-informacoes-do-azure-com-grafana/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Recentemente &lt;a href=&#34;https://azure.microsoft.com/en-us/blog/monitor-azure-services-and-applications-using-grafana/&#34;&gt;foi lançado um plugin do Azure Monitor para o Grafana&lt;/a&gt; que eu resolvi testar e escrever este post.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu segui as orientações &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/monitoring-and-diagnostics/monitor-send-to-grafana&#34;&gt;deste link&lt;/a&gt; e neste artigo vou entrar em detalhes do procedimento.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;criando-a-vm&#34;&gt;Criando a VM&lt;/h2&gt;
&lt;h3 id=&#34;criando-o-resource-group&#34;&gt;Criando o Resource Group&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;rmartins@jarvis:~$ az group create --name rg-grafana --location eastus
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;criando-a-vm-1&#34;&gt;Criando a VM&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;rmartins@jarvis:~$ az vm create --resource-group rg-grafana --name grafana-server --image UbuntuLTS --location eastus --generate-ssh-keys
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;abrindo-a-porta-correspondente-no-nsg&#34;&gt;Abrindo a porta correspondente no NSG&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O Grafana utiliza a porta TCP 3000, portanto é necessário liberar esta porta no Network Security Group da VM criada de modo a liberar o acesso à VM nesta porta.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Coletando informações de VMs no Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/coletando-informacoes-de-vms-no-azure/</link>
      <pubDate>Fri, 17 Nov 2017 12:01:03 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/coletando-informacoes-de-vms-no-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Recentemente precisei acessar um ambiente para coletar informações sobre VMs e estou compartilhando aqui os comandos usados (pode ser útil no futuro).&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&#34;listar-subscriptions&#34;&gt;Listar subscriptions:&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;az account list
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Tecnologia - TI           AzureCloud   35e10abf-9270-4hse-85ff-3895b959e820  Enabled
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Tecnologia - Arq          AzureCloud   83e30abf-2981-4die-88jw-4095b960e790  Enabled
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;alternar-para-determinada-subscription&#34;&gt;Alternar para determinada subscription:&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;az account &lt;span class=&#34;nb&#34;&gt;set&lt;/span&gt; -s 35e10abf-9270-4hse-85ff-3895b959e820
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;listar-vms-pelo-nome-estado-de-execução-tamanho-tipo-de-sistema-operacional-e-localização&#34;&gt;Listar VMs pelo nome, estado de execução, tamanho, tipo de sistema operacional e localização:&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;az vm list --show-details --query &lt;span class=&#34;s1&#34;&gt;&amp;#39;[].{Name:name,PowerState:powerState,VMSize:hardwareProfile.vmSize,OSType:storageProfile.osDisk.osType,Location:location}&amp;#39;&lt;/span&gt; -o table
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt; 
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Name          PowerState    VMSize       OSType    Location
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;------------  ------------  -----------  --------  -----------
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;vmexemplo1    VM running    Standard_A2  Linux   brazilsouth
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Redirecionando domínios no Azure WebApp</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/redirecionando-dominios-no-azure-webapp/</link>
      <pubDate>Wed, 01 Nov 2017 16:07:26 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/redirecionando-dominios-no-azure-webapp/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Dica rápida para você que trabalha com Azure WebApps e já precisou trabalhar com redirecionamentos. O Azure WebApp pode ser configurado em um service plan Windows ou Linux.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Saiba mais sobre o Azure Service Plan nos links abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;https://azure.microsoft.com/en-us/pricing/details/app-service/plans&#34;&gt;https://azure.microsoft.com/en-us/pricing/details/app-service/plans&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/app-service/azure-web-sites-web-hosting-plans-in-depth-overview&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/app-service/azure-web-sites-web-hosting-plans-in-depth-overview&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Em cada um dos casos a forma de configurar redirecionamentos é diferente. Para WebApps rodando em Service Plan Windows, que é baseado no IIS você precisa editar o arquivo &lt;strong&gt;web.config&lt;/strong&gt; e em WebApps rodando em Service Plan Linux, baseado no Apache, você precisa editar o arquivo &lt;strong&gt;.htaccess&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Criando uma VM Linux e configurando Raid no Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/criando-uma-vm-linux-e-configurando-raid-no-azure/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Oct 2017 22:19:22 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/criando-uma-vm-linux-e-configurando-raid-no-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste post vou mostrar como criar uma VM Linux no Azure, associar três discos nesta VM e em seguida configurar um Raid 0 usando estes discos pelo CLI.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&#34;criando-a-vm&#34;&gt;Criando a VM&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Criar o resource group:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;rmartins@jarvis:~$ az group create --name rg-labraid --location eastus
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Criar a máquina virtual na localização EastUS e gerar automaticamente as chaves ssh:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;rmartins@jarvis:~$ az vm create --resource-group rg-labraid --name myVM --image UbuntuLTS --location eastus --generate-ssh-keys
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Criar três discos de 10GB cada:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Lista de publicações sobre Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/lista-de-publicacoes-sobre-azure/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Oct 2017 20:48:44 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/lista-de-publicacoes-sobre-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Pessoal, consolidei abaixo minhas últimas publicações com assuntos relacionados à Azure e estou compartilhando com vocês:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://ricardomartins9888.blob.core.windows.net/arquivos/CriandoVMLinuxcomDiscoGerenciado.pptx&#34;&gt;Criando VMs com disco gerenciado&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://ricardomartins9888.blob.core.windows.net/arquivos/IaC&amp;amp;DevOpsNoAzure-AutomatizandoDeployments.pptx&#34;&gt;Participação como palestrante no Global Azure Bootcamp – Rio de Janeiro: IaC &amp;amp; DevOps no Azure&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://ricardomartins9888.blob.core.windows.net/arquivos/ContainersDockernoAzureWebApp.pptx&#34;&gt;Containers Docker no Azure WebApp&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://ricardomartins9888.blob.core.windows.net/arquivos/CriandoumastackWordpressusandoVisualStudioAzure.pptx&#34;&gt;Criando uma stack WordPress no Azure usando Visual Studio&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://ricardomartins9888.blob.core.windows.net/arquivos/AzureFunctions.pptx&#34;&gt;Azure Functions&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://aka.ms/guide70-532&#34;&gt;Guia de referência para o exame 70-532&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://aka.ms/guide70-533&#34;&gt;Guia de referência para o exame 70-533&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://aka.ms/guide70-534&#34;&gt;Guia de referência para o exame 70-534&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://aka.ms/capacitacaoazure&#34;&gt;Capacitacao em Azure&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://asciinema.org/a/131745&#34;&gt;Criando Azure Container Instances&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://asciinema.org/a/126545&#34;&gt;Criando uma VM Linux (Ubuntu) à partir do Azure CLI&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://asciinema.org/a/133924&#34;&gt;Deployment de um Azure Template à partir do CLI&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://rmmartins.github.io/AzureCertification/&#34;&gt;Guias de Referência para Certificação em Azure&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://github.com/rmmartins/AzureReadiness&#34;&gt;Repositório com material de Readiness em Azure&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://www.youtube.com/watch?v=Vx2AwqwucpI&#34;&gt;Webinar para o Quintas da TI falando sobre Infraestrutura como Código e DevOps no Azure&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalando o Oh My Zsh no Bash do Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/instalando-o-oh-my-zsh-no-bash-do-windows/</link>
      <pubDate>Fri, 15 Sep 2017 14:51:54 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/instalando-o-oh-my-zsh-no-bash-do-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Há algum tempo atrás eu descobri o &lt;a href=&#34;http://ohmyz.sh&#34;&gt;Oh My Zsh &lt;/a&gt;e desde então me tornei usuário. Porém há aproximadamente um ano e meio mudei de emprego e passei a utilizar WIndows no desktop.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felizmente existe o &lt;a href=&#34;https://msdn.microsoft.com/en-us/commandline/wsl/install_guide&#34;&gt;Bash for Windows&lt;/a&gt; onde cheguei a instalar porém o meu tema preferido (agnoster) não funcionava corretamente pois eu não havia encontrado a fonte correta para ser utilizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como há alguns tive um problema de hardware no meu note e precisei reinstalar tudo, aproveitei para descobrir exatamente qual fonte usar e escrever este post para mostrar como instalar o Oh My Zsh no Windows.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Descobrindo os tipos de VMs disponíveis no Azure por região</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/descobrindo-os-tipos-de-vms-disponiveis-no-azure-por-regiao/</link>
      <pubDate>Thu, 13 Jul 2017 13:47:04 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/descobrindo-os-tipos-de-vms-disponiveis-no-azure-por-regiao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este é um post rápido com o propósito de mostrar uma forma rápida de listar os tipos de VMs disponíveis em determinada região do Azure. O único pré-requisito é ter o PowerShell instalado. &lt;a href=&#34;https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=34595&#34;&gt;Clique aqui e faça o download.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida você precisará rodar os comandos abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Login-AzureRMAccount
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;$resources&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;o&#34;&gt;=&lt;/span&gt; Get-AzureRmResourceProvider -ProviderNamespace Microsoft.Compute
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Get-AzureRmVmSize -Location &lt;span class=&#34;s2&#34;&gt;&amp;#34;East US&amp;#34;&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;p&#34;&gt;|&lt;/span&gt; Sort-Object Name &lt;span class=&#34;p&#34;&gt;|&lt;/span&gt; ft Name, NumberOfCores, MemoryInMB, MaxDataDiskCount -AutoSize
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Dependendo da região da sua escolha, basta trocar o -Location “Brazil South” pela região que preferir. Veja:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Criando uma stack WordPress pelo Azure CLI</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/criando-uma-stack-wordpress-pelo-azure-cli/</link>
      <pubDate>Fri, 30 Jun 2017 16:30:33 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/criando-uma-stack-wordpress-pelo-azure-cli/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Criei um repositório no GitHub para usar em demonstrações sobre DevOps no Azure e a facilidade em usar templates para automatizar a criação de ambientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nele mostro como fazer o deploy de uma VM Ubuntu com Nginx, PHP, MySQL e WordPress de forma totalmente automatizada no Azure. Confira em &lt;a href=&#34;https://github.com/rmmartins/WordpressStack-AzureCLI/&#34;&gt;https://github.com/rmmartins/WordpressStack-AzureCLI/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Technical Cheat Sheets</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/technical-cheat-sheets/</link>
      <pubDate>Wed, 24 May 2017 15:49:35 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/technical-cheat-sheets/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A RedHat publicou recentemente uma lista de “cheat sheets” para desenvolvedores bastante interessante. Estão disponíveis comandos básicos e avançados do Linux, Wildfly, Containers, MongoDB, Kubernetes, Eclipse, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale a pena dar uma olhada em: &lt;a href=&#34;https://developers.redhat.com/blog/2017/05/23/technical-cheat-sheets-for-developers/&#34;&gt;https://developers.redhat.com/blog/2017/05/23/technical-cheat-sheets-for-developers/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>IaC &amp;amp; DevOps no Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/iac-devops-no-azure/</link>
      <pubDate>Fri, 05 May 2017 21:49:43 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/iac-devops-no-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Slides da minha palestra no Global Azure Bootcamp que ocorreu no dia 22 de Abril no Rio de Janeiro disponíveis &lt;a href=&#34;https://mix.office.com/watch/rt9140641d7n&#34;&gt;neste link&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;iframe class=&#34;wp-embedded-content&#34; data-secret=&#34;BRPsv0mruI&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;331&#34; sandbox=&#34;allow-scripts&#34; security=&#34;restricted&#34; src=&#34;https://mix.office.com/embed/rt9140641d7n#?secret=BRPsv0mruI&#34; title=&#34;Office Mix:IaC &amp; DevOps no Azure -  Automatizando Deployments&#34; width=&#34;500&#34;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Global Azure Bootcamp</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/global-azure-bootcamp/</link>
      <pubDate>Sat, 22 Apr 2017 01:16:58 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/global-azure-bootcamp/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Anualmente ocorre o &lt;a href=&#34;https://global.azurebootcamp.net/&#34;&gt;Global Azure Bootcamp&lt;/a&gt; e neste ano eu vou participar na edição que acontece no Rio de Janeiro falando sobre Infraestrutura como código e DevOps no Azure.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições podem ser feitas pelo link &lt;a href=&#34;http://meetu.ps/e/CCMcN/x0407/d&#34;&gt;http://meetu.ps/e/CCMcN/x0407/d&lt;/a&gt;. Participe!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2017/04/gbc2017.jpg&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2017/04/gbc2017.jpg&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conhecendo o Terraform, Packer e Ansible</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-o-terraform-packer-e-ansible/</link>
      <pubDate>Mon, 06 Mar 2017 10:34:27 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-o-terraform-packer-e-ansible/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2017/03/iac.png&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento DevOps vem ganhando muita força nos últimos anos e ao mesmo tempo centenas de ferramentas relacionadas são lançadas dia após dia. Por outro lado com isto tem se tornado cada vez mais difícil escolher as ferramentas adequadas ainda que para as tarefas mais simples, uma vez que a diversidade de ferramentas é cada vez maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então neste artigo eu vou comentar sobre a proposta do Terraform, Packer e o Ansible para implementação e gerenciamento de uma infraestrutura em nuvem. O objetivo será apresentar um método de utilização destas ferramentas de forma integrada.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Meu primeiro ano na Microsoft</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/meu-primeiro-ano-na-microsoft/</link>
      <pubDate>Wed, 21 Dec 2016 15:44:55 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/meu-primeiro-ano-na-microsoft/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2016/12/13246354_10206280130913371_918757031935210288_o.jpg&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje eu completo meu primeiro ano trabalhando na Microsoft e por isto assim como eu fiz quando fui &lt;a href=&#34;https://www.ricardomartins.com.br/perdeu-a-tao-desejada-vaga-e-agora/&#34;&gt;reprovado na primeira vez que participei no processo seletivo&lt;/a&gt;, e em seguida quando eu consegui ser aprovado e &lt;a href=&#34;https://www.ricardomartins.com.br/como-e-trabalhar-onde-tantos-gostariam/&#34;&gt;completava o terceiro mês&lt;/a&gt;, vou registrar aqui algumas palavras…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este foi um ano de muito aprendizado, desenvolvimento de novos skills, muita superação e muito trabalho. É como se todos os dias eu tivesse uma competição comigo mesmo, superando minhas limitações, descobrindo novas aptidões, testando e validando novas idéias/conceitos, assumindo riscos e me tornando um profissional melhor a cada dia. Para alguém que sempre trabalhou no lado do cliente, estar “&lt;em&gt;do outro lado da bancada&lt;/em&gt;” tem sido um desafio incrível.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Melhores práticas para administradores de sistemas na nuvem da Microsoft (Azure) &amp;#8211; Parte II</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/melhores-praticas-para-administradores-de-sistemas-na-nuvem-da-microsoft-azure-parte-ii/</link>
      <pubDate>Wed, 23 Nov 2016 15:47:45 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/melhores-praticas-para-administradores-de-sistemas-na-nuvem-da-microsoft-azure-parte-ii/</guid>
      <description>&lt;h2 id=&#34;criando-e-organizando-os-recursos&#34;&gt;Criando e organizando os recursos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nesta segunda parte vamos abordar os resource groups, tags, templates arm e controles&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora que você já está familiarizado com os termos Azure Accounts e Subscriptions sabendo exatamente como segmentar seus departamentos de forma apropriada, o próximo ponto é entender como criar os recursos de uma maneira lógica e organizada através dos Resource Groups.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importante destacar que associado ao uso dos resource groups, está o uso de tags. Os recursos podem ser “tageados” no formato chave/valor de modo a categorizar e permitir a visualização de recursos entre resource groups e/ou subscriptions distintos.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Melhores práticas para administradores de sistemas na nuvem da Microsoft (Azure) &amp;#8211; Parte I</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/melhores-praticas-para-administradores-de-sistemas-na-nuvem-da-microsoft-azure-parte-i/</link>
      <pubDate>Thu, 10 Nov 2016 00:35:22 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/melhores-praticas-para-administradores-de-sistemas-na-nuvem-da-microsoft-azure-parte-i/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Nesta série de artigos gostaria de compartilhar algumas boas práticas para quem administra ambientes no Azure, abordando temas como organização dos recursos, monitoramento, backup, segurança, auditoria, alta disponibilidade, limites, permissionamento, automação, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta primeira parte vou abordar conceitos básicos como subscriptions, accounts, suas respectivas hierarquias e diretrizes de uso.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;subscription-e-azure-account&#34;&gt;Subscription e Azure Account&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Primeiro é importante entender a diferença entre uma &lt;em&gt;subscription&lt;/em&gt; e uma &lt;em&gt;azure account.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma &lt;strong&gt;Azure Account&lt;/strong&gt; é a conta disponibilizada aos usuários para utilização dos recursos que lhes são concedidos em sua &lt;strong&gt;Subscription&lt;/strong&gt;. Com sua Azure Account, além de utilizar para logar no portal do Azure, você pode acessar &lt;a href=&#34;https://account.azure.com&#34;&gt;https://account.azure.com&lt;/a&gt; e obter acesso aos seguintes recursos:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Backup de MySQL no Azure Storage</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/backup-de-mysql-no-azure-storage/</link>
      <pubDate>Mon, 24 Oct 2016 14:22:23 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/backup-de-mysql-no-azure-storage/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Post rápido mostrando como fazer o backup dos databases de um servidor MySQL em um blob storage no Azure.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo é desabilitar que o mysqldump solicite senha, e você deve fazer isto editando o arquivo my.cnf adicionando as seguintes linhas:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;[&lt;/span&gt;mysqldump&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;]&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;user&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;=&lt;/span&gt;mysqluser
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;password&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;=&lt;/span&gt;secret
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Substitua os valores mysqluser e secret pelo seu usuário e senha do mysql&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida instale o Azure CLI:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste caso, como usei CentOS, estou usando o yum para realizar a instalação. Caso prefira outra distribuição como Ubuntu por exemplo, utilize o apt-get.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conhece o Microsoft IT Pro Cloud Essentials ou no Career Center?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/conhece-o-microsoft-it-pro-cloud-essentials-ou-no-career-center/</link>
      <pubDate>Thu, 29 Sep 2016 22:08:04 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/conhece-o-microsoft-it-pro-cloud-essentials-ou-no-career-center/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O Microsoft IT Pro Cloud Essentials e o IT Pro Career Center são as mais novas iniciativa da Microsoft para sua capacitação profissional em Cloud disponibilizadas gratuitamente para você.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Cloud Essentials (&lt;a href=&#34;http://www.itprocloudessentials.com&#34;&gt;https://www.itprocloudessentials.com&lt;/a&gt;) oferece alguns benefícios exclusivos dentre eles:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Créditos gratuitos para experimentar o Azure;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Assinatura gratuita de 3 meses da Pluralsight para treinamentos online;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Desconto em voucher para exame de certificação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O Career Center (&lt;a href=&#34;http://www.itprocareercenter.com&#34;&gt;http://www.itprocareercenter.com&lt;/a&gt;) é o programa da Microsoft para auxiliar IT Pros que desejam evoluir na carreira de tecnologias cloud com os seguintes benefícios:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como se tornar um IT Pro melhor</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-se-tornar-um-it-pro-melhor/</link>
      <pubDate>Mon, 19 Sep 2016 16:45:50 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-se-tornar-um-it-pro-melhor/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Nos dias de hoje o profissional de TI passa por grandes mudanças. São novos paradigmas, novas tendências e etc. O administrador de sistemas hoje precisa lidar com novas formas de trabalho, culturas, metodologias e ferramentas para continuar em linha com o que o mercado exige dele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensando em uma forma de tentar nortear e dar um caminho sobre por onde começar, o que estudar e etc, separei aqui algumas boas referências que podem ser muito úteis para quem ainda não começou a procurar este tipo de informação.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Usando Bots no Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/usando-bots-no-azure/</link>
      <pubDate>Tue, 13 Sep 2016 23:23:39 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/usando-bots-no-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Já pensou você poder conversar via Skype com um bot e executar operações no Azure através de uma conversa usando linguagem natural? Agora você pode! Por enquanto estão disponíveis as funções de iniciar, parar, listar VMs e executar runbooks do Automation, mas muita coisa ainda vem por aí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficou interessado? Então basta acessar &lt;a href=&#34;https://bots.botframework.com/bot?id=azurebot&#34;&gt;https://bots.botframework.com/bot?id=azurebot&lt;/a&gt; e adicionar o AzureBot ao seu Skype ou Slack.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, você escreve a palavra &lt;strong&gt;login&lt;/strong&gt;, e receberá as instruções que consistem basicamente em acessar um link para logar na sua conta do Azure e sem seguida e informar um código que será gerado após logar na sua conta.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Guia de estudos para o exame Microsoft 70-533</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/guia-de-estudos-para-o-exame-microsoft-70-533/</link>
      <pubDate>Sat, 20 Aug 2016 16:32:30 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/guia-de-estudos-para-o-exame-microsoft-70-533/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Preparei um guia passo-a-passo para quem está estudando para o exame Microsoft 70-533 (Implementing Microsoft Azure Infrastructure Solutions). Se você deseja obter esta certificação, este material pode ser muito útil em seus estudos! Confira!&lt;/p&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/DXPn59ynQD7rxt&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;  **[Guia de Referência para o exame de certificação 70-533](https://www.slideshare.net/rmmartins/guia-de-referncia-para-o-exame-de-certificao-70533 &#34;Guia de Referência para o exame de certificação 70-533&#34;)**  from **[Ricardo Martins ☁](https://www.slideshare.net/rmmartins)** &lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Azure CDN: Como realizar a implementação e validar o funcionamento</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/azure-cdn-como-realizar-a-implementacao-e-validar-o-funcionamento/</link>
      <pubDate>Mon, 13 Jun 2016 20:27:47 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/azure-cdn-como-realizar-a-implementacao-e-validar-o-funcionamento/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O objetivo deste artigo é demonstrar passo-a-passo a criação de um ambiente web hospedando um website utilizando a CDN do Azure.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para uma melhor compreensão serão abordados os tópicos desde o registro do domínio, passando pela configuração no Azure DNS, criação/configuração do webserver, até a configuração da CDN e testes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste exemplo será utilizado o domínio azurelab.com.br com registro feito no &lt;a href=&#34;http://registro.br&#34;&gt;http://registro.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;preparando-o-ambiente-no-azure&#34;&gt;Preparando o ambiente no Azure&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A primeira coisa à ser feita é criar o Resource Group no azure, que conterá todos os recursos relacionados com o ambiente à ser criado.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Capacitação técnica no Microsoft Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/capacitacao-azure/</link>
      <pubDate>Sat, 28 May 2016 21:05:25 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/capacitacao-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Quer saber por onde começar a estudar sobre a plataforma e os serviços de computação em nuvem da Microsoft? Quais as certificações disponíveis, qual caminho à seguir, onde encontrar material de estudo gratuito e como se manter atualizado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este material foi feito pra você. Confira!&lt;/p&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/mV5HbAAPsZBgZO&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;  **[Capacitação técnica no Microsoft Azure](https://www.slideshare.net/rmmartins/capacitao-tcnica-no-microsoft-azure &#34;Capacitação técnica no Microsoft Azure&#34;)**  from **[Ricardo Martins ?](http://www.slideshare.net/rmmartins)** &lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como é trabalhar onde tantos gostariam?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-e-trabalhar-onde-tantos-gostariam/</link>
      <pubDate>Mon, 21 Mar 2016 21:30:59 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-e-trabalhar-onde-tantos-gostariam/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje eu completo 3 meses na empresa onde estou trabalhando. Tem sido uma experiência incrível e muito além do que eu imaginava que seria em todos os aspectos, seja em relação ao ambiente, as pessoas, o trabalho, a cultura, os desafios, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o motivo deste post é de uma forma despretensiosa, tentar responder a uma pergunta que recebi de um amigo logo que ele soube que eu estava trabalhando aqui: “Como é trabalhar em um lugar onde tantos gostariam?”&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Perdeu a tão desejada vaga, e agora?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/perdeu-a-tao-desejada-vaga-e-agora/</link>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2015 20:14:30 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/perdeu-a-tao-desejada-vaga-e-agora/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Chega um momento na carreira de todos nós que por mais que estejamos satisfeitos com a posição que temos, o cargo que ocupamos e as atividades que desempenhamos, desejamos algo maior. Penso que não ná nenhum problema nisso, afinal, evoluir é preciso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você deseja expandir seus horizontes, fazer parte de uma grande empresa, um local onde possa crescer não apenas verticalmente, mas também de forma horizontal, ganhando novas responsabilidades, descobrindo novas aptidões. Deseja ter desafios e conquistas maiores, reconhecimento.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Melhores práticas para administradores de sistemas na nuvem da AWS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/melhores-praticas-para-administradores-de-sistemas-na-nuvem-da-aws/</link>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2015 21:20:30 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/melhores-praticas-para-administradores-de-sistemas-na-nuvem-da-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A idéia deste artigo é compartilhar com vocês um pouco das práticas que eu adoto nos ambientes que administro na nuvem da AWS. Se você gostar e concordar com os pontos levantados aqui, compartilhe este artigo e ajude a divulgar estas informações para outras pessoas. Se você tiver mais sugestões, elas são bem vindas!&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;não-use-sua-conta-root-da-aws&#34;&gt;Não use sua conta root da AWS&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ao criar sua conta na AWS, você tem acesso à sua conta root da AWS. Esta é a conta que você utiliza para fazer login informando seu email e senha criada no momento do cadastro.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Cloud Computing &amp;#038; AWS: Da teoria à prática</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/cloud-computing-aws-da-teoria-a-pratica/</link>
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2015 13:14:49 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/cloud-computing-aws-da-teoria-a-pratica/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Pessoal, no último dia 13/10, eu apresentei um Webcast para o portal &lt;a href=&#34;http://www.mundotibrasil.com.br&#34;&gt;Mundo TI Brasil&lt;/a&gt;, onde falei sobre computação em nuvem e os primcipais serviços da AWS. Abaixo o link para o vídeo do webcast e os slides apresentados:&lt;/p&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;281&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;https://www.youtube.com/embed/6-eh_3VRZcA?feature=oembed&#34; width=&#34;500&#34;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;p&gt;Slides: &lt;a href=&#34;http://pt.slideshare.net/rmmartins/cloud-aws-da-teoria-prtica&#34;&gt;http://pt.slideshare.net/rmmartins/cloud-aws-da-teoria-prtica&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como instalar o Jenkins</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-jenkins/</link>
      <pubDate>Wed, 12 Aug 2015 14:53:20 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-jenkins/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A idéia deste post é criar um “mini-howto” da instalação do Jenkins.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não vou entrar em muitos detalhes sobre o que é o Jenkins. Se você quiser saber um pouco mais sobre ele, separei os dois links abaixo, que são uma excelente documentação:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://imasters.com.br/desenvolvimento/serie-integracao-continua-deploy-automatizando-jenkins-tomcat/&#34;&gt;http://imasters.com.br/desenvolvimento/serie-integracao-continua-deploy-automatizando-jenkins-tomcat/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.infoq.com/br/presentations/turbinando-testes-com-jenkins&#34;&gt;http://www.infoq.com/br/presentations/turbinando-testes-com-jenkins&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A parte de configuração também pode variar muito, e dependerá muito das necessidades do time de desenvolvimento da sua empresa. Por esta razão vamos dar foco apenas na instalação mesmo. Vamos lá:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Videocast: Registro de um domínio e setup completo na AWS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/videocast-registro-de-um-dominio-e-setup-completo-na-aws/</link>
      <pubDate>Fri, 17 Jul 2015 16:19:31 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/videocast-registro-de-um-dominio-e-setup-completo-na-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste videocast fiz um laboratório prático de AWS. É demonstrado o registro de um domínio no registro.br, configuração deste domínio no route53 e em seguida a criação de uma instância EC2 com o Apache, PHP e WordPress instalado. Em paralelo é criado um RDS com MySQL, para ser usado em conjunto com a instância EC2, criando nosso stack LAMP (Linux, Apache, MySQL e PHP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abaixo os comandos utilizados no vídeo:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O problema está em você ou no mercado?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-problema-esta-em-voce-ou-no-mercado/</link>
      <pubDate>Sat, 11 Jul 2015 02:14:41 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-problema-esta-em-voce-ou-no-mercado/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Personal-development-plan-template.jpg&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;Personal-development-plan-template&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Personal-development-plan-template-300x200.jpg&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este texto é uma conversa franca, um desabafo fruto de reflexões pessoais. Conversa franca com você que de alguma forma tem tido problemas em arrumar um emprego novo, está com receios de ser demitido, ou ainda, desmotivado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Volta e meia converso com pessoas que estão em uma das situações acima e sempre acabo chegando nos pontos destacados abaixo. Resolvi publicar pois certamente poderá servir para outras pessoas em situações semelhantes.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Webinar sobre Computação em Nuvem e AWS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/webinar-sobre-computacao-em-nuvem-e-aws/</link>
      <pubDate>Mon, 06 Jul 2015 21:13:52 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/webinar-sobre-computacao-em-nuvem-e-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Introtoec2vid_2.jpg&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;treinamento-cloud&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Introtoec2vid_2-300x168.jpg&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou finalizando os preparativos para a realização do meu primeiro webinar onde vou fazer uma abordagem sobre computação em nuvem usando os serviços da AWS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A idéia será trazer uma visão geral sobre o que é computação em nuvem, tipos, conceitos e camadas. Em seguida veremos um pouco sobre a infraestrutura da Amazon Web Services, características, principais serviços e no final vamos fazer um laboratório. Neste laboratório veremos como iniciar sua primeira instância Linux EC2 junto com uma instância RDS e colocar para funcionar um blog rodando WordPress em cinco minutos!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>CoreOS: Como realizar a instalação básica em cluster</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/coreos-como-realizar-a-instalacao-basica/</link>
      <pubDate>Thu, 02 Jul 2015 15:30:56 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/coreos-como-realizar-a-instalacao-basica/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coreos-logo.png&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;coreos-logo&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coreos-logo-300x116.png&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conforme prometido, neste post vou mostrar a instalação do CoreOS fazendo uma continuação &lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/coreos-o-que-e-e-como-funciona/&#34;&gt;deste post,&lt;/a&gt; porém de forma mais prática mostrando os passos para instalação e configuração básica de um ambiente rodando em cluster.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou simular uma instalação Bare Metal através do VirtualBox. Note que no site do CoreOS estão relacionadas diversas opções de instalação para todo tipo de ambiente, seja Bare Metal (PXE, iPXE, diretamente em disco), em serviços Cloud (Amazon, Digital Ocean, Azure, Rackspace) ou em plataformas de virtualizalção (Vagrant, VMWare, QEUMU, OpenStack, Eucalyptus, etc). Para cada uma forma de instalação, existem modos diferentes de instalação.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Monit: Monitoramento de aplicações e serviços de forma inteligente</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/monit-monitoramento-de-aplicacoes-e-servicos-de-forma-inteligente/</link>
      <pubDate>Fri, 26 Jun 2015 17:04:55 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/monit-monitoramento-de-aplicacoes-e-servicos-de-forma-inteligente/</guid>
      <description>&lt;p&gt;No post de hoje vou comentar um pouco sobre o &lt;a href=&#34;https://mmonit.com/monit/&#34;&gt;Monit&lt;/a&gt;. Uma ferramenta extremamente útil e poderosa para monitoramento de aplicações e serviços.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o monit, você pode monitorar praticamente tudo dentro de um ambiente linux. Cpu, processos, memória, uso de disco, checksum de arquivos, etc, e ainda tomar ações para que os problemas se resolvam de forma automática, sem interação manual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, você pode monitorar um serviço, e caso seja detecta falha nele por um determinado período de tempo, automaticamente este serviço ser reiniciado. Se preferir, ainda pode receber um email de notificação informando o problema ocorrido e a solução aplicada.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Nginx: Conhecendo um pouco melhor este poderoso servidor web</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/nginx-conhecendo-um-pouco-melhor-este-poderoso-servidor-web/</link>
      <pubDate>Mon, 15 Jun 2015 12:06:46 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/nginx-conhecendo-um-pouco-melhor-este-poderoso-servidor-web/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/02/nginx_logo.gif&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;nginx_logo&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/02/nginx_logo-300x206.gif&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoal este é um post rápido, apenas para compartilhar dois links interessantes sobre o Nginx.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Nginx é um poderoso web server, altamente performático e muito leve. Maiores informações vocês podem encontrar aqui: &lt;a href=&#34;http://pt.wikipedia.org/wiki/Nginx&#34;&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Nginx&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os links que gostaria de compartilhar são estes dois:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Como é arquitetura do Nginx, voltada para perfomence e escalabilidade: &lt;a href=&#34;http://nginx.com/blog/inside-nginx-how-we-designed-for-performance-scale&#34;&gt;http://nginx.com/blog/inside-nginx-how-we-designed-for-performance-scale&lt;/a&gt;/&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Curso gratuito do Nginx: &lt;a href=&#34;http://academy.javacodegeeks.com/course/introduction-to-nginx/&#34;&gt;http://academy.javacodegeeks.com/course/introduction-to-nginx/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Fuja da escravidão</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/fuja-da-escravidao/</link>
      <pubDate>Wed, 06 May 2015 11:53:33 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/fuja-da-escravidao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.viniciusteles.com.br/&#34;&gt;Vinícius Teles&lt;/a&gt; é um grande desenvolvedor de software que dispensa comentários. Existe uma apresentação dele que envolve temas sobre empreendedorismo, carreira, qualidade de vida, motivação, aprimoramento técnico, enfim, uma apresentação que vale para a vida e por isso estou compartilhando com vocês aqui:&lt;/p&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/jDE6cnh1imf7S&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;  **[Fuja da escravidão antes que ela te alcance](https://www.slideshare.net/viniciusteles/fuja-da-escravido-antes-que-ela-te-alcance-4261724 &#34;Fuja da escravidão antes que ela te alcance&#34;)**  from **[Vinicius Teles](http://www.slideshare.net/viniciusteles)** &lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>CoreOS: O que é e como funciona?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/coreos-o-que-e-e-como-funciona/</link>
      <pubDate>Tue, 05 May 2015 19:05:52 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/coreos-o-que-e-e-como-funciona/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em tempos de computação em nuvem, micro serviços e containers, o CoreOS é uma distribuição Linux que vem ganhando força. Neste post vou compartilhar um pouco do que tenho estudado e descoberto sobre ele com vocês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href=&#34;https://coreos.com&#34;&gt;CoreOS&lt;/a&gt; é um sistema operacional Linux desenvolvido para ser tolerante à falhas, distribuído e fácil de escalar. Ele tem sido utilizado por times de operações e ambientes alinhados com a cultura DevOps.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A principal diferença do CoreOS para outras distribuições Linux minimalistas é o fato de ser desenvolvido para suportar nativamente o funcionamento em cluster, possuir poucos binários e não possuir um sistema de empacotamento (como apt-get ou yum). O sistema operacional consite apenas no Kernel e no systemd. Ele depende de containers para gerenciar a instalação de software e aplicações no sistema operacional, provendo um alto nível de abstração. Desta forma, um serviço e todas as suas dependências são empacotadas em um container e podem ser executadas em uma ou diversas máquinas com o CoreOS.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Excelente aula de empreendedorismo com Gustavo Caetano</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/excelente-aula-de-empreendedorismo-com-gustavo-caetano/</link>
      <pubDate>Tue, 05 May 2015 12:39:07 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/excelente-aula-de-empreendedorismo-com-gustavo-caetano/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em mais um vídeo do &lt;a href=&#34;http://www.forasdeserie.com/&#34;&gt;Foras de Série&lt;/a&gt;, uma excelente aula de empreendedorismo com Gustavo Caetano da &lt;a href=&#34;http://sambatech.com&#34;&gt;Samba Tech&lt;/a&gt;. Assita aqui:&lt;/p&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;281&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;https://www.youtube.com/embed/rFP90504o4U?feature=oembed&#34; width=&#34;500&#34;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Docker: Criando suas próprias imagens - Parte III/III</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/docker-criando-suas-proprias-imagens/</link>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2015 20:02:43 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/docker-criando-suas-proprias-imagens/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O post de hoje é pra mostrar como criar suas imagens do docker, publicá-las no Docker Hub (Registry) e depois usar/disponibilizar onde precisar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo é instalar o docker:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;[&lt;/span&gt;root@rmartins /&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;]&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;# yum install docker-io&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Loaded plugins: fastestmirror
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Setting up Install Process
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Loading mirror speeds from cached hostfile
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;* base: mirror.nbtelecom.com.br
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;* epel: mirror.globo.com
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;* extras: mirror.nbtelecom.com.br
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;* updates: mirror.nbtelecom.com.br
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Resolving Dependencies
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;--&amp;gt; Running transaction check
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;---&amp;gt; Package docker-io.x86_64 0:1.4.1-3.el6 will be installed
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;--&amp;gt; Finished Dependency Resolution
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Dependencies &lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;Resolved&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;==============================================================================================================================================================================================================================================&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Package Arch Version Repository &lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;Size&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;==============================================================================================================================================================================================================================================&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Installing:
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;docker-io x86_64 1.4.1-3.el6 epel 4.5 M
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Transaction &lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;Summary&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;==============================================================================================================================================================================================================================================&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Install &lt;span class=&#34;m&#34;&gt;1&lt;/span&gt; Package&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;(&lt;/span&gt;s&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;)&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Total download size: 4.5 M
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Installed size: &lt;span class=&#34;m&#34;&gt;19&lt;/span&gt; M
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Is this ok &lt;span class=&#34;o&#34;&gt;[&lt;/span&gt;y/N&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;]&lt;/span&gt;: y
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Downloading Packages:
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;docker-io-1.4.1-3.el6.x86_64.rpm &lt;span class=&#34;p&#34;&gt;|&lt;/span&gt; 4.5 MB 00:02
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Running rpm_check_debug
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Running Transaction Test
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Transaction Test Succeeded
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Running Transaction
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Installing : docker-io-1.4.1-3.el6.x86_64 1/1
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Verifying : docker-io-1.4.1-3.el6.x86_64 1/1
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Installed:
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;docker-io.x86_64 0:1.4.1-3.el6
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Complete!
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Uma vez instalado, vamos iniciá-lo:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>PimpMyLog: Uma ferramenta web para visualização de logs</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/pimpmylog-uma-ferramenta-web-para-visualizacao-de-logs/</link>
      <pubDate>Wed, 01 Apr 2015 16:11:54 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/pimpmylog-uma-ferramenta-web-para-visualizacao-de-logs/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Encontrei nesta semana uma ferramenta interessante, o &lt;a href=&#34;http://pimpmylog.com/&#34;&gt;PimpMyLog&lt;/a&gt;. Encontrei por acaso no &lt;a href=&#34;https://github.com/potsky/PimpMyLog&#34;&gt;Github&lt;/a&gt;, procurando uma ferramenta simples para visualizar logs via browser. Precisava de algo simples, objetivo e funcional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou mostrar como funciona. A princípio, por padrão ele já detecta logs do PHP, IIS, Apache e Nginx e nada precisa ser configurado para isso. Se você precisar visualizar logs de sistemas específicos, pode customizar e implementar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Supondo que você já tem um servidor web instalado e funcionando, vamos lá. Lembrando que ele é feito em PHP, então você precisa estar com suporte ao PHP habilitado e funcionando. No meu caso, tenho um Nginx instalado e rodando a configuração padrão, como você pode visualizar aqui:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>OpsWorks: Trabalhando com cookbooks customizadas - Parte III/III</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/opsworks-trabalhando-com-cookbooks-customizadas/</link>
      <pubDate>Mon, 23 Mar 2015 16:51:10 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/opsworks-trabalhando-com-cookbooks-customizadas/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Finalizando a série de artigos sobre o OpsWorks, neste post veremos como utilizar cookbooks customizadas em nosso ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para começar, entre na console do OpsWorks e vamos criar nossa segunda stack.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/03/opsworks1-1.png&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;opsworks1&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/03/opsworks1-1.png&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique em Add Stack e preencha os dados necessários:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/03/opsworks2.png&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;opsworks2&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/03/opsworks2.png&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique em advanced para abrir mais opções e definir que utilizaremos cookbooks customizadas. No caso, alterei o campo “Use custom Chef cookbooks” para yes. Neste caso, vou usar o S3 como repositório, então foi preenchido da seguinte forma:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Nginx: Como desabilitar acesso por IP</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/nginx-como-desabilitar-acesso-por-ip/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2015 15:58:11 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/nginx-como-desabilitar-acesso-por-ip/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Essa é uma dica rápida, mas extremamente útil. Digamos que em um mesmo servidor você tem um nginx configurado com dois sites distintos mas quer evitar que o servidor resposta por acessos via IP. Então abaixo você vai saber como restringir o acesso por nome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, dentro do /etc/nginx/conf.d (supondo que você esteja rodando um CentOS), você tem os arquivos abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– site1.conf&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;  server &lt;span class=&#34;o&#34;&gt;{&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    listen 80&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    server_name site1.com&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    root /var/www/site1&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    access_log /var/log/nginx/site1&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\a&lt;/span&gt;ccess.log&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    error_log /var/log/nginx/site1&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\e&lt;/span&gt;rror.log&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    client_max_body_size 64M&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    &lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;# Deny access to any files with a .php extension in the uploads directory  &lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    location ~&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\*&lt;/span&gt; /&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;(&lt;/span&gt;?:uploads&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;|&lt;/span&gt;files&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;)&lt;/span&gt;/.&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\*&lt;/span&gt;.php$ &lt;span class=&#34;o&#34;&gt;{&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    deny all&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    &lt;span class=&#34;o&#34;&gt;}&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    location / &lt;span class=&#34;o&#34;&gt;{&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    index index.php index.html index.htm&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    try_files &lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;$uri&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;$uri&lt;/span&gt;/ /index.php?&lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;$args&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;    &lt;span class=&#34;o&#34;&gt;}&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;}&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;– site2.conf&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>OpsWorks: Tutorial prático de implementação e uso - Parte II/III</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/opsworks-tutorial-pratico-de-implementacao-e-uso/</link>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 17:27:58 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/opsworks-tutorial-pratico-de-implementacao-e-uso/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/01/AWS_OpsWorks-512x320-1.png&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;AWS_OpsWorks-512x320&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/01/AWS_OpsWorks-512x320-1.png&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continuando o&lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/opsworks-conhecendo-ferramenta-de-gerencia-de-configuracao-da-amazon/&#34;&gt; post anterior&lt;/a&gt; sobre o OpsWorks, vou mostrar neste post como criar uma instância com Nginx hospedando um site estático bem simples, apenas para teste e demonstração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de começar, para entender um pouco mais sobre o conceito de cookbooks e recipes do OpsWorks, você pode dar uma lida aqui: &lt;a href=&#34;http://docs.aws.amazon.com/opsworks/latest/userguide/getktingstarted-db-recipes.html&#34;&gt;http://docs.aws.amazon.com/opsworks/latest/userguide/gettingstarted-db-recipes.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cookbook é o nosso livro de receitas, contendo todas as nossas recipes (receitas). Uma recipe é onde definimos como queremos que determinada coisa seja feita e/ou configurada no nosso sistema.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Python: Usando o módulo SimpleHTTPServer</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/python-usando-o-modulo-simplehttpserver/</link>
      <pubDate>Mon, 02 Mar 2015 18:45:44 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/python-usando-o-modulo-simplehttpserver/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O SimpleHTTPServer é um módulo do python que representa uma alternativa simples e rápida para servir arquivos à partir de um diretório no seu sistema via HTTP sem que seja necessário instalar o Nginx, Apache ou algum outro servidor web.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A principal vantagem ao utilizá-lo, é não precisar instalar nada no sistema para disponibilizar algum arquivo via HTTP, uma vez que quase todo sistema linux já vem com o interpretador Python instalado por padrão, e o SimpleHTTPServer é um módulo integrado do python.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>AWS: Criando AMI da sua instância usando o Data Pipeline</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/aws-criando-ami-da-sua-instancia-usando-o-data-pipeline/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Feb 2015 21:38:37 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/aws-criando-ami-da-sua-instancia-usando-o-data-pipeline/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Depois do post demonstrando como criar uma AMI da sua instância utilizando um script shell de dentro de um bastion host (&lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/aws-script-para-geracao-automatica-de-ami-de-instancia/&#34;&gt;http://www.ricardomartins.com.br/aws-script-para-geracao-automatica-de-ami-de-instancia/&lt;/a&gt;), neste post vou mostrar como utilizar o DataPipeline para fazer a mesma tarefa. O &lt;a href=&#34;http://aws.amazon.com/datapipeline/&#34;&gt;Data Pipeline&lt;/a&gt; é um serviço web que ajuda na automação de atividades de movimentação, integração e processamento de dados entre os recursos de computação e storage.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em resumo o que faremos será criar um Pipeline que irá rodar os comandos necessários dentro do agendamento escolhido. Para isso o Data Pipeline irá iniciar uma instância t1.micro para executar o que definirmos e ao término ele irá terminar a instância. Com isto, você elimina por exemplo a necessidade de manter uma instância ligada 24 horas por dia apenas para executar scripts e/ou tarefas administrativas, reduzindo custos e automatizando tarefas. Basta você criar os scripts e configurar o Data Pipeline para executar nos horários determinados. Assim, você irá pagar apenas pela quantidade de horas que a instância estiver ligada para rodar os scripts. Levando em consideração que a execução é muito rápida e seus scripts rodariam em alguns poucos minutos, como é cobrada a hora cheia, digamos que você pagaria apenas pelo preço de uma hora de uma instância t1.micro.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Nginx: Configurando como load balancer</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/nginx-configurando-como-load-balancer/</link>
      <pubDate>Fri, 20 Feb 2015 20:47:20 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/nginx-configurando-como-load-balancer/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje vou mostrar um recurso interessante do Nginx para balanceamento de carga. O Nginx possui suporte para três mecanismos de balanceamento de carga:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– round-robin: As requisições são distribuidas no modelo round-robin onde a distribuição é feita de forma circular entre os parcicipantes do conjunto. Ou seja, se tivermos dois componentes, funciona assim: 1 – 2 – 1 – 2… Se tivermos três, temos o seguinte funcionamento: 1 – 2 – 3 – 1 – 2 – 3… O round-robin é o modelo padrão de funcionamento;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>AWS: Script para geração automática de AMI de instância</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/aws-script-para-geracao-automatica-de-ami-de-instancia/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Feb 2015 18:47:41 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/aws-script-para-geracao-automatica-de-ami-de-instancia/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você administra servidores na nuvem da AWS, certamente este script irá te auxiliar bastante a automatizar a geração da AMI da sua instância. O AMI é uma imagem da sua instância que você pode utilizar em caso de recuperação de desastres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode utilizar uma instância com a função de bastion host para executá-lo. Um bastion host, pode ser utilizado como sua instância de administração de seu ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo é você criar um usuário para rodar o script no IAM. Uma vez criado o usuário, pode inserí-lo em um grupo de administração e adicionar uma “user policy” para ele.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>WordPress: Melhores práticas de implementação na AWS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/wordpress-melhores-praticas-na-aws/</link>
      <pubDate>Wed, 28 Jan 2015 18:08:15 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/wordpress-melhores-praticas-na-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Encontrei hoje um excelente material contendo as melhores práticas para implementações do WordPress na Amazon e estou compartilhando:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– &lt;a href=&#34;http://d0.awsstatic.com/whitepapers/wordpress-best-practices-on-aws.pdf&#34;&gt;WordPress: Best Practices on AWS&lt;/a&gt; (Reference Architecture for Scalable WordPress-powered Websites)&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>DevOps: Problemas comuns de segurança</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/devops-problemas-comuns-de-seguranca/</link>
      <pubDate>Mon, 19 Jan 2015 11:16:27 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/devops-problemas-comuns-de-seguranca/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Muito boa essa apresentação mostrando os principais problemas de segurança relacionados à cultura de DevOps.&lt;/p&gt;
&lt;iframe src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/qIJatoUU0Cpdg0?startSlide=1&#34; width=&#34;597&#34; height=&#34;486&#34; frameborder=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; marginheight=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px;max-width: 100%;&#34; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/chrisgates/lascon-2014-devooops&#34; title=&#34;LasCon 2014 DevOoops &#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;LasCon 2014 DevOoops &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/chrisgates&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Chris Gates&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>OpsWorks: Conhecendo a ferramenta de gerência de configuração da Amazon - Parte I/III</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/opsworks-conhecendo-ferramenta-de-gerencia-de-configuracao-da-amazon/</link>
      <pubDate>Fri, 16 Jan 2015 13:38:49 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/opsworks-conhecendo-ferramenta-de-gerencia-de-configuracao-da-amazon/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/01/AWS_OpsWorks-512x320-1.png&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;AWS_OpsWorks-512x320&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2015/01/AWS_OpsWorks-512x320-1.png&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olá pessoal, este artigo sobre o OpsWorks está muito relacionado com o tema gerência de configuração, e da mesma forma também com um outro assunto que vem ganhando bastante repercussão atualmente: DevOps.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O foco não é falar sobre Gerência de Configuração e/ou DevOps, mas como estão relacionados com o OpsWorks, é importante introduzir o conceito além de deixar alguns links essenciais para que você, sysadmin, possa começar a se interessar por isso o quanto antes.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Coursera: Curso de especialização em Cloud Computing</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/coursera-curso-de-especializacao-em-cloud-computing/</link>
      <pubDate>Thu, 15 Jan 2015 15:26:53 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/coursera-curso-de-especializacao-em-cloud-computing/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você se interessa pelo assunto, não pode perder esta excelente oportunidade de aprimorar seus conhecimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vai começar no próximo dia 02 de Fevereiro o curso de Especialização em Cloud Computing da Universidade de &lt;a href=&#34;http://illinois.edu/&#34;&gt;Illinois&lt;/a&gt; no Coursera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta especialização conta com os seguintes módulos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://www.coursera.org/course/cloudcomputing&#34;&gt;Cloud Computing Concepts&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://www.coursera.org/course/cloudcomputing2&#34;&gt;Cloud Computing Concepts – Part 2&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://www.coursera.org/course/cloudapplications&#34;&gt;Clod Computting Applications&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://www.coursera.org/course/cloudnetworking&#34;&gt;Cloud Networking&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Ao término, existe um módulo final, que consiste em uma parte prática, onde você terá a oportunidade de aplicar na prática os conceitos aprendidos no curso.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Linux: Treinamento à distância com instâncias da Amazon</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/treinamento-linux/</link>
      <pubDate>Wed, 03 Dec 2014 17:21:31 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/treinamento-linux/</guid>
      <description>&lt;h2 id=&#34;já-pensou-em-fazer-um-treinamento-de-linux-à-distância-com-instâncias-da-amazon&#34;&gt;Já pensou em fazer um treinamento de Linux à distância com instâncias da Amazon?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Há algum tempo tenho vontade de iniciar um projeto de treinamento online. Conversando com alguns amigos, resolvi tirar a idéia do papel e estou planejando para 2015 dar início.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para isso, estou fazendo um levantamento sobre possíveis interessados em participarem de um treinamento online de Linux. A idéia é montar um treinamento totalmente prático, utilizando instâncias da Amazon, uma para cada aluno. A princípio seria um curso de 36 horas, com material didático incluso pelo valor de R$ 350,00.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Minha palestra sobre CloudComputing e CloudStack</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/minha-palestra-sobre-cloud-computing-e-cloudstack/</link>
      <pubDate>Sat, 25 Oct 2014 21:55:37 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/minha-palestra-sobre-cloud-computing-e-cloudstack/</guid>
      <description>&lt;iframe src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/MsSVoK6HPNywJ9?startSlide=1&#34; width=&#34;597&#34; height=&#34;486&#34; frameborder=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; marginheight=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px;max-width: 100%;&#34; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/rmmartins/cloud-computing-cloudstack-como-ter-sua-nuvem-sem-tempestades&#34; title=&#34;Cloud computing &amp; Cloudstack: Como ter sua nuvem sem tempestades&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Cloud computing &amp; Cloudstack: Como ter sua nuvem sem tempestades&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/rmmartins&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Ricardo Martins ☁&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Material de estudo para o exame AWS Certified Solution Architect</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/material-de-estudo-para-o-exame-aws-certified-solution-architect/</link>
      <pubDate>Tue, 30 Sep 2014 12:13:47 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/material-de-estudo-para-o-exame-aws-certified-solution-architect/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Excelente compilação de videos de eventos como AWS Re-Invent e Webinars. Ótima oportunidade para aprender mais sobre AWS gratuitamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Originalmente criado para preparação para o exame AWS Certified Solution Architect.&lt;/p&gt;
&lt;iframe allow=&#34;autoplay; encrypted-media&#34; allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;281&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLeHxHfUu7P16dYWFF4x4u3fzHMmdzyH-h&#34; width=&#34;500&#34;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>AWS: Slides do evento AWSomeday no Rio de Janeiro</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/slides-awsome-day-rio-de-janeiro/</link>
      <pubDate>Tue, 16 Sep 2014 11:41:11 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/slides-awsome-day-rio-de-janeiro/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Slides do evento AWSomeday no Rio de Janeiro&lt;/p&gt;
&lt;iframe src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/fVcrTU1VUVjUd4?startSlide=1&#34; width=&#34;597&#34; height=&#34;486&#34; frameborder=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; marginheight=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px;max-width: 100%;&#34; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/AmazonWebServicesLATAM/awsome-daybrbfreis201409&#34; title=&#34;AWSome Day - Rio de Janeiro - Brasil&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;AWSome Day - Rio de Janeiro - Brasil&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/AmazonWebServicesLATAM&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Amazon Web Services LATAM&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Docker: Tutorial mão na massa -  Parte II/III</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/docker-tutorial-mao-na-massa/</link>
      <pubDate>Thu, 11 Sep 2014 13:21:33 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/docker-tutorial-mao-na-massa/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/media/docker1.png&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;docker&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/media/docker1.png&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve centenas de notícias sobre Docker nos últimos meses. É fato que estamos prestes a ver uma grande mudança na maneira de pensar sobre a virtualização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já pensou na possibilidade de não ser obrigado a usar softwares tradicionais de virtualização para obter isolamento e controle de recursos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Provavelmente ainda teremos por muito tempo ambos os sistemas em funcionamento, mas já imaginou uma migração para containers?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Docker é uma tecnologia disruptiva. Tem o potencial para transformar a indústria de virtualização de cabeça para baixo. Todos os cloud providers percebem como a utilização dos recursos fica melhor, gerando maior desempenho uma vez que não se faz necessário um hypervisor. As empresas privadas não precisariam mais pagar por um hypervisor caro.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Cloud Computing: Palestra apresentada no Senac/RJ</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/palestra-sobre-cloud-computing/</link>
      <pubDate>Tue, 02 Sep 2014 00:46:47 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/palestra-sobre-cloud-computing/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Minha palestra sobre Cloud Computing apresentada no I no dia 15 de Agosto de 2014&lt;/p&gt;
&lt;iframe src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/fVcrTU1VUVjUd4?startSlide=1&#34; width=&#34;597&#34; height=&#34;486&#34; frameborder=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; marginheight=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px;max-width: 100%;&#34; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/AmazonWebServicesLATAM/awsome-daybrbfreis201409&#34; title=&#34;AWSome Day - Rio de Janeiro - Brasil&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;AWSome Day - Rio de Janeiro - Brasil&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/AmazonWebServicesLATAM&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Amazon Web Services LATAM&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>ElasticSearch: Adicionando plugins de gerenciamento</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/adicionando-plugins-de-gerenciamento-e-monitoramento-ao-elasticsearch/</link>
      <pubDate>Tue, 10 Jun 2014 15:58:54 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/adicionando-plugins-de-gerenciamento-e-monitoramento-ao-elasticsearch/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O Elastic Search é uma poderosa ferramenta com muitas informações interessantes de serem analisadas e monitoradas. No entanto pela ampla variedade de informações disponíveis nele, pode ser complexo obter as informações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para facilitar, existem alguns plugins bastante interessantes que tornam o trabalho mais simples. Eu vou citar algumas e demontrar as que considero mais interessantes, o Marvel e o Head.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentre as que serão apenas citadas, são as listadas abaixo. Acesse o site de cada uma veja detalhes específicos de cada uma.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Enviando dados externos para a stack ELK</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/enviando-dados-externos-para-a-stack-elk/</link>
      <pubDate>Mon, 09 Jun 2014 16:59:49 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/enviando-dados-externos-para-a-stack-elk/</guid>
      <description>&lt;p&gt;No post anterior sobre &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/implementando-a-stack-elk-elasticsearch-logstash-kibana-no-centos/&#34;&gt;como implementar a Stack ELK&lt;/a&gt; (ElasticSearch, Logstash e Kibana) fiz um setup default com todos os serviços no mesmo servidor. Aproveitando para fazer o marketing, o post foi rapidamente citado no blog oficial do ElasticSearch &lt;a href=&#34;http://www.elasticsearch.org/blog/2014-06-04-this-week-in-elasticsearch/&#34;&gt;nesta url.&lt;/a&gt; o/&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso foi incluído o &lt;a href=&#34;http://redis.io/&#34;&gt;Redis&lt;/a&gt; na stack, recebendo os dados e direcionando para o Logstash. Este é um recurso útil para ganho de performance.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para facilitar o entendimento, vamos relembrar informações sobre a instalação da nossa stack:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Material do AWS Summit 2014 em São Paulo</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/material-do-aws-summit-2014-em-sao-paulo/</link>
      <pubDate>Tue, 03 Jun 2014 10:46:21 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/material-do-aws-summit-2014-em-sao-paulo/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você perdeu o AWS Summit, confira &lt;a href=&#34;http://www.slideshare.net/AmazonWebServicesLATAM/tag/aws-summit-brasil-2014?mkt_tok=3RkMMJWWfF9wsRohu6XMZKXonjHpfsX56OkvX6axlMI%2F0ER3fOvrPUfGjI4ARcpiPK%2BTFAwTG5toziV8R7jML81rzNQQUhDr&#34; title=&#34;AWS Summit 2014&#34;&gt;neste link&lt;/a&gt; todas as apresentações que rolaram por lá.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Implementando a stack ELK (ElasticSearch, Logstash e Kibana) no CentOS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/implementando-a-stack-elk-elasticsearch-logstash-kibana-no-centos/</link>
      <pubDate>Mon, 02 Jun 2014 17:47:12 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/implementando-a-stack-elk-elasticsearch-logstash-kibana-no-centos/</guid>
      <description>&lt;h3 id=&#34;o-que-é-a-stack-elk&#34;&gt;O que é a stack ELK?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A stack ELK nada mais é que o conjunto formado pelas ferramentas ElasticSearch, Logstash e o Kibana. O uso destas três ferramentas em conjunto, provê uma excelente ferramenta para análilse de dados em tempo real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui iremos fazer um teste simples com os logs de uma máquina com o CentOS. Este artigo pode te ajudar a começar a enterder as peculiaridades de cada uma delas, e testá-las.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como configurar um storage em alta disponibilidade com GlusterFS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-configurar-um-storage-em-alta-disponibilidade-com-glusterfs/</link>
      <pubDate>Tue, 13 May 2014 23:17:14 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-configurar-um-storage-em-alta-disponibilidade-com-glusterfs/</guid>
      <description>&lt;h2 id=&#34;aprenda-a-implementar-esta-excelente-ferramenta&#34;&gt;Aprenda a implementar esta excelente ferramenta.&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;glusterfs&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/media/orange-ant-glusterfs.png&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente eu mostrei como configurar balanceamento de carga com o HAProxy. Caso você não tenha visto, pode acessá-lo &lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/balanceamento-de-carga-com-haproxy/&#34;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nele eu demonstrei como configurar um servidor funcionando como balanceador, jogando as requisições para dois servidores, dividindo a carga entre eles. Muito útil para equilibrar a carga entre dois ou mais servidores, e/ou por exemplo garantir que um site continuará acessível no caso de falha em um dos servidores que compõem a arquitetura.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Slides da Palestra da Flisol 2014</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/slides-da-palestra-da-flisol-2014/</link>
      <pubDate>Mon, 28 Apr 2014 14:17:13 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/slides-da-palestra-da-flisol-2014/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Para quem não pode ir, estou disponibilizando no SlideShare a miha palestra sobre CloudComputing no &lt;a href=&#34;http://flisol.info/FLISOL2014/Brasil/Niteroi&#34; title=&#34;Flisol 2014&#34;&gt;Flisol 2014&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;iframe src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/i8uzowesgY3I42?startSlide=1&#34; width=&#34;597&#34; height=&#34;486&#34; frameborder=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; marginheight=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px;max-width: 100%;&#34; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/rmmartins/computacao-em-nuvem-34029146&#34; title=&#34;Computação em nuvem&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Computação em nuvem&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/rmmartins&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Ricardo Martins ☁&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Participação no FliSol 2014</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/participacao-no-flisol-2014/</link>
      <pubDate>Thu, 24 Apr 2014 12:16:59 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/participacao-no-flisol-2014/</guid>
      <description>&lt;p&gt;No próximo dia 26/04 estará acontecendo em Niterói o FliSol 2014, no qual eu terei o prazer de palestrar sobre o assunto de Computação em Nuvem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FliSol &lt;span style=&#34;color: #252525;&#34;&gt;é um evento internacional, realizado anualmente que ocorre de forma simultânea em diversas cidades. &lt;/span&gt;&lt;span style=&#34;color: #252525;&#34;&gt;É um evento descentralizado, considerado o maior evendo da América Latina de divulgação de Software Livre onde diversas comunidades organizam e realizam seu festival, de forma voluntária, tendo como principal objetivo promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Trabalho remoto funciona?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/trabalho-remoto-funciona/</link>
      <pubDate>Mon, 07 Apr 2014 10:36:12 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/trabalho-remoto-funciona/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Interessante artigo aborando diversos tópicos no que diz respeito ao trabalho remoto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira: &lt;a href=&#34;http://www.infoq.com/articles/remote-working-works&#34;&gt;http://www.infoq.com/articles/remote-working-works&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Balanceamento de carga com HAProxy</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/balanceamento-de-carga-com-haproxy/</link>
      <pubDate>Wed, 02 Apr 2014 13:34:43 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/balanceamento-de-carga-com-haproxy/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;haproxy&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/media/haproxy1.png&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Configurar o balanceamento de carga entre vários servidores web pode parecer um desafio, porém na verdade não é. O &lt;a href=&#34;http://haproxy.1wt.eu/&#34; title=&#34;HAProxy&#34;&gt;HAProxy&lt;/a&gt; é uma ferramenta poderosa, leve, fácil de configurar e com um grande número de recursos sofisticados para gerenciar e servir conteúdo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste artigo, tenho um cenário simples usando três servidores:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Node1-LB (&lt;strong&gt;192.168.10.10&lt;/strong&gt;): O nó com o HAProxy configurado e com função de load balancer&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Node2 (&lt;strong&gt;192.168.10.20&lt;/strong&gt;): Servidor Web&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Node3 (&lt;strong&gt;192.168.10.30&lt;/strong&gt;): Servidor Web&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Todos os servidores estão com CentOS 5.8 e rodando dentro do Vagrant.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Docker: Um linux container engine - Parte I/III</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/docker-um-engine-linux-container/</link>
      <pubDate>Fri, 28 Mar 2014 13:09:20 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/docker-um-engine-linux-container/</guid>
      <description>&lt;p&gt;No cenário de constantes mudanças em ambientes web sempre surgem novas técnicas e ferramentas surpreendentes. Manter-se atualizado com todas as novidades que surgem diariamente é um grande desafio, mas bastante emocionante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meu trabalho, eu sou confrontado diariamente com diversas ferramentas novas interessantes, e preciso seguir o fluxo me mantendo alinhado com tudo que surge. Ultimamente o Docker é o novo buzz do mundo web. Todo mundo está falando sobre ele.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conhecendo o Chef e automatizando seu trabalho</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-o-chef-e-automatizando-seu-trabalho/</link>
      <pubDate>Mon, 24 Mar 2014 14:59:38 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-o-chef-e-automatizando-seu-trabalho/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje em dia muito tem se falado sobre automatização de infraestrutura. Isto está bastante relacionado com o conceito de DevOps, que bem resumidamente posso dizer que é a integração entre desenvolvimento e operação na administração da infraestrutura de TI. Trabalhando juntos, devs e ops com foco no resultado com agilidade e desempenho. A infraestrutura passa a ser gerenciada e orquestrada via código utilizando ferramentas que viabilizam isto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como o objetivo deste post não é falar sobre DEVOPS, eu deixo um link que traz uma excelente explicação sobre o assunto. É sem dúvida o artigo mais completo que eu já lí sobre o tema, de autoria de &lt;a href=&#34;http://gutocarvalho.net/octopress/curriculo/&#34;&gt;Guto Carvalho&lt;/a&gt;: &lt;a href=&#34;http://gutocarvalho.net/octopress/2013/03/16/o-que-e-um-devops-afinal/&#34;&gt;http://gutocarvalho.net/octopress/2013/03/16/o-que-e-um-devops-afinal/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Certificação RedHat: Série de Estudos para RHCSA e RHCE - Parte 1</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/certificacao-redhat-serie-de-estudos-para-rhcsa-e-rhce-parte-1/</link>
      <pubDate>Sun, 16 Mar 2014 12:22:56 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/certificacao-redhat-serie-de-estudos-para-rhcsa-e-rhce-parte-1/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste primeiro post da série de estudos, eu vou apenas indicar alguns links com referências adicionais para auxiliar no nosso plano de estudos. Acesse, tome nota das informações e vá se preparando para o que vem por aí.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;repositórios-do-github-com-bons-artigos-e-exercícios-práticos&#34;&gt;Repositórios do GitHub com bons artigos e exercícios práticos:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;https://github.com/fdicarlo/RHCSA_cs&#34;&gt;https://github.com/fdicarlo/RHCSA_cs&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;https://github.com/texastwister/OpenRHCE&#34;&gt;https://github.com/texastwister/OpenRHCE&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;https://github.com/makewhatis/rhce.co&#34;&gt;https://github.com/makewhatis/rhce.co&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;https://github.com/blueblaster/linux_notes&#34;&gt;https://github.com/blueblaster/linux_notes&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;https://github.com/waltermj/test-lab&#34;&gt;https://github.com/waltermj/test-lab&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para baixar os repositórios, utilize:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;git clone &amp;lt;url&amp;gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 id=&#34;dicas-de-alguns-blogs&#34;&gt;Dicas de alguns blogs:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://dailson.blogspot.com.br/2011/08/um-breve-relato-sobre-as-certificacoes.html&#34;&gt;http://dailson.blogspot.com.br/2011/08/um-breve-relato-sobre-as-certificacoes.html&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://joaoolavo.wordpress.com/2010/03/27/dicas-para-o-red-hat-certified-engineer-rhce-rapid-track-course-rh300/&#34;&gt;http://joaoolavo.wordpress.com/2010/03/27/dicas-para-o-red-hat-certified-engineer-rhce-rapid-track-course-rh300/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://howtomeinfo.blogspot.com.br/2012/08/dicas-para-certificacao-rhce-red-hat.html&#34;&gt;http://howtomeinfo.blogspot.com.br/2012/08/dicas-para-certificacao-rhce-red-hat.html&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://timalves.wordpress.com/2013/05/20/rhcsa-rhce-parte-1/&#34;&gt;http://timalves.wordpress.com/2013/05/20/rhcsa-rhce-parte-1/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://timalves.wordpress.com/2013/05/27/rhcsa-topico-1-entender-e-usar-as-ferramentas-essenciais/&#34;&gt;http://timalves.wordpress.com/2013/05/27/rhcsa-topico-1-entender-e-usar-as-ferramentas-essenciais/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://www.lardysplace.com/Pages/linux.rhcsa.htm&#34;&gt;http://www.lardysplace.com/Pages/linux.rhcsa.htm&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://sanketpadawe.blogspot.com.br/p/rhcsa-objectives.html&#34;&gt;http://sanketpadawe.blogspot.com.br/p/rhcsa-objectives.html&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://controlprotocol.blogspot.com.br/2012/05/rhcsa-cheat-sheet.html&#34;&gt;http://controlprotocol.blogspot.com.br/2012/05/rhcsa-cheat-sheet.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;sites&#34;&gt;Sites:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://rhce.co/&#34;&gt;http://rhce.co/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://web.mit.edu/rhel-doc/4/RH-DOCS/rhel-sg-pt_br-4/&#34;&gt;http://web.mit.edu/rhel-doc/4/RH-DOCS/rhel-sg-pt_br-4/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;https://access.redhat.com/site/documentation/en-US/Red_Hat_Enterprise_Linux/&#34;&gt;https://access.redhat.com/site/documentation/en-US/Red_Hat_Enterprise_Linux/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;grupo-de-estudos-no-linkedin&#34;&gt;Grupo de Estudos no Linkedin:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.linkedin.com/groups/Grupo-estudos-RHCE-4514497&#34;&gt;http://www.linkedin.com/groups/Grupo-estudos-RHCE-4514497&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;informações-gerais-sobre-as-certificações-redhat&#34;&gt;Informações gerais sobre as certificações RedHat:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://br.redhat.com/rhecm/rest-rhecm/jcr/repository/collaboration/jcr:system/jcr:versionStorage/968e64630a05260102bf6c9a912560d6/18/jcr:frozenNode/rh:resourceFile&#34;&gt;http://br.redhat.com/rhecm/rest-rhecm/jcr/repository/collaboration/jcr:system/jcr:versionStorage/968e64630a05260102bf6c9a912560d6/18/jcr:frozenNode/rh:resourceFile&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Script para tunning de servidor Apache</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/script-para-tunning-de-servidor-apache/</link>
      <pubDate>Thu, 13 Mar 2014 14:42:36 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/script-para-tunning-de-servidor-apache/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Script em perl que faz uma verificação na configuração do servidor apache e faz recomendações para otimização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira: &lt;a href=&#34;https://github.com/gusmaskowitz/apachebuddy.pl&#34;&gt;https://github.com/gusmaskowitz/apachebuddy.pl&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Bash script para hardening de servidores linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/bash-script-para-hardening-de-servidores-linux/</link>
      <pubDate>Thu, 13 Mar 2014 14:22:57 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/bash-script-para-hardening-de-servidores-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você precisa melhorar a segurança do seu servidor, este pequeno script shell pode te ajudar bastante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira em &lt;a href=&#34;https://github.com/rahulinux/compliance&#34;&gt;https://github.com/rahulinux/compliance&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sistema automatizado de detecção de intrusão em Python</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sistema-automatizado-de-deteccao-de-intrusao-em-python/</link>
      <pubDate>Mon, 10 Mar 2014 22:19:01 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sistema-automatizado-de-deteccao-de-intrusao-em-python/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Semanalmente eu costumo visitar o site do &lt;a href=&#34;http://www.sans.org/&#34;&gt;SANS Institute&lt;/a&gt;. O SANS Institute é um renomado centro de segurança norte-americano. Lá eles divulgam diversos papers e informações sobre vulnerabilidades de segurança. Recentemente eu encontrei por lá um paper sobre uma ferramenta escrita em Python bastante interessante para detecção de intrusão. Se você se interessa por este tipode conteúdo, vale a pena ler.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira em &lt;a href=&#34;http://www.sans.org/reading-room/whitepapers/tools/rapid-triage-automated-system-intrusion-discovery-python-34512&#34;&gt;http://www.sans.org/reading-room/whitepapers/tools/rapid-triage-automated-system-intrusion-discovery-python-34512&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Excelente artigo sobre IP, TCP e HTTP</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/excelente-artigo-sobre-ip-tcp-e-http/</link>
      <pubDate>Mon, 10 Mar 2014 22:07:06 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/excelente-artigo-sobre-ip-tcp-e-http/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste link, tem uma excelente explicação sobre o funcionamento dos protocolos IP, TCP e HTTP. Confira em &lt;a href=&#34;http://www.objc.io/issue-10/ip-tcp-http.html&#34;&gt;http://www.objc.io/issue-10/ip-tcp-http.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Certificação RedHat: Série de Estudos para RHCSA e RHCE</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/certificacao-redhat-serie-de-estudos-para-rhcsa-e-rhce/</link>
      <pubDate>Mon, 10 Mar 2014 20:45:25 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/certificacao-redhat-serie-de-estudos-para-rhcsa-e-rhce/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O tema “Certificação” levanta uma série de opiniões distintas e controversas sobre o assunto. Não vou entrar neste mérito uma vez que o objetivo deste post não é debater sobre certificações. Eu particularmente sempre disse o seguinte: “Estude para ser bom. Certificação e reconhecimento são consequências”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&#34;line-height: 1.5em;&#34;&gt;Porém quando falamos de Certificação RedHat, a situação é um pouco diferente. Os exames de certificação da RedHat são 100% práticos, então não existe Braindump. Ou você sabe fazer ou não sabe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Mais uma opção de dashboard para seu servidor Linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/mais-uma-opcao-de-dashboard-para-seu-servidor/</link>
      <pubDate>Thu, 30 Jan 2014 19:03:35 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/mais-uma-opcao-de-dashboard-para-seu-servidor/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Depois de publicar &lt;a href=&#34;https://ricardomartins.com.br/dashboard-lindao-para-seu-servidor-linux/&#34;&gt;este post&lt;/a&gt;, tive o comentário do leitor &lt;a href=&#34;http://barrasbin.wordpress.com/&#34; title=&#34;BarraSbin&#34;&gt;Rafael Bernardes&lt;/a&gt; comentando sobre um outro dashboard para servidores, o &lt;a href=&#34;http://rk4an.github.io/phpsysinfo/&#34; title=&#34;Phpsysinfo&#34;&gt;Phpsysinfo&lt;/a&gt;. Entrei no site para conhecer e gostei bastante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui tem uma demonstração dele: &lt;a href=&#34;http://phpsysinfo.sourceforge.net/phpsysinfo/index.php?disp=dynamic&#34; title=&#34;Phpsysinfo&#34;&gt;http://phpsysinfo.sourceforge.net/phpsysinfo/index.php?disp=dynamic&lt;/a&gt;. Então resolvi criar este post, para compartilhar mais informações sobre este dashboard que me pareceu também bastante interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu instalei ele na mesma máquina virtual do dashboard demonstrado anteriormente, então você precisará basicamente dos mesmos pacotes. Depois de instalar os pacotes necessários (php, php-common, php-gd, php-mbstring, php-xml, php-xmlrpc) e subir um servidor web (Apache ou Nginx por exemplo), basta você baixar o pacote (wget &lt;a href=&#34;https://github.com/rk4an/phpsysinfo/tarball/master&#34;&gt;https://github.com/rk4an/phpsysinfo/tarball/master&lt;/a&gt;), descompactar e renomear o arquivo phpsysinfo.ini.new para phpsysinfo.ini&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalando um dashboard lindão para seu servidor linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/dashboard-lindao-para-seu-servidor-linux/</link>
      <pubDate>Tue, 28 Jan 2014 11:46:24 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/dashboard-lindao-para-seu-servidor-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Depois de algum tempo sem colocar nada por aqui, hoje vou mostrar como instalar um dashboard com as principais informações sobre o seu servidor em uma interface web bastante agradável. Tudo isso de forma bem rápida e fácil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com ele, você não vai precisar mais acessar a console para obter informações básicas como uso de processador, memória ou disco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você vai precisar instalar basicamente um Apache, PHP, baixar do Github o projeto deste dashboard e em 5 minutos você terá um dashboard como este:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Organizando suas máquinas virtuais no VirtualBox</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/organizando-suas-maquinas-virtuais-virtualbox/</link>
      <pubDate>Mon, 09 Dec 2013 11:58:18 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/organizando-suas-maquinas-virtuais-virtualbox/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Recentemente descobrí uma feature no VirtualBox muito interessante, que confesso que não fazia idéia que existia. Estou falando do recurso de agrupar as máquinas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu trabalho com dezenas de máquinas virtuais, e ficava bastante perdido em ter todas elas listadas na mesma tela, além de ter pouca criatividade para ficar dando nomes que facilitasse a minha identificação sobre determinada máquina. Achava inacreditável não haver um recurso de agrupamento de máquinas. E imaginem minha surpresa quando descobrí que ele existia sim, eu que não conhecia.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Gerenciando suas conexões SSH no MacOS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/gerenciando-suas-conexoes-ssh-macos/</link>
      <pubDate>Tue, 03 Dec 2013 14:10:27 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/gerenciando-suas-conexoes-ssh-macos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Como sysadmin e novo usuário da plataforma Mac, fiquei perdido em não ter mais aplicativos como Putty ou XShell com minhas conexões e configurações SSH salvas em uma lista facilitando a conexão sempre que necessário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perguntei a uns e outros e ninguém soube me informar uma boa ferramenta para gerenciar conexões SSH no MacOS. Então comecei a fuçar o iTerm2 (&lt;a href=&#34;http://www.iterm2.com/&#34;&gt;http://www.iterm2.com/&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrei uma forma simples de resolver meu problema. Ao abrir o iTerm2, vá em Preferences &amp;gt; Profiles.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalando o WordPress sobre Nginx, PHP-FPM e Varnish no Centos</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/instalando-wordpress-nginx-php-fpm-varnish-no-centos/</link>
      <pubDate>Wed, 11 Sep 2013 18:11:23 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/instalando-wordpress-nginx-php-fpm-varnish-no-centos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá pessoal, o Varnish é um excelente acelerador HTTP para sites dinâmicos com alto volume de conteúdo . Em contraste com outros aceleradores HTTP, muitos dos quais começaram a ser projetados como proxies do lado cliente ou servidores gerais, o Varnish foi projetado desde o início como um acelerador HTTP.Ele tem uma séria limitação de não trabalhar com SSL, mas se isto não for um problema para o seu caso, recomendo fortemente sua utilização. Então mãos à obra:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Materiais Online do Amazon AWS Roadshow Rio de Janeiro</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/materiais-amazon-aws-roadshow-rio-de-janeiro/</link>
      <pubDate>Mon, 26 Aug 2013 11:50:39 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/materiais-amazon-aws-roadshow-rio-de-janeiro/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se assim como eu, você também perdeu o Amazon AWS Roadshow do Rio de Janeiro, confira abaixo um pouco do que rolou por lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira em:&lt;/p&gt;
&lt;iframe src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/GWEIRTl8gjNcFp?startSlide=1&#34; width=&#34;597&#34; height=&#34;486&#34; frameborder=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; marginheight=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px;max-width: 100%;&#34; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div style=&#34;margin-bottom:5px&#34;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/AmazonWebServicesLATAM/keynote-aws-roadshow-rio-de-janeiro-2013&#34; title=&#34;Keynote AWS RoadShow Rio de Janeiro 2013&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Keynote AWS RoadShow Rio de Janeiro 2013&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&#34;https://pt.slideshare.net/AmazonWebServicesLATAM&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Amazon Web Services LATAM&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalando a ferramenta lrzsz do protocolo ZModem</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/instalando-a-ferramenta-lrzsz/</link>
      <pubDate>Fri, 09 Aug 2013 18:21:07 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/instalando-a-ferramenta-lrzsz/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O protocolo zmodem permite realizar de modo simples, downloads e uploads para um servidor linux pelo console. Abaixo vou mostrar como realizar a instalação da ferramenta.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;vamos-à-instalação&#34;&gt;Vamos à instalação:&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;wget http://ohse.de/uwe/releases/lrzsz-0.12.20.tar.gz  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;tar -xzvf lrzsz-0.12.20.tar.gz  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nb&#34;&gt;cd&lt;/span&gt; lrzsz-0.12.20  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;make  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;make install  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nb&#34;&gt;cd&lt;/span&gt; /usr/bin  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;ln -s /usr/local/lrzsz/bin/lrz rz  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;ln -s /usr/local/lrzsz/bin/lsz sz
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Pronto!&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;usando-no-putty&#34;&gt;Usando no Putty&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para que ela funcione no Putty, você precisa:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Baixar o LePutty em &lt;a href=&#34;http://leputty.sourceforge.net/&#34;&gt;http://leputty.sourceforge.net/&lt;/a&gt;. O LePutty tem a mesma cara do Putty, mas com as funcionalidades do ZModem habilitadas. inclusive o nome do executavel é Putty.exe mesmo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Abra o Putty, vá em Config &amp;gt; SSH &amp;gt; ZModem e aponte corretamente para os arquivos rz.exe e sz.exe;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Configure onde será sua pasta de Downloads;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Abra o Puty e faça uma conexão SSH.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Agora para enviar um arquivo para o servidor, execute o comando rz. Em seguida, clique com o botão direito na barra superior do Putty e escolha a opção ZModem upload. NAvegue até o arquivo que deseja enviar e clique em OK.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para fazer um download, execute o comando sz “arquivo”. No caso, sem aspas. Em seguida vá até a barra superior, clique direito do mouse e escolha ZModem Download. Seu arquivo será baixado na pasta que você definiu como Download.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Ou então fazer como eu, usando o XShell.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>SlideShows AWS Summit São Paulo</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/slideshows-aws-summit-sao-paulo/</link>
      <pubDate>Thu, 08 Aug 2013 17:14:19 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/slideshows-aws-summit-sao-paulo/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se assim como eu, você não pode ir ao AWS Summit em São Paulo, não perca esta chance de ficar por dentro do que rolou por lá:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Conhecendo as Opções de Banco de Dados na AWS:&lt;/p&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/2Vsk6QW8yl0S9Y&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/oXGwv63SHNS9G3&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/nyAH4YfrBxq7ym&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/wM4sbf0egbx1yo&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/ggaIuW2z2AFDTP&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/iVy9qYiSDHjncX&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/2kVvdRVx0oE6Fo&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/vyU6XDw9mdwZeL&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/4fiosmBpdX8SRy&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
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&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/3Rth4YhaGbdFOE&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
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&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/jxwPAdqPBvA7zx&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/aEHQz7u4Opj4Cu&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;
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&lt;iframe allowfullscreen=&#34;&#34; frameborder=&#34;0&#34; height=&#34;356&#34; loading=&#34;lazy&#34; marginheight=&#34;0&#34; marginwidth=&#34;0&#34; scrolling=&#34;no&#34; src=&#34;https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/3EUYlJ78vjgUj4&#34; style=&#34;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;&#34; width=&#34;427&#34;&gt; &lt;/iframe&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conhecendo a Plataforma Azure</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-a-plataforma-azure/</link>
      <pubDate>Mon, 05 Aug 2013 20:18:39 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/conhecendo-a-plataforma-azure/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Há algum tempo estou trabalhando com a Cloud da Amazon, mas até então ainda não tinha tido a oportunidade de testar a Cloud da Microsoft, a Azure. Há dois meses atrás, eu comecei a preparar este post, mas ainda não tinha finalizado. A idéia aqui é mostrar como criar um site e uma máquina virtual nesta plataforma. Então vamos lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo é ir até &lt;a href=&#34;http://www.windowsazure.com&#34;&gt;http://www.windowsazure.com&lt;/a&gt;. Em seguida, clique na opçãoda Avaliação Gratuita. Você será direcionado para uma outra página, onde você deve escolher a opção “Teste agora”.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como criar um repositório interno do CentOS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/repositorio-interno-pacotes-centos/</link>
      <pubDate>Mon, 22 Jul 2013 15:20:37 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/repositorio-interno-pacotes-centos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O objetivo deste post, é mostrar como criar um repositório local do CentOS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criando um repositório local você tem alguns benefícios interessantes, dentre eles a economia do uso do link de internet em suas máquinas toda vez que for atualizar ou instalar pacotes novos, ou ainda, pode ser útil nos casos onde você não pode liberar acesso internet para todas as máquinas. Então você configura o seu repositório local e aponta as suas demais máquinas para buscarem os pacotes nele.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Porque utilizar os serviços AWS?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/porque-utilizar-os-servicos-aws/</link>
      <pubDate>Tue, 07 May 2013 09:55:23 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/porque-utilizar-os-servicos-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Recentemente estive conversando com um amigo sobre como motivar clientes para migrar para AWS. Como é um assunto interessante e muita gente pode ter interesse, montei este post, descrevendo algumas das principais vantagens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas primeiro, para começar a explicar sobre AWS, você precisa compreender o que é &lt;strong&gt;computação em nuvem&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;e-o-que-vem-a-ser-cloud-computing&#34;&gt;E o que vem a ser Cloud Computing?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Segundo a Gartner, “&lt;strong&gt;Cloud Computing&lt;/strong&gt; é um estilo de computação onde capacidades de escalabilidade e elasticidade são fornecidos aos clientes como um serviço usando tecnologias de Internet.”&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Configurando uma interface web alternativa para a AWS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/interface-web-alternativa-aws/</link>
      <pubDate>Mon, 06 May 2013 14:34:26 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/interface-web-alternativa-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Atualmente a Netflix é um dos maiores heavy users dos serviços AWS no mundo. E eles possuem todo um conjunto de ferramentas desenvolvidas por eles mesmos para otimizar o trabalho que desenvolvem e a utlização dos serviços da Amazon. Diversas das ferramentas deles estão disponiblizadas no formato open source em &lt;a href=&#34;https://github.com/Netflix&#34;&gt;https://github.com/Netflix&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje vou abordar a instalação do Asgard. Uma interface Web bastante interessante criada por eles, que pode ser usada plenamente para substituir o console web da Amazon.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Criando um ambiente escalável na AWS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/criando-um-ambiente-escalavel-na-aws/</link>
      <pubDate>Mon, 29 Apr 2013 12:46:50 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/criando-um-ambiente-escalavel-na-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Nesse post vou abordar como escalar seu site na estrutura de cloud computing da AWS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para este procedimento, vamos assumir que já temos uma instância no ar em pleno funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso você não tenha ainda uma instância rodando, dê uma passada no AWS Hub, neste link: &lt;a href=&#34;http://awshub.com.br/resources/amazon-web-services-hands-on-ec2-e-ebs/&#34;&gt;http://awshub.com.br/resources/amazon-web-services-hands-on-ec2-e-ebs/. &lt;/a&gt;É um tutorial passo-a-passo sobre a criação da sua primeira instância na Amazon. Dê uma lida também em &lt;a href=&#34;http://aws.amazon.com/pt/free/&#34;&gt;http://aws.amazon.com/pt/free/.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este segundo link fala sobre o AWS Free Tier, uma oferta da Amazon que lhe garante um ano de uso gratuito para que você possa se familiarizar e aprender mais sobre os serviços AWS. Este link descreve de forma bem detalhada o que está incluso nesta oferta gratuita.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como desabilitar o login obrigatório do usuário ec2-user na sua instância Linux da AWS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/desabilitar-o-login-obrigatorio-aws/</link>
      <pubDate>Fri, 26 Apr 2013 15:09:07 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/desabilitar-o-login-obrigatorio-aws/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você assim como eu não suporta ter que logar com esse usuário ec2-user na Amazon, aqui vai a dica de como logar direto como root:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;# vim /etc/ssh/sshd_config&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Comente a linha:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;PermitRootLogin forced-commands-only
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;E insira:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;PermitRootLogin yes
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Em seguida altere o conteúdo do arquivo authorized_keys:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;# vim /root/.ssh/authorized_keys&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Remova o “command” e deixe apenas a parte correspondente à sua chave (ssh-rsa…):&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;command&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;=&lt;/span&gt;”echo ‘Please login as the ec2-user user rather than root user.’&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;echo&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;sleep 10″ ssh-rsa AAAAB3NzaC1yc2EAAAADAQABAAABAQCLnwp65NYFH2JlVCfL6oavdL4ZQy9zjKRkJ2ZFwl6oG84rxxn5PrXCLpoN5FGdbpVN4wa7yNNREPvWa8VX7leF8tHGDuN2kEOkOQdUCRRsishdflsiuhdfiuhtRb1hKMHsAD/Xg/ZLT9DtV8XerNuRTduqLKtXYCJtU67xPyKloDN8eKMXJxPQRCPuk05ciZb2cDyaqYNfLFUqjH13CIDrxpBCyADu4URVMpVaQEznsuTu7mthpI/tNVBLkEbPZzzAZzbw9miKPwRW4peDuN51J/eFSnzpxv70JyTW0ujbqySoBxbaEp8bsaasd8f769876asedt5fcLFhj rmartins
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Por questões de segurança, o conteúdo da chave rsa acima foi alterado&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Configurando as ferramentas AWS (AWS Tools)</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/configurando-as-ferramentas-aws-aws-tools/</link>
      <pubDate>Fri, 26 Apr 2013 14:45:27 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/configurando-as-ferramentas-aws-aws-tools/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Os serviços em Cloud da Amazon, dentre diversas outras funcionalidades, fornecem uma API que pode ser usada para realizar todo tipo de tarefa em sua conta. Embora praticamente tudo possa ser feito pela Console Web, pode ser interessante utilizar a API em outros lugares, principalmente em suas próprias ferramentas ou scripts. Pensando nisso, a Amazon disponibiliza algumas ferramentas para utilizar estas API’s. São ferramentas escritas em Java, chamadas de AWS Tools.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como monitorar seu servidor com o Monit</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-monitorar-seu-servidor-com-o-monit/</link>
      <pubDate>Mon, 08 Apr 2013 11:17:01 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-monitorar-seu-servidor-com-o-monit/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá pessoal. Este é um post rápido. Como no meu post anterior sobre a instalação do Nginx eu comentei sobre o Monit, achei que seria interessante compartilhar mais informações sobre o uso do Monit.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No exemplo do post anterior, monitoramos dois processos, e configuramos para que caso um deles saíssem do ar, o Monit automaticamente fizesse o start dos processos e nos enviasse um e-mail informando sobre o ocorrido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje vou mostrar como monitorar a carga do seu servidor (LoadAverage), uso de CPU e Memória, e fazer com que caso ultrapasse valores pré-definidos, sejamos alertados por e-mail.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como instalar o Nginx com PHP-FPM e WordPress no CentOS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-nginx-com-php-fpm-e-wordpress-no-centos/</link>
      <pubDate>Fri, 05 Apr 2013 13:00:57 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-nginx-com-php-fpm-e-wordpress-no-centos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste tutorial, vou mostrar como realizar a instalação do WordPress rodando sob o Nginx e PHP-FPM em um CentOS 6.3&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como tem algum tempo que não posto algo, preparei algo especial desta vez. Vou além da instalação do Nginx, WordPress e PHP-FPM. Faremos a instalação de algumas ferramentas que irão lhe auxiliar bastante na administração do seu servidor, além do Monit para monitorar seus processos e ainda lhe enviar e-mail no caso de algum problema.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Tenha seus arquivos em sua própria nuvem</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/tenha-seus-arquivos-em-sua-propria-nuvem/</link>
      <pubDate>Mon, 25 Feb 2013 15:30:58 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/tenha-seus-arquivos-em-sua-propria-nuvem/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Depois de resolver meu problema com o Dropbox de só conseguir sincronizar arquivos que estivessem dentro da própria pasta do Dropbox, comecei a pensar se haveria alguma forma de ter os meus arquivos hospedado onde eu quisesse, e não nos servidores do Dropbox.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de muita pesquisa, cheguei à conclusão que no Dropbox não tem mesmo como fazer isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrei inclusive muitas coisas legais, listadas abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://owncloud.org/&#34;&gt;http://owncloud.org/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://sparkleshare.org/&#34;&gt;http://sparkleshare.org/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://ifolder.com/&#34;&gt;http://ifolder.com/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://qtdtools.doering-thomas.de/&#34;&gt;http://qtdtools.doering-thomas.de/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas as que mais me chamou a atenção foi o Owncloud. A vantagem dele, é que nele você tem o controle dos seus dados da melhor maneira possível. Por outro lado, ele não utiliza servidores espalhados pelo mundo como é o caso do Dropbox, que lhe garantiria maior disponibilidade. Isto faz com que a responsabilidade por manter o backup e integridade dos dados seja sua.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Backup inteligente com RSync</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/backup-inteligente-com-rsync/</link>
      <pubDate>Wed, 23 Jan 2013 16:39:36 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/backup-inteligente-com-rsync/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Existem milhares de scripts de backup por aí. Neste exemplo, eu vou mostrar como utilizar o rsync, para fazer backup do seu diretório /home em ou outro disco montado em /mnt/backup.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/Rsync&#34;&gt;Rsync&lt;/a&gt; é uma ferramenta muito útil, extremamente flexível e com algumas características bem interessantes, como por exemplo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Verifica a integridade dos arquivos copiados;&lt;br&gt;
– Transfere apenas as diferenças dos arquivos (não transfere o arquivo inteiro, apenas os bits diferentes!);&lt;br&gt;
– Mantém cópias idênticas entre 2 diretórios distintos, apagando os “excessos”;&lt;br&gt;
– No caso de cópias remotas, pode usar compressão para diminuir o uso de banda;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como fazer rotação dos logs do Apache por hora?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-fazer-rotacao-dos-logs-apache-por-hora/</link>
      <pubDate>Wed, 12 Dec 2012 11:27:12 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-fazer-rotacao-dos-logs-apache-por-hora/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Então você tem um servidor com Apache instalado gerando centenas de MB para lotar seu disco, certo? Vamos lá…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de muita pesquisa, não consegui usar o logrotate para fazer a rotação dos logs de hora em hora. Desconfio que não faça mesmo a rotação de arquivos de log por hora, então implementei outra solução que vou compartilhar aqui com vocês&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criei um script que é executado de hora em hora pelo cron. Para isto basta criá-lo em /etc/cron.hourly.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Rotacionando seus logs no Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/rotacionando-seus-logs-windows/</link>
      <pubDate>Mon, 10 Dec 2012 11:14:32 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/rotacionando-seus-logs-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A dica de hoje é rápida: O que fazer com os logs de aplicativos que vivem lotando seu disco, mas que por outro lado você precisa tê-los armazenados por algum tempo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Simples: Compacte tudo e envie para o S3 na Amazon de forma automatizada!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para esta atividade, eu utilizarei duas ferramentas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;– Forfiles:&lt;/strong&gt; uma ferramenta nativa em versões do Windows posteriores ao 7. Mais detalhes sobre ele, você encontra em um post antigo aqui do blog: &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/2011/04/01/exluir-arquivos-com-mais-de-x-dias-de-idade/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/2011/04/01/exluir-arquivos-com-mais-de-x-dias-de-idade/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Rapidinha do VIM</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/rapidinha-vim/</link>
      <pubDate>Tue, 25 Sep 2012 15:44:19 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/rapidinha-vim/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Só pra compartilhar um arquivo muito maneiro que encontrei. Uma tabelinha, com o mapa de diversas funções e comandos do VIM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://jrmiii.com/attachments/Vim.pdf&#34;&gt;Baixe aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&#34;http://jrmiii.com&#34;&gt;http://jrmiii.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como instalar o WordPress no Linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-wordpress-linux/</link>
      <pubDate>Thu, 20 Sep 2012 16:25:56 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-wordpress-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá. Depois de algum tempo sem postar novidades por aqui, aqui estamos nós. Vou descrever como realizar a instalação do WordPress no Linux. Neste exemplo, estou usando o CentOS 6.3.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não vou entrar em muitos detalhes, e o WordPress dispensa apresentações. Mãos à obra:&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&#34;1-instalando-os-requisitos&#34;&gt;1. Instalando os requisitos&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;yum -y install mysql-server mysql  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;service mysqld start  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;mysqladmin -u root password ‘definaumasenhaparaorootnomysql’  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;chkconfig –levels &lt;span class=&#34;m&#34;&gt;2345&lt;/span&gt; mysqld on
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;yum -y install httpd  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;chkconfig –levels &lt;span class=&#34;m&#34;&gt;2345&lt;/span&gt; httpd on  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;yum -y install php php-common php-mysql php-gd php-mbstring php-xml php-xmlrpc
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;2-instalação-do-wordpress&#34;&gt;2. Instalação do WordPress&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nb&#34;&gt;cd&lt;/span&gt; /tmp  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;wget http://wordpress.org/latest.tar.gz  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;tar xzvf latest.tar.gz  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;mv wordpress /var/www/html/  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;chown -R apache:apache /var/www/html/wordpres
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;3-configurando-o-apache&#34;&gt;3. Configurando o Apache&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;vim /etc/httpd/conf/httpd.conf  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;DirectoryIndex index.php  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;LoadModule php5&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\_&lt;/span&gt;module modules/libphp5.so  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;/etc/init.d/httpd reload
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;4-configurando-o-mysql&#34;&gt;4. Configurando o MySQL&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;mysql -u root -p  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;create database wordpress  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;grant all privileges on wordpress.&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\*&lt;/span&gt; to ‘seuusuariomysql’@’localhost’ identified by ‘senhadoseuusuariomysql’&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nb&#34;&gt;exit&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;5-configurando-o-wordpress&#34;&gt;5. Configurando o WordPress&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;nb&#34;&gt;cd&lt;/span&gt; /var/www/html/wordpress  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;cp wp-config-sample.php wp-config.php  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;vim wp-config.php
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;define&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;(&lt;/span&gt;‘DB_NAME’, ‘wordpress’&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;/** MySQL database username */  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;define&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;(&lt;/span&gt;‘DB_USER’, ‘seuusuariomysql’&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;/** MySQL database password */  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;define&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;(&lt;/span&gt;‘DB_PASSWORD’, ‘senhadoseuusuariomysql’&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 id=&#34;6-finalizando-a-configuração&#34;&gt;6. Finalizando a configuração:&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Acesse &lt;a href=&#34;http://ec2-50-112-47-146.us-west-2.compute.amazonaws.com/wordpress/&#34;&gt;http://ip-do-seu-servidor/wordpress/&lt;/a&gt; e finalize as configurações informando os dados definidos acima (nome do database, usuário e senha do banco e endereço do servidor)&lt;/div&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Problemas no apt-get update</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/problemas-apt-get-update/</link>
      <pubDate>Thu, 05 Jul 2012 16:35:43 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/problemas-apt-get-update/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Ok, então você acabou de instalar seu Ubuntu e na primeira execução do apt-get update, quando chega em 100% fica parado exibindo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;100% [Waiting for Headers]&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Isto ocorre porque alguns repositórios tem problemas com o HTTP/1.1 pipelining.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Crie o arquivo &lt;strong&gt;/etc/apt/apt.conf.d/piplining-off.conf&lt;/strong&gt; com o seguinte conteúdo:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;Acquire::http::Pipeline-Depth &lt;span class=&#34;s2&#34;&gt;&amp;#34;0&amp;#34;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Em seguinda rode o &lt;strong&gt;apt-get clean all&lt;/strong&gt; e depois rode sem problemas o &lt;strong&gt;apt-get update&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como acessar o Mysql remotamente via GUI (Graphical User Interface)</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/acessando-o-mysql-remotamente-via-gui/</link>
      <pubDate>Thu, 21 Jun 2012 12:13:23 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/acessando-o-mysql-remotamente-via-gui/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Como configurar e usar o acesso remoto ao Mysql? Neste post vamos ver como fazer a configuração do Mysql permitindo o acesso remoto e utilizar o HeidiSQL para acessar o MySQL via interface gráfica (GUI).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não tenho muita experiência com Mysql. No entanto atualmente tenho feito muitas implementações envolvendo o Mysql, onde preciso criar databases, usuários, trocar senha de usuários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas vezes fazer tudo isso na unha, é trabalhoso, ainda mais quando você não tem muito domínio sobre isto.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>IPPlan: Aprenda como instalar e configurar</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/ipplan-aprenda-como-instalar/</link>
      <pubDate>Wed, 20 Jun 2012 14:05:32 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/ipplan-aprenda-como-instalar/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esta dica vai te ensinar como instalar e configurar o IPPlan, uma ferramenta Web para gerenciar o endereçamento IP da sua rede. Você não vai mais precisar usar planilhas!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem diversar ferramentas opensource com esta finalidade. Eu escolhi o IPPlan, pois me pareceu mais simples de instalar e configurar.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Neste tutorial, o ambiente usado é o CentOS 6.2.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&#34;1-instalando-o-php-mysql-e-apache&#34;&gt;1. Instalando o PHP, Mysql e Apache&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;[&lt;/span&gt;root@ricardo ~&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\]&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;# yum install httpd mysql-server php php-mysql php-xml php-soap  &lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;[&lt;/span&gt;root@ricardo ~&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\]&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;#service mysqld start  &lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;[&lt;/span&gt;root@ricardo ~&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\]&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;#service httpd start&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 id=&#34;2-download-e-instalação-do-ipplan&#34;&gt;2. Download e instalação do IpPlan&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Download IpPlan: &lt;a href=&#34;http://sourceforge.net/projects/iptrack/files/&#34;&gt;http://sourceforge.net/projects/iptrack/files/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como fazer uma configuração básica de Postfix no CentOS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-fazer-uma-configuracao-basica-de-postfix-no-centos/</link>
      <pubDate>Mon, 18 Jun 2012 16:46:08 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-fazer-uma-configuracao-basica-de-postfix-no-centos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Ok, então você administra uma rede, e instalou um serviço de monitoração para acompanhar a atividade e desempenho da sua rede, tipo o Nagios ou Zabbix. Agora você gostaria de receber e-mails com os alertas sobre o que está ocorrendo na rede. Siga os passos abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;h1 id=&#34;1-instalando-o-postfix&#34;&gt;1. Instalando o Postfix&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-fallback&#34; data-lang=&#34;fallback&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;[root@ricardo ~\]# chkconfig –level 345 postfix on  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;[root@ricardo ~\]# /etc/init.d/postfix start  
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;[root@ricardo ~\]# yum remove sendmail
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id=&#34;2-realizando-a-configuração-básica-do-postfix&#34;&gt;2. Realizando a configuração básica do Postfix&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;o&#34;&gt;[&lt;/span&gt;root@ricardo ~&lt;span class=&#34;se&#34;&gt;\]&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;c1&#34;&gt;# vi /etc/postfix/main.cf&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Altere as seguintes linhas:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalando os adicionais para convidado (Guest Additions) na VM CentOS 6.2 do Virtualbox</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/instalando-os-adicionais-para-convidado-guest-additions-na-vm-centos-6-2-do-virtualbox/</link>
      <pubDate>Mon, 04 Jun 2012 14:35:42 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/instalando-os-adicionais-para-convidado-guest-additions-na-vm-centos-6-2-do-virtualbox/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste artigo demostro como instalar o Guest Additions no CentoS 6.2. Pode ser bastante útil se você tentou instalar e encontrou a mensagem de erro abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;/tmp/vbox.0/Makefile.include.header:97: *** Error: unable to find the sources of your current Linux kernel. Specify KERN_DIR=&lt;directory&gt; and run Make again.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Os adicionais para convidado, também conhecidos como guest additions, são um conjunto de dispositivos de drivers e aplicativos de sistema que otimizam o sistema operacional convidado (guest) para um melhor desempenho e usabilidade.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Viver ou juntar dinheiro?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/viver-ou-juntar-dinheiro/</link>
      <pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:57:14 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/viver-ou-juntar-dinheiro/</guid>
      <description>&lt;p&gt;{: .notice&amp;ndash;info}* Texto enviado a Max Gehringer na Rádio CBN.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os mais velhos, que eram mais sábios, agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Porque certificar-se em TI?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/porque-certificar-se-em-ti/</link>
      <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 12:01:11 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/porque-certificar-se-em-ti/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você parou para ler este texto eu suponho que:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Deseja obter uma certificação&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Está tentando entender por que se fala tanto em certificação&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Já tem esta certificação e está tentando obter um nível mais elevado&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Resolví escrever este texto depois de uma conversa na faculdade. Notei que ainda existe muita gente muito perdida neste mercado das certificações, então vou basear o texto em cima de opiniões pessoais e em estudos feitos na internet sobre o assunto.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Criando um Dual Boot entre Windows 7 e Windows 8 usando VHD</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/criando-um-dual-boot-entre-windows7-e-windows8-usando-vhd/</link>
      <pubDate>Tue, 11 Oct 2011 17:18:14 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/criando-um-dual-boot-entre-windows7-e-windows8-usando-vhd/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste post vou mostrar como instalar o Windows 8 em um VHD. Usando esse método, você poderá escolher inicializar o computador ecom o seu atual Windows 7 ou com o novo Windows 8, sem necessidade de reinstalar programas, refazer suas configurações e etc no seu Windows 7.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, como o Windows 8 ainda é beta, não é recomendável substituir radicalmente por ele, pois pode ser que muitos dos seus programas ainda sejam incompatíveis com ele. É um método recomandado apenas para você conhecer e descobrir as novas funcionalidades do novo sistema operacional da Microsoft.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como corrigir o erro “Problem with MergeList /var/lib/apt/lists” no Ubuntu 11.04</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-corrigir-o-erro-problem-with-mergelist-varlibaptlists-no-ubuntu-11-04/</link>
      <pubDate>Sat, 10 Sep 2011 08:22:15 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-corrigir-o-erro-problem-with-mergelist-varlibaptlists-no-ubuntu-11-04/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você estiver usando o gerenciador de pacotes ou tentando instalar algum problema pelo terminal, pode aparecer a seguinte mensagem de erro:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E:Encountered a section with no Package: header,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E:Problem with MergeList /var/lib/apt/lists /br.archive.ubuntu.com\ubuntu\dists\natty\main\binary-i386\Packages,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E:The package lists or status file could not be parsed or opened.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto irá impossibilitar a instalacão ou atualizacão de qualquer aplicativo no Ubuntu 11.04, no entanto, é fácil resolver este problema,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No terminal, rode os seguintes comandos:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Liberar instalação de fontes pelos usuários no Windows 7</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/liberar-instalacao-de-fontes-pelos-usuarios-no-windows-7/</link>
      <pubDate>Tue, 12 Apr 2011 20:31:12 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/liberar-instalacao-de-fontes-pelos-usuarios-no-windows-7/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Aqui no trabalho, dentre outras atividades, trabalhamos dando suporte e criando soluções para profissionais de criação. Sabe este povo criativo que usa Photoshop, 3DMax, After Effects? É uma tarefa divertida e ótima para tornar uma pessoa cartesiana em algo muito mais prático! Não que eu seja cartesiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o upgrade para o Windows 7, ganhamos um problema. É que este pessoal criativo, volta e meia precisa instalar novas fontes no Windows. O que antigamente, no Windows XP era simples, bastava que concedesse-mos permissões de Modificar para o grupo de usuários respectivo e eles mesmo instalavam as fontes sem a necessidade de nossa intervenção.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Exluir arquivos com mais de X dias de idade</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/exluir-arquivos-com-mais-de-x-dias-de-idade/</link>
      <pubDate>Fri, 01 Apr 2011 20:44:58 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/exluir-arquivos-com-mais-de-x-dias-de-idade/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Todos nós, administradores de sistema, temos problemas com arquivos de log lotando o disco rígido. Mas agora você vai poder determinar que os arquivos com mais de X dias sejam deletados do seu sistema de forma simples.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou falando de uma ferramenta simples e gratuita da Microsoft, incluída em algumas versões do Windows chamada “Forfiles”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Forfiles irá executar comandos em arquivos e pastas que correspontam à determinados critérios. Ele permite que você defina curingas, escolha apenas pastas, apenas arquivos, e o mais importante é que ele permite que você especifique algo como “Eu só quero os arquivos que tem mais de um dia de idade”&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O que diferencia um bom currículo em TI?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-que-diferencia-um-bom-curriculo-em-ti/</link>
      <pubDate>Wed, 16 Mar 2011 22:56:48 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-que-diferencia-um-bom-curriculo-em-ti/</guid>
      <description>&lt;div&gt;Empresas de recrutamento e outros especialistas em carreira costumam ter na ponta da língua uma lista de conselhos de como preparar um bom currículo, especialmente para diferenciar-se da concorrência. A intenção é válida, mas o problema nesses casos está no fato de que nem sempre os conselhos se aplicam aos profissionais de TI e à natureza do trabalho do setor, analisa a gerente da Sapphire Technologies – empresa de recrutamento na área de tecnologia da informação –, Shana Westerman.
&lt;p&gt;A especialista avalia que os currículos de TI se diferenciam de outros segmentos porque os profissionais precisam comunicar uma série de conhecimentos, técnicos e operacionais. “Como a tecnologia muda muito rapidamente e o trabalho em TI é bastante baseado em projetos, apresentações genéricas podem acabar sendo um ‘desserviço’ para o profissional”, alerta Shana.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Proteja seu pendrive</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/proteja-seu-pendrive/</link>
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:04:44 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/proteja-seu-pendrive/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Outro bizu interessante que encontrei no &lt;a href=&#34;http://www.mentebinaria.com.br/&#34;&gt;MenteBinária&lt;/a&gt;. Trata-se de um pequeno utilitário criado em VBScript para proteger seu pendrive contra vírus, worms e outras pragas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2011/01/usbforce.png&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2011/01/usbforce.png&#34; title=&#34;usbforce&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recursos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Não precisa de instalação.&lt;br&gt;
– Desabilita auto-reprodução em unidades removíves, com excessão de CDs e DVDs.&lt;br&gt;
– Antivírus integrado que detecta e remove indícios de vírus em mídias removíveis.&lt;br&gt;
– Log detalhado de ações.&lt;br&gt;
– Checagem por novas versões automática, pela web.&lt;br&gt;
– Permite voltar a qualquer momento para o estado anterior do sistema (sem a proteção do USBForce instalada).&lt;br&gt;
– Software livre, licenciado sob a GPL.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Servidor de máquinas virtuais com Linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/servidor-de-maquinas-virtuais-com-linux/</link>
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2011 12:56:25 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/servidor-de-maquinas-virtuais-com-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Essa dica é do Fernando Mercês do &lt;a href=&#34;http://www.mentebinaria.com.br/&#34;&gt;MenteBinária&lt;/a&gt;, um site bem interessante que encontrei na lista de pessoas que estão ajudando a promover o &lt;a href=&#34;http://hacknrio.org/&#34;&gt;Hack’n Rio&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abaixo o primeiro parágrafo do post original. O restante você pode acompanhar no site do autor.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;A virtualização tornou-se indispensável em ambientes de testes e é emprega em ambientes de produção, principalmente para servidores virtuais, segurança e outras áreas. Neste artigo vamos ver como criar um servidor de máquinas virtuais, uma máquina dedicada com o Debian GNU/Linux que armazenará todas as máquinas virtuais e terá um servidor que poderá receber conexões de qualquer máquina da rede para que os usuários compartilhem as máquinas virtuais existentes. Este tipo de servidor é muito útil em ambientes de testes, para o departamento técnico, para testes pré-venda ou mesmo para conhecer alguns produtos. E o melhor: o custo do projeto é zero! São usados somente softwares gratuitos com o um sistema operacional 100% GNU (open source).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Material 70-680 e 70-685</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/material-70-680-e-70-685/</link>
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2011 12:11:58 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/material-70-680-e-70-685/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Pra quem anda se preparando para as provas 70-680 e 70-685, segue uma ótima notícia. Pra quem não sabe a CBT Nuggets vende diversas vídeo aulas, com material para diversos exames de certificação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu dei uma procurada por material do CBT Nuggets para as provas 70-680 e 70-685 e encontrei o mesmo material contido em:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MCITP: Microsoft Windows 7, Enterprise Desktop Support Technician&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://www.cbtnuggets.com/series?id=1067&#34;&gt;http://www.cbtnuggets.com/series?id=1067&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos seguintes links:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;70-680:&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://shytex.net/video-training/cbt-nuggets-microsoft-70680-windows-7-configuration.html&#34;&gt;http://shytex.net/video-training/cbt-nuggets-microsoft-70680-windows-7-configuration.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;70-685:&lt;br&gt;
&lt;a href=&#34;http://www.netbks.info/operating-system/pro-windows-7-enterprise-desktop-support-technician_40913.html&#34;&gt;http://www.netbks.info/operating-system/pro-windows-7-enterprise-desktop-support-technician_40913.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não perca tempo! Faça o download, estude e pode marcar a prova tranquilo!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Treinamento Citrix CCSP 2011 gratuito</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/treinamento-citrix-ccsp-2011-gratuito/</link>
      <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 13:04:32 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/treinamento-citrix-ccsp-2011-gratuito/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Está disponível no link &lt;a href=&#34;http://www.citrix.com/ccsp&#34;&gt;www.citrix.com/ccsp&lt;/a&gt; o treinamento CCSP 2011 gratuito. Basta acessar o link, fazer o cadastro e assistir as aulas.&lt;br&gt;
Abaixo os módulos do treinamento:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CSP-004-1W CCSP 2011: Citrix Virtual Computing&lt;br&gt;
CSP-005-1W CCSP 2011: Citrix Desktop Virtualization Solutions&lt;br&gt;
CSP-006-1W CCSP 2011: Citrix Server Virtualization Solutions&lt;br&gt;
CSP-007-1W CCSP 2011: Citrix Application Networking Solutions&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está esperando o quê ? Confira!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como instalar o WordPress no Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-wordpress-no-windows/</link>
      <pubDate>Wed, 05 Jan 2011 11:38:28 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-wordpress-no-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Aproveitando o post de ontem sobre como instalar o PHP no Windows, resolvi testar e fazer um post com o passo-a-passo para instalar o WordPress no Windows.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiro faça o download do Microsoft Web Platform Installer 2.0 em &lt;a href=&#34;http://www.microsoft.com/web/downloads/platform.aspx&#34;&gt;http://www.microsoft.com/web/downloads/platform.aspx&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao executar, será exibida a tela abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Clique nas imagens para ampliar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2011/01/1.png&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2011/01/1.png&#34; title=&#34;1&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de alguns instantes, o conteúdo será carregado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2.png&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2.png&#34; title=&#34;2&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como podem notar, é possível realizar a instalação de diversas ferramentas para blogs, comércio eletrônico, fóruns e wikis, como WordPress, Joomla, Moodle, PhpBB, Drupal, etc. No caso, escolha o Wordpress.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como instalar o PHP no Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-php-no-windows/</link>
      <pubDate>Tue, 04 Jan 2011 21:27:03 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-instalar-o-php-no-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá pessoas!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje estive visitando o blog do Igor Humberto e encontrei uma dica bastante interessante: Como instalar o PHP no Windows.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para aqueles que ainda acreditam que instalar PHP no Windows Seja uma tarefa complicada, fica a informação de que isso já aconteceu algum dia. Depois que lançaram o Windows Platform Installer (para informações e download, clique &lt;a href=&#34;http://www.microsoft.com/web/downloads/platform.aspx&#34;&gt;aqui&lt;/a&gt;) essa tarefa tornou-se bastante simples. Com alguns cliques tudo o que é necessário para rodar o PHP no seu sistema (entre outras coisas tais como Joomla e WordPress, por exemplo) será instalado. Não precisa nem saber como colocar o IIS no computador, pois a aplicação já faz tudo isso para você, adicionando apenas os componentes de servidor necessários para isso.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Atraindo talentos da Geração Y para sua empresa</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/atraindo-talentos-da-geracao-y-para-sua-empresa/</link>
      <pubDate>Thu, 30 Dec 2010 12:01:57 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/atraindo-talentos-da-geracao-y-para-sua-empresa/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje eu visitei o site de um xará… Seu nome? Ricardo Martins. Isso mesmo! Ele é desenvolvedor e trabalha com desenvolvimento web e seo. O cara parece ser legal e o site dele é muito interessante, confira em &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.info&#34;&gt;http://ricardomartins.info&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lá eu lí um texto, que gostei bastante então vou transcrever aqui. Esse texto, ele retirou de um e-mail do &lt;a href=&#34;http://www.bizrevolution.com.br/participe.html&#34;&gt;Quebra-Tudo&lt;/a&gt;, um newsletter periódico da &lt;a href=&#34;http://www.bizrevolution.com.br/&#34;&gt;Biz Revolution&lt;/a&gt; – outro site que eu não conhecia e gostei bastante.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Material de estudo e certificação</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/2327/</link>
      <pubDate>Thu, 30 Dec 2010 10:41:46 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/2327/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje eu descobrí dois sites bem bacanas para download de material relacionado à estudos e certificação, além de centenas de livros para download. Se você se interessa pelo assunto, vale a pena conferir. Acesse: &lt;a href=&#34;http://www.netbks.info/&#34;&gt;http://www.netbks.info/&lt;/a&gt; e &lt;a href=&#34;http://shytex.net/&#34;&gt;http://shytex.net/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Crie e teste suas expressões regulares online!</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/crie-e-teste-suas-expressoes-regulares-online/</link>
      <pubDate>Wed, 29 Dec 2010 12:31:21 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/crie-e-teste-suas-expressoes-regulares-online/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/12/regular-expressions.png&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/12/regular-expressions.png&#34; title=&#34;regular-expressions&#34;&gt;&lt;/a&gt;As expressões regulares são uma daquelas coisas que são incrivelmente poderosas … se você souber como usá-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elas tomam um pouco de tempo até você aprender os meandros de como elas funcionam, mas quando você pega o jeito, quase sempre há alguma variação que pode ser usada em linguagens de programação diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem alguns programas que tentam dar uma mão na criação de expressões regulares, mas geralmente são pagos. O RegExr está tentando resolver esse problema. É um software para criar expressões regulares gratuito e on-line, que mostra os resultados de sua expressão regular em tempo real.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Você é um nerd?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/voce-e-um-nerd/</link>
      <pubDate>Fri, 17 Dec 2010 22:39:36 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/voce-e-um-nerd/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje estive lendo o blog do &lt;a href=&#34;http://anahuac.biz/&#34;&gt;Anahuac&lt;/a&gt; e encontrei um “nerdômetro”. Resolví fazer o teste. Veja abaixo o meu resultado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.nerdtests.com/ft_nq.php&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;I am nerdier than 99% of all people. Are you a nerd? Click here to take the Nerd Test, get nerdy images and jokes, and talk on the nerd forum!&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://www.nerdtests.com/images/ft/nq/b1ccbdb62e.gif&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confesso que não imaginei que fosse tanto…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique e descubra você também seu nível de nerdice…rsrs&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como configurar GPO para o Firefox</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-configurar-gpo-para-o-firefox/</link>
      <pubDate>Mon, 13 Dec 2010 14:42:59 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-configurar-gpo-para-o-firefox/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esses dias recebí um pedido inusitado: O cliente queria uma configuração de GPO no seu servidor, que impedisse os usuários de usar o recurso de salvar senha em formulários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fui eu para minhas máquinas virtuais realizar testes. No Internet Explorer, é facil, o problema maior foi configurar no Firefox, visto que não possui integração nenhuma com o Windows.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para organizar melhor o post, vamos dividir em partes. Uma mostrando como configurar no Internet Explorer, e mais abaixo, como configurar no Firefox.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Guia Essencial para a implantação do Windows 7</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/guia-essencial-para-a-implantacao-do-windows-7/</link>
      <pubDate>Fri, 26 Nov 2010 08:41:44 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/guia-essencial-para-a-implantacao-do-windows-7/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Há um grande eBook que acaba de ser lançado no site da Microsoft que dá uma boa visão de muitas das tecnologias e conceitos que você precisa para considerar e se basear para quando você começar a trabalhar na implantação do Windows 7, e a melhor coisa é que o eBook é grátis!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eBook_thumb.jpg&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eBook_thumb.jpg&#34; title=&#34;eBook_thumb&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele abrange uma série de temas, incluindo alguns muito comuns que as pessoas costumam ter problemas, e como você pode ver na tabela abaixo, o escopo do livro é surpreendentemente amplo:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Finalmente, 5 Estrelas de Windows 7</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/finalmente-5-estrelas-de-windows-7/</link>
      <pubDate>Fri, 19 Nov 2010 14:55:00 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/finalmente-5-estrelas-de-windows-7/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Finalmente, após completar quase 1 ano finalmente foi publicado o novo “5 estrelas” (não é mais esse nome) de Windows 7 – preparatório para o exame 70-680. Este é o primeiro conteúdo que vai fazer parte do projeto Learning Hub e que todos os novos conteúdos de capacitação seguirão o formato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O link é &lt;a href=&#34;http://technet.microsoft.com/pt-br/gg263360.aspx&#34;&gt;http://technet.microsoft.com/pt-br/gg263360.aspx&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveitando uma ótima noticia: Este conteúdo já está sendo divulgado para a Fundação Bradesco, e será no e-learning que eles oferecem para capacitar profissionais no mercado.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Entenda as novas certificações Microsoft</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/entenda-as-novas-certificacoes-microsoft/</link>
      <pubDate>Tue, 02 Nov 2010 04:22:52 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/entenda-as-novas-certificacoes-microsoft/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Muita gente ainda se confunde quando o assunto é as novas &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;certificações&lt;/span&gt; da &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;Microsoft&lt;/span&gt;. Fiz um resumo abaixo de como elas funcionam e espero que seja útil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em suma, hoje existe o &lt;strong&gt;Microsoft Certified Tecnology Specialist&lt;/strong&gt; – que é certificado em produtos Microsoft, o &lt;strong&gt;Microsoft Certified IT Professional&lt;/strong&gt; – que é possui uma série de certificados em produtos e então adquire uma certificação mais avançada denominada de IT Professional, o &lt;strong&gt;Microsoft Certified Professional Developer&lt;/strong&gt; – que são certificações voltadas para desenvolvimento em ambientes Microsoft, e o &lt;strong&gt;Microsoft Certified Architect&lt;/strong&gt; que é “o cara” que vai ser o arquiteto de tecnologia de uma empresa e irá designar os produtos, tecnologias e sistemas utilizados em uma estrutura empresarial.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Proteja seus filhos também na internet</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/proteja-seus-filhos-tambem-na-internet/</link>
      <pubDate>Sat, 30 Oct 2010 18:49:15 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/proteja-seus-filhos-tambem-na-internet/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/10/iconsafety.png&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/10/iconsafety.png&#34; title=&#34;iconsafety&#34;&gt;&lt;/a&gt;Hoje tive a curiosidade de instalar o “Windows Live &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;Proteção&lt;/span&gt; Para a Família” e achei uma ferramenta sensacional!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com ele você consegue gerenciar quais usuários da máquina terão a filtragem de sites habilitada, qual tipo de filtragem será definida, quais usuários irão gerar um relatório de &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;sites&lt;/span&gt; acessados que serão enviados para o usuário definido como “adminsitrador” por e-mail, gerenciamento de contatos do MSN Messenger, enfim, é uma ferramenta completa para monitorar o uso da internet em sua casa.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalação do DokuWiki</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/instalacao-do-dokuwiki/</link>
      <pubDate>Sat, 30 Oct 2010 09:56:06 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/instalacao-do-dokuwiki/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/2010/10/30/instalacao-do-dokuwiki/dokuwiki-128/&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/10/dokuwiki-128.png&#34; title=&#34;dokuwiki-128&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente aqui no trabalho tivemos a necessidade de montar um &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;sistema&lt;/span&gt; para centralizar nossa documentação. Algo no estilo Wiki, onde todos pudessem alterar o conteúdo sempre que fosse necessário, e também que tivesse uma interface simples.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisando na &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;Internet&lt;/span&gt;, encontrei o DokuWiki – &lt;a href=&#34;http://www.dokuwiki.org/&#34;&gt;http://www.dokuwiki.org/&lt;/a&gt;. É bem interessante e foi o que escolhemos. Abaixo um tutorial de instalação do mesmo no &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;CentOS&lt;/span&gt; 5.5 que eu criei.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=&#34;1--instalar-o-centos-55-com-as-opções-default&#34;&gt;&lt;strong&gt;1- Instalar o CentOs 5.5 com as opções default.&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A instalação padrão já contempla o Apache. Basta configurar a inicialização do mesmo durante o boot com o comando abaixo:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Comprar no Ebay? Sim, porque não?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/comprar-no-ebay-sim-porque-nao/</link>
      <pubDate>Tue, 21 Sep 2010 22:40:12 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/comprar-no-ebay-sim-porque-nao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Como alguns já sabem, eu sou fã da &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;Dell&lt;/span&gt; e tenho um &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;notebook&lt;/span&gt; Inspiron 1525 há cerca de 2 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em todo este tempo, nunca tive nenhum problema com ele, exceto o citado &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/2008/12/17/relato-sobre-o-suporte-dell/%20&#34;&gt;aqui&lt;/a&gt;, que na verdade não era um problema e sim um detalhe característico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, há cerca de 2 meses meu notebook começou a apresentar falha na &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;bateria&lt;/span&gt; e informações do sistema operacional sugerindo a substituição da mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De fato ela não estava durando mais de 30 minutos, então comecei a pensar em substituir.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sem tempo pra frequentar faculdade? Conheça o CEDERJ</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sem-tempo-pra-frequentar-faculdade-conheca-o-cederj/</link>
      <pubDate>Tue, 21 Sep 2010 20:27:45 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sem-tempo-pra-frequentar-faculdade-conheca-o-cederj/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Na área de&lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;TI&lt;/span&gt;, é comum encontrar profissionais com grande conhecimento e experiência no entanto sem um diploma. Infelizmente, isto acaba criando uma barreira para oportunidades em grandes empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sei bem o que é isso, pois durante muito tempo trabalhei em regime de escalas, onde precisava trabalhar um mês em um horário, outro mês em outro horário, outro mês de madrugada, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje eu faço &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;faculdade&lt;/span&gt; à distância pelo CEDERJ. O meu &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;curso&lt;/span&gt; é de Tecnólogo em Sistemas de Computação, coordenado pela Universidade Federal Fluminense. Assim consegui resolver o meu problema, pois não preciso frequentar as aulas. Estudo em casa e vou ao Polo apenas fazer provas e entregar trabalhos.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Windows XP Mode no Windows 7</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/windows-xp-mode-no-windows-7/</link>
      <pubDate>Tue, 14 Sep 2010 23:07:56 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/windows-xp-mode-no-windows-7/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Muito se lê e ouve falar na &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;internet&lt;/span&gt;sobre o &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;Windows XP&lt;/span&gt; Mode, mas a verdade é que até hoje ainda não tinha encontrado nenhuma informação clara à respeito. Muita gente fala um monte de coisa sem dizer nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até que hoje vasculhando o site da &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;Microsoft&lt;/span&gt;, encontrei um vídeo (com tradução em português e legenda) que eu gostei bastante. Explica de forma simples e objetiva o funcionamento do XP Mode.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja, com certeza você também vai gostar:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>RSync para Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/rsync-para-windows/</link>
      <pubDate>Tue, 07 Sep 2010 18:34:32 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/rsync-para-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Eu gostei tanto de mecher no &lt;a href=&#34;http://www.autoitscript.com/&#34;&gt;AutoIt&lt;/a&gt;, que depois do programinha de &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/2010/09/07/assistencia-remota-sem-convites/&#34;&gt;Assitência Remota sem convites&lt;/a&gt;, criei um outro, para sincronizar os dados do meu pendrive com minha máquina. Dei o nome de RSyncWin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele funciona como o &lt;a href=&#34;http://pt.wikipedia.org/wiki/Rsync&#34;&gt;RSync&lt;/a&gt;. No caso, ao executá-lo, pede para você informar o diretório de origem e depois o diretório de destino. Não precisa ser um diretório, se preciso, pode especificar a letra destinada ao seu pendrive, por exemplo, F: como diretório de origem e uma pasta na sua máquina como diretório destino, por exemplo, D:PenBackup.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Assistência Remota sem convites</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/assistencia-remota-sem-convites/</link>
      <pubDate>Tue, 07 Sep 2010 18:19:10 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/assistencia-remota-sem-convites/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esses dias precisei elaborar uma &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;solução&lt;/span&gt; de compartilhamento de &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;desktop&lt;/span&gt; entre usuários que fosse de utilização simples. Inicialmente pensei em procurar na Internet algum&lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;programa&lt;/span&gt; específico, porém me lembrei da Assitência Remota, um recurso nativo do Windows, que muitos desconhecem/confundem com a Área de Trabalho Remota.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora ambos utilizem o protocolo RDP, porta 3389, o escopo de utilização é bem diferente. A Assistência Remota, permite que você realmente preste assistência remota ao usuário, permitindo &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;chat&lt;/span&gt;, envio de arquivos, interação com a área de &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;trabalho&lt;/span&gt;, etc. Além disto, o usuário consegue ver tudo o que você está fazendo na máquina dele, e precisa lhe dar permissão para isto.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como converter arquivo .exe em .msi</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-converter-arquivo-exe-em-msi/</link>
      <pubDate>Wed, 25 Aug 2010 23:10:04 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-converter-arquivo-exe-em-msi/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje precisei converter um arquivo .exe em .msi para realizar testes de instalação via GPO.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nunca tinha feito isto, apenas tinha ouvido falar de um método usando um utilitário contido no &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;CD&lt;/span&gt; de instalação do Windows 2000.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiz uma pesquisa no Google e encontrei o “Como fazer” utilizando este método no Baboo. Realmente parece interessante. Pensei em fazer usando uma máquina virtual no Virtual PC, pois em suma, o procedimento consiste em pegar uma máquina limpa, instalar o utilitário e gerar uma “imagem” do sistema limpa. Em seguida instalar o programa que deseja criar o pacote .msi à partir do arquivo .exe.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como bloquear pendrive definitivamente</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-pendrive-definitivamente/</link>
      <pubDate>Fri, 20 Aug 2010 23:52:19 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-pendrive-definitivamente/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Recentemente, fiz um post aqui citando um programa para fazer o bloqueio/desbloqueio de pendrives. Este post você pode conferir aqui: &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-pendrive/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-pendrive/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje descobri que este programa tem um problema que é o seguinte: Ele só funciona, fazendo o bloqueio do pendrive, caso o pendrive já tenha sido plugado na máquina antes. Caso seja um pendrive novo, ele não funciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso mesmo! Se você pegar um pendrive que nunca tenha sido ligado na máquina onde tenha utilizado o software para bloquear, ele é reconhecido normalmente.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>VMLite: Alternativa para o Windows XP Mode do Windows 7</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/vmlite-alternativa-para-o-windows-xp-mode-do-windows-7/</link>
      <pubDate>Wed, 18 Aug 2010 22:06:58 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/vmlite-alternativa-para-o-windows-xp-mode-do-windows-7/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;Windows&lt;/span&gt; 7 tem muitas características novas, das quais um recurso muito interessante é o Windows XP Mode, que permite rodar o Windows XP em seu Windows 7. No entanto, para utilizar o Windows XP Mode você deve ter o Windows 7 Professional ou Ultimate e o computador deve ter suporte à virtualização à nível de hardware.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devido aos requisitos acima muitos usuários não são capazes de utilizar o Windows XP Mode. Aqui está o &lt;a href=&#34;http://www.vmlite.com&#34;&gt;VMLite&lt;/a&gt;, uma alternativa para o Windows XP Mode.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Download do disco de restauração do Windows 7</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/download-do-disco-de-restauracao-do-windows-7/</link>
      <pubDate>Wed, 18 Aug 2010 21:48:24 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/download-do-disco-de-restauracao-do-windows-7/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Windows-7-System-Recovery-Disc.png&#34; title=&#34;Windows-7-System-Recovery-Disc&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maioria dos usuários estão impressionados com o mais recente sistema operacional Microsoft Windows 7 graças ao &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;marketing&lt;/span&gt; agressivo da Microsoft.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente, a maioria dos fabricantes de &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;computadores&lt;/span&gt; não fornecem o &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;DVD&lt;/span&gt; de instalação do Windows 7. Ao invés disto, eles disponibilizam o que eles chamam de “disco de recuperação”, que nada mais é que uma imagem da instalação padrão de fábrica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem o disco de instalação seria impossível você recuperar uma instalação do Windows 7, e o jeito acaba sendo restaurar a imagem contida no “disco de recuperação”.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Você conhece o Windows Steady State?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/voce-conhece-o-windows-steady-state/</link>
      <pubDate>Tue, 17 Aug 2010 13:34:19 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/voce-conhece-o-windows-steady-state/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Vou compartilhar com vocês um utilitário gratuito da Microsoft, que é uma mão na roda para adminsitradortes de &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;redes&lt;/span&gt;. Estou falando do Windows Steady State, um utilitário para configurar restrições, similares à GPO’s de domínio, em estações clientes. Eu utilizo em vários clientes e recomendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, o Windows SteadyState já está na versão 2.5. Ele é um aplicativo se propõe a manter intacto o &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;sistema operacional&lt;/span&gt; e suas respectivas configurações livres dos dedos “fuçadores” dos usuários. Seja em uma empresa ou em um internet café com grande volume de clientes que utilize a linha de produtos Microsoft.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Monte arquivos ISO, ZIP e CFS como pastas virtuais</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/monte-arquivos-iso-zip-e-cfs-como-pastas-virtuais/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Aug 2010 21:48:58 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/monte-arquivos-iso-zip-e-cfs-como-pastas-virtuais/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você é um “Hard User” de Internet, já sabe do que estou falando e está bem acostumado com arquivos ISO.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Geralmente você precisa usar programas como Alcohol , Iso Hunter, 7Zip, etc,etc,etc para abrir arquivos com estas extensões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe uma ferramenta que permite que você monte esses arquivos como pastas virtuais com apenas um clique. E o melhor de tudo é que é livre para uso comercial ou residencial. Com ele voce pode acessar os arquivos sem ter que extraí-los.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como bloquear pendrive</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-pendrive/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Aug 2010 21:18:38 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-pendrive/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Há algum tempo atrás eu mostrei aqui no blog um método para bloquear pendrives e discos USB. Na época cheguei a colocar no título do post a descrição dizendo que era um método fácil, fácil…&lt;br&gt;
Este post você pode conferir aqui: &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-pendrives-no-windows-facil-facil/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-pendrives-no-windows-facil-facil/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realmente é uma forma simples, porém requer certo esforço administrativo. Recentemente eu descobrí um utilitário que torna a tarefa mais simples ainda. Ele faz a mesma coisa citada no post linkado acima, porém você só precisa de um clique para ele bloquear (fazendo todo o procedimento de remover permissões dos arquivos usbstor.inf, usbstor.pnf e usbstor.sys e a alteração no registro) e outro clique para desbloquear.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Menu Iniciar Clássico no Windows 7</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/menu-iniciar-classico-no-windows-7/</link>
      <pubDate>Wed, 11 Aug 2010 23:40:01 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/menu-iniciar-classico-no-windows-7/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Eu sempre critiquei o novo menu iniciar do Windows 7. Cheguei a procurar algumas maneiras de deixá-lo no modo clássico no entanto ainda não havia descoberto uma forma de fazê-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até que depois acabei me acostumando. E depois de ter me acostumado acabei encontrando um projeto open source chamado Classic Chell, que permite utilizar o menu iniciar clássico no Windows 7.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode encontrá-lo aqui: &lt;a href=&#34;http://classicshell.sourceforge.net/&#34;&gt;http://classicshell.sourceforge.net/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muito simples de instalar, basta executar o setup e conferir as modificações no menu. Ele também possui alguns temas que você pode usar se preferir.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Utilitário gratuito para backup de drivers</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/utilitario-gratuito-para-backup-de-drivers/</link>
      <pubDate>Wed, 11 Aug 2010 23:29:17 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/utilitario-gratuito-para-backup-de-drivers/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você já teve que reinstalar uma máquina que você não tinha o cd com os drivers, sabe a dor de cabeça que é para sair procurando drivers pela internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu encontrei uma ferramenta gratuita chamada “Driver Backup”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele permite que você backup todos os seus drivers atuais, e até mesmo gerar um script de instalação que você pode executar para instalá-los automaticamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faça o download em &lt;a href=&#34;http://sourceforge.net/projects/drvback/&#34;&gt;http://sourceforge.net/projects/drvback/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu havia pensado em fazer um tutorial mostrando o passo-a-passo mas é tão intuitivo que não vale a pena o trabalho. Com certeza você não terá problemas para descobrr como fazer.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Site para técnicos e sysadmins</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/site-para-tecnicos-e-sysadmins/</link>
      <pubDate>Thu, 05 Aug 2010 22:40:05 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/site-para-tecnicos-e-sysadmins/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você é técnico em informática ou administra alguma rede ou sistema, com certeza precisa conhecer o site abaixo… Você vai se identificar com centenas de situações do dia-a-dia…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira: &lt;a href=&#34;http://www.vidadesuporte.com.br&#34;&gt;http://www.vidadesuporte.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O que eu levo na minha mochila de trabalho</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-que-eu-levo-na-minha-mochila-de-trabalho/</link>
      <pubDate>Thu, 22 Jul 2010 23:01:03 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-que-eu-levo-na-minha-mochila-de-trabalho/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Pessoal,&lt;br&gt;
Seguindo a iniciativa do Efetividade.Net, estou participando da promoção: &lt;a href=&#34;http://www.efetividade.net/2010/07/19/promocao-mochilas/&#34;&gt;“O que você carrega na sua mochila ou bolsa de trabalho?”&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abaixo está a foto para participar da promoção com tudo o que levo em minha mochila. Para ver a descrição dos ítens, basta clicar na foque será aberta no Flickr com as descrições. Se preferir, mais abaixo, também listei os ítens&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.flickr.com/photos/rmartins/4819852146/&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;Minha Mochila 1&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://farm5.static.flickr.com/4094/4819852146_ae90f96fcc.jpg&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começando da esquerda para a direita:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ebooks Gratuito Microsoft Presss</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/ebooks-gratuito-microsoft-presss/</link>
      <pubDate>Wed, 23 Jun 2010 03:32:18 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/ebooks-gratuito-microsoft-presss/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Pessoal,&lt;br&gt;
Abaixo alguns e-books disponibilizados gratuitamente pela Microsoft Press&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2009/10/16/free-e-book-deploying-windows-7-essential-guidance.aspx&#34;&gt;Free ebook: Deploying Windows 7, Essential Guidance&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2009/10/20/free-ebook-introducing-windows-server-2008-r2.aspx&#34;&gt;Free ebook: Introducing Windows Server 2008 R2&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2009/10/26/free-e-book-windows-7-troubleshooting-tips.aspx&#34;&gt;Free ebook: Windows 7 troubleshooting tips&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/01/20/free-ebook-first-look-microsoft-office-2010.aspx&#34;&gt;Free ebook: First Look Microsoft Office 2010&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/02/16/free-ebook-understanding-microsoft-virtualization-r2-solutions.aspx&#34;&gt;Free ebook: Understanding Microsoft Virtualization Solutions (Second Edition)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/03/03/free-ebook-own-your-future-update-your-skills-with-resources-and-career-ideas-from-microsoft.aspx&#34;&gt;Free ebook: Own Your Future: Update Your Skills with Resources and Career Ideas from Microsoft&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/03/15/free-ebook-programming-windows-phone-7-series-draft-preview.aspx&#34;&gt;Free ebook: Programming Windows Phone 7 Series (DRAFT Preview)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/04/14/free-ebook-introducing-microsoft-sql-server-2008-r2.aspx&#34;&gt;Free ebook: Introducing Microsoft SQL Server 2008 R2&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/05/17/code-for-moving-to-microsoft-visual-studio-2010-draft-ebooks.aspx&#34;&gt;Code for “Moving to Microsoft Visual Studio 2010” DRAFT ebooks&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/03/26/free-ebook-moving-to-microsoft-visual-studio-2010-draft-preview.aspx&#34;&gt;Free ebook: Moving to Microsoft Visual Studio 2010 (DRAFT Preview)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/05/13/free-ebook-moving-to-microsoft-visual-studio-2010-draft-preview-ii.aspx&#34;&gt;Free ebook: Moving to Microsoft Visual Studio 2010 (DRAFT Preview II)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&#34;http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/&#34;&gt;Microsoft Press Blog&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Vou ser papai!</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/vou-ser-papai/</link>
      <pubDate>Wed, 16 Jun 2010 00:28:32 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/vou-ser-papai/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá meus amigos,&lt;br&gt;
Bom este post é só para informar o motivo de este blog estar um pouco desatualizado ultimamente. Eu vou ser papai, então estou na correria e sem muito tempo para escrever artigos aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paralelamente, criei um blog para colocar apenas as notícias dessa nota etapa que estou vivendo. Você pode acompanhar em &lt;a href=&#34;http://engravidamos.wordpress.com&#34;&gt;http://engravidamos.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ricardo.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Pendrive Bootável com Ghost</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/pendrive-bootavel-com-ghost/</link>
      <pubDate>Sun, 16 May 2010 17:11:01 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/pendrive-bootavel-com-ghost/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A idéia deste artigo é mostrar como criar um &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;pendrive&lt;/span&gt; bootável que contenha uma imagem do seu equipamento que permita a realização do auto-restore. Ou seja, basta plugar o pendrive, dar o boot e em 10 minutos seu sistema estará da mesma forma de quando você criou a imagem, automaticamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não vou entrar em detalhes sobre como criar a imagem, visto que é pré-requisito para o que iremos fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este artigo surgiu em uma necessidade que tive de criar este tipo de sistema utilizando DVD’s, com o intuito de criar um sistema de &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;DVD&lt;/span&gt;-Restore, através do Ghost. Depois de uma longa maratona de testes e pesquisas na internet para fazer isto com DVD’s, consegui fazer após encontrar os dois links destacados abaixo. No entanto, depois de algum tempo percebí que utilizar um pendrive seria bem mais simples e desde então eu simplemente não utilizo nem recomendo a utilização de DVD’s para este fim.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como bloquear execução de determinado software no Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-execucao-de-determinado-software-no-windows/</link>
      <pubDate>Tue, 11 May 2010 21:16:10 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-bloquear-execucao-de-determinado-software-no-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Sabemos que em um ambiente em domínio, existem GPO’s que permitem criar “whitelists” ou “blacklists” permitindo ou não a execução de determinados softwares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos criar listas de executáveis permitidos e negados. Porém em um ambiente workgroup, ou até mesmo em uma estação standalone, eu não conhecia uma maneira de fazer isto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até que hoje eu descobrí uma maneira bastante simples de se fazer isto, utilizando um pequeno utilitário chamado &lt;strong&gt;Trust-No-Exe.&lt;/strong&gt; Trabalha como um filtro de executáveis e permite criar listas de executáveis negados e liberados para execução no Windows.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sistemas operacionais 64 bits: Vale a pena?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sistemas-operacionais-64-bits-vale-a-pena/</link>
      <pubDate>Sun, 28 Mar 2010 20:10:21 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sistemas-operacionais-64-bits-vale-a-pena/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Por Alexandre Otto Strube&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje o texto será um pouco menos técnico, mas igualmente prático.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Processadores de 64 bits são hoje uma realidade, e não apenas um sonho de futuro. Mesmo os processadores celeron atuais são capazes de executar sistemas operacionais de 64 bits. Os preços não são mais altos do que os de 32 bits, eles simplesmente os sucederam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coisa semelhante deverá acontecer com os processadores intel pentium 4, que, por serem mais caros, têm uma rotatividade menor, portanto ainda são encontrados em sua maioria em 32 bits no mercado brasileiro ainda.&lt;br&gt;
No lado da AMD, os athlon já são 64 bits há muito tempo. Os processadores da linha Sempron, que são o antigo athlon XP, ainda são de 32 bits. Existem algumas poucas unidades encontráveis no mercado que permitem endereçamento de memória de 64 bits.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Alterar o idioma do Windows 7 e Vista (Qualquer versão)</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/alterar-o-idioma-do-windows-7-e-vista-qualquer-versao/</link>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 23:44:39 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/alterar-o-idioma-do-windows-7-e-vista-qualquer-versao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/03/windows7leak1.jpg&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/03/windows7leak1-300x300.jpg&#34; title=&#34;windows7leak1&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você está querendo saber como fazer para alterar o idioma do seu Windows 7 ou Vista, veio ao lugar correto. Aqui você vai ver que isto é possível pra qualquer versão, seja Starter Edition, Basic, Home, Professional, Ultimate, etc…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um cliente meu comprou um &lt;a href=&#34;http://sledge.boo-box.com/list/page/bGFwdG9wXyMjX2Jhcl8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTUxMjY4OQ==-60&#34;&gt;laptop&lt;/a&gt; na França que veio com o Windows 7 Home Basic. Com isso o idioma do sistema era o Francês, e ele queria que eu instalasse uma versão pirata em português.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Utilizando Windows 7 e rede sem fios como GPS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/utilizando-windows-7-e-rede-sem-fios-como-gps/</link>
      <pubDate>Wed, 03 Mar 2010 19:30:50 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/utilizando-windows-7-e-rede-sem-fios-como-gps/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Aproveitando o assunto anterior sobre redes, wireless e o Windows 7, encontrei no site do Plínio Torres um artigo muito interessante e vou transcrevê-lo aqui. Trata de uma forma de usar o Windows 7 como se fosse um GPS através de redes sem fio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo Windows 7 possui uma plataforma de suporte a sensores, estes usados para ler informações de aparelhos como medidores de temperatura, pressão ou aparelhos de localização, como um GPS físico ligado ao micro.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Tornando seu Windows 7 um access point wireless</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/tornando-seu-windows-7-um-access-point-wireless/</link>
      <pubDate>Wed, 03 Mar 2010 19:25:22 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/tornando-seu-windows-7-um-access-point-wireless/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A Microsoft adicionou algums funcionalidades ao Windows 7 para permitir que uma placa de rede wireless possa ser colocada em modo promíscuo e tornar-se um verdadeiro AP Wireless&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo que andei lendo paresse que isto não funciona em todas as placas de rede wireless. Imagino que o driver e o hardware precisem suportar isto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem duas maneiras de fazer isto:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A primeira seria você usar uma ferramenta gratuita chamada Connectify. (esta é bem mais simples);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A segunda é pelo próprio Windows (leia mais abaixo).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Primeiro método&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Acesso remoto via Team Viewer</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/acesso-remoto-via-team-viewer/</link>
      <pubDate>Thu, 18 Feb 2010 21:13:14 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/acesso-remoto-via-team-viewer/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Recentemente descobrí o&lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;TeamViewer&lt;/span&gt;. Aos poucos fui descobrindo como ele funciona e hoje é o que eu uso para acesso remoto. Uma poderosa ferramenta, que funciona sem ter problemas com firewall’s e etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu descobri o Teamviewer quando passei a trabalhar remotamente para uma das empresas onde faço consultoria e precisei de uma ferramenta rápida para acesso remoto, que não me desse problemas e nem mão de obra tendo que abrir porta em &lt;span class=&#34;bbli&#34;&gt;firewall&lt;/span&gt;. Cheguei a usar diversas ferramentas como próprio Remote Desktop do Windows, CrossLoop, VNC e derivados (TightVNC, RealVNC, UltraVNC…), Logmein, Yugma e por aí vai.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Cuidado com o hábito de procrastinar</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/cuidado-com-o-habito-de-procrastinar/</link>
      <pubDate>Thu, 18 Feb 2010 00:05:01 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/cuidado-com-o-habito-de-procrastinar/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/02/art.sleep_.atwork.gi_-292x180.jpg&#34; title=&#34;art.sleep.atwork.gi&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantas vezes já ocorreu de você deixa alguma coisa pra depois e aoportunidade passar? Quantas idéias você teve, não implementou e, quando se deu conta, elas não teriam mais o mesmo efeito se fossem implementadas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o dicionário Aurélio, procrastinar é “transferir para outro dia; adiar; delongar, demorar”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há pessoas que têm o mau hábito de procrastinar: deixam tudo para depois, não fazem o que têm para fazer na hora em que deve ser feito. Bom, essas pessoas não sabem o que perdem. São avaliadas por outros apenas pelo seu hábito de procrastinar. Vivem dando desculpas do tipo “vou deixar para depois”, “daqui a pouco eu faço”, “farei quando tiver mais tempo”, “não gosto de fazer nada correndo”. É preciso vencer esse hábito dão prejudicial.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>50 mil visitas!</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/50-mil-visitas/</link>
      <pubDate>Wed, 17 Feb 2010 23:39:29 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/50-mil-visitas/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Post comemorativo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acessando as estatísticas do site hoje, fiquei feliz ao ver que em cerca de 1 ano e meio, o site já atingiu cerca de 50 mil visitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agradeço à todos os visitantes, e espero conseguir melhorar ainda mais o conteúdo disponibilizado aqui para atrair cada vez mais visitantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/02/50mil.jpg&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/02/50mil.jpg&#34; title=&#34;50mil&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/02/meses.jpg&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/02/meses.jpg&#34; title=&#34;meses&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Utilizando expressões regulares no comando grep</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/utilizando-expressoes-regulares-no-comando-grep/</link>
      <pubDate>Tue, 16 Feb 2010 19:48:03 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/utilizando-expressoes-regulares-no-comando-grep/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Como faço para usar o comando grep com expressões regulares em sistemas operacionais Linux?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Linux vem com o GNU grep, que suporta expressões regulares estendidas. O GNU grep é o padrão em todos os sistemas Linux. O comando grep é usado para localizar informações armazenadas em qualquer lugar em seu servidor ou estação de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As “expressões regulares” nada mais são que um padrão para fazer uma relação com cada linha de entrada de dados.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Download de artigos sobre Linux, Unix, Bash, Perl, e muito mais</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/download-de-artigos-sobre-linux-em-pdf-para-download-gratuito/</link>
      <pubDate>Tue, 16 Feb 2010 19:08:08 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/download-de-artigos-sobre-linux-em-pdf-para-download-gratuito/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Você é fã do Linux? Gosta de BSD’s, Unixes, progamação em perl, bash, etc? Então não perca tempo! O site Cyberciti está disponibilizando cerca de 1500 tutoriais em PDF sobre os mais diversos temas. Os arquivos são compilados e escritos por Vivek Gite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É uma incrivel coleção de artigos, para todos os tipos de usuários, adminsitradores e curiosos! Acesse &lt;a href=&#34;http://www.cyberciti.biz/tips/nixcraft-faq-pdf-collection-now-available-to-all.html?utm_source=cbzfaq&amp;amp;utm_campaign=green1-dec-06-09&amp;amp;utm_medium=banner&#34;&gt;este link&lt;/a&gt; e confira.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Será que o Linux está ficando muito lento e inchado?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sera-que-o-linux-esta-ficando-muito-lento-e-inchado/</link>
      <pubDate>Thu, 11 Feb 2010 23:03:22 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sera-que-o-linux-esta-ficando-muito-lento-e-inchado/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Linux performance: is Linux becoming just too slow and bloated?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Autor original:&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Mitch Meyran&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
&lt;em&gt;Publicado originalmente no:&lt;/em&gt; &lt;a href=&#34;http://www.freesoftwaremagazine.com/columns/linux_performance_linux_slow_bloated&#34;&gt;&lt;em&gt;freesoftwaremagazine.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;em&gt;Tradução: &lt;a href=&#34;http://www.bechtranslations.com.br/&#34;&gt;Roberto Bechtlufft&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis um aspecto do software livre e de código aberto que está voltando a ser discutido: por anos, prevaleceu a ideia de que um software desse tipo precisava ser leve e elegante para ser considerado pronto para o uso. Mas alguns eventos recentes mostraram que, no caso do kernel do Linux, isso de certa forma deixou de ser verdade: o desempenho vem caindo lenta e regularmente.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Desconto de 50% nas Certificações Microsoft para Estudantes</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/desconto-de-50-nas-certificacoes-microsoft-para-estudantes/</link>
      <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 20:30:10 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/desconto-de-50-nas-certificacoes-microsoft-para-estudantes/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Prometric-Student-Priced-Exams4.jpg&#34;&gt;&lt;img loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Prometric-Student-Priced-Exams4.jpg&#34; title=&#34;Prometric Student Priced Exams[4]&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você sabia? Desde Novembro/2009 a Microsoft está com uma promoção oferecendo 50% de desconto para estudantes em suas provas de certificação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As provas que hoje tem um preço normal de U$ 80,00 vão sair por U$ 40,00 para os estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São dezenas de provas nas categorias Microsoft Certified IT Professional (&lt;strong&gt;MCITP&lt;/strong&gt;), Microsoft Certified Systems Administrator (&lt;strong&gt;MCSA&lt;/strong&gt;), Microsoft Certified Desktop Support Technician (&lt;strong&gt;MCDST&lt;/strong&gt;), Microsoft Certified Applications Developer (&lt;strong&gt;MCAD&lt;/strong&gt;) e Microsoft Certified Technology Specialist (&lt;strong&gt;MCTS&lt;/strong&gt;).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Termine o que começar: use o follow-up</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/termine-o-que-comecar-use-o-follow-up/</link>
      <pubDate>Thu, 21 Jan 2010 23:30:56 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/termine-o-que-comecar-use-o-follow-up/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Por Luiz Marins, no livro: Socorro! Preciso de motivação&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Follow-up significa “acompanhar”, “seguir”. Dar segmento às coisas é uma verdadeira arte que poucas empresas sabem desenvolver. Temos muitas idéias, muitas boas idéias. Começamos a implantar quase todas ao mesmo tempo mas… não cuidamos nem damos seguimento à sua implantação. Em pouco tempo, todas desaparecerão. Não ficará uma sequer pra contar a história.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde o uso do crachá (que é implantado com toda a cerimônia e em pouco tempo é esquecido) até e-mail de cumprimentos de aniversário de clientes, muitas coisas têm início e desaparecem com o passar do tempo por falta de follow-up. Você se lembra das reuniões com sua equipe que você disse que faria todas as segundas-feiras?&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Encontrando drivers para um dispositivo desconhecido</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/encontrando-drivers-para-um-dispositivo-desconhecido/</link>
      <pubDate>Thu, 14 Jan 2010 22:07:36 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/encontrando-drivers-para-um-dispositivo-desconhecido/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A pior coisa depois de um format é a busca por drivers para reinstalação. Geralmente perdemos os cd’s com os drivers, ou nos deparamos com computadores xingue-lingue que nem cd de drivers possui. Realmente isso é desanimador…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu encontrei uma solução excelente para este problema, uma ferramenta gratuita chamada “Unknown Devices”. Baixe em &lt;a href=&#34;http://www.halfdone.com/Development/UnknownDevices/&#34;&gt;Halfdone Development&lt;/a&gt; uma cópia gratuita pra você também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando você baixá-lo, certifique-se de extrair o .exe e o arquivo .zip … e deixá-los na mesma pasta. Eu cometi um erro de pensar o arquivo zip não era necessário. Ele contém todas as informações de pesquisa dos drivers.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Falta Atitude, Não Currículo</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/falta-atitude-nao-curriculo/</link>
      <pubDate>Thu, 14 Jan 2010 21:27:43 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/falta-atitude-nao-curriculo/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se o título chamou a sua atenção, você não pode deixar de ler essa entrevista do Business Opportunitites Weblog Brasil com o especialista na área de empreendedorismo, consultor do Sebrae e participante, como conselheiro, no programa de TV O Aprendiz, ao lado de Roberto Justus, o empresário Cláudio Forner, de Porto Alegre, acredita que o sistema de ensino brasileiro não colabora para a formação de empreendedores. Mas também acha que falta atitude nos jovens e profissionais do mercado.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Kretcheu Vídeo Blog - mini-aulas, entrevistas e tutoriais</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/kretcheu-video-blog-mini-aulas-entrevistas-e-tutoriais/</link>
      <pubDate>Tue, 29 Dec 2009 08:58:33 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/kretcheu-video-blog-mini-aulas-entrevistas-e-tutoriais/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá! Dica rápida encontrada no Dicas-L:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O kretcheu Vídeo Blog, faz um trabalho de compartilhamento do conhecimento, através de mini-aulas, entrevistas e tutoriais, enfocando os temas tecnologia, redes e software livre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São alguns formatos:&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&#34;dicas-relâmpago&#34;&gt;Dicas Relâmpago&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://blip.tv/file/2911451&#34;&gt;Dica relâmpago – 001 – Binários&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Sobre os números binários, fundamentos da micro-informática.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://blip.tv/file/2911454&#34;&gt;Dica relâmpago – 002 – DNS&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Dica sobre o funcionamento do DNS.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://blip.tv/file/2911458&#34;&gt;Dica relâmpago – 003 – Email&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Dica sobre o funcionamento do email. Apresentado os riscos e soluções para o uso seguro do email.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Tenha foco!</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/tenha-foco/</link>
      <pubDate>Mon, 21 Dec 2009 11:55:54 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/tenha-foco/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Tenho participado de reuniões que são verdadeiros martírios. Perde-se um tempo incrível em divagações sobre os mais diversos assuntos que nada têm a ver com o objetivo da reunião. Fala-se de tudo, exceto do que realmente interessa. O tempo passa e a conclusão é sempre a mesma: marcar uma nova reunião para discutir os assuntos que não foram discutidos por “falta de tempo”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por favor, tenhamos foco! Depois de terminada a reunião e de os assuntos terem sido realmente discutidos e concluídos, quem não tiver mais nada para fazer que fique jogando conversa fora. Submeter todos ao tormento da conversa mole é simplesmente inaceitável.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Imagine-se um vencedor</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/imagine-se-um-vencedor/</link>
      <pubDate>Mon, 21 Dec 2009 01:02:25 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/imagine-se-um-vencedor/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A nossa educação é muito errada. Desde pequenos, os pais acreditam que, para educar uma criança, devem mostrar-lhe cosntantemente seus erros e, com isso, acabam reforçando-os. Vivem dizendo “você não vai dar em nada na vida”, ou “você é um burro”, ou “não sei o que você vai ser na vida”, “você não serve pra nada”. Assim, a criança cresce com a auto-estimadestruída. Esses momentos e palavras instalam-se em nosso subconsciente, e toda a nossa vida passa a ser governada po rimagens de fracasso e destruição.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sniffer Spoofing: Ataques Monitorados</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sniffer-spoofing-ataques-monitorados/</link>
      <pubDate>Thu, 10 Dec 2009 11:56:33 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sniffer-spoofing-ataques-monitorados/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste post, irei iniciar uma série de artigos relacionados à segurança de redes. Para iniciar, escolhí este tema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que são os ataques monitorados?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os ataques por monitoração são baseados em softwares de monitoração de rede conhecido como “sniffer”, instalado sorrateiramente pelos invasores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sniffer grava os primeiros 128 bytes de cada sessão login, telnet e FTP session vista naquele segmento de rede local, comprometendo TODO o tráefgo de/para qualquer máquina naquele segmento, bem como o tráfego que passar por aquele segmento.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Passe do plano do choro ao plano da ação</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/passe-do-plano-do-choro-ao-plano-da-acao/</link>
      <pubDate>Wed, 04 Nov 2009 00:45:10 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/passe-do-plano-do-choro-ao-plano-da-acao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Fico impressionado ao ver o quanto as peassoas choram, reclamam, lamentam, passam o tempo se lamuriando das coisas, dos outros, de tudo enfim. Basta encontrar alguém para começarem a reclamar. “Não dá mais”, “Não aguento mais”, “Do jeito que as coisas vão, não sei o que vai ser de mim”, etc…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reclamar parece ter virado uma verdadeira praga nos ambientes de trabalho, nas rodas de amigos, nos encontros informais. O salário baixo, as dores nas costas, a dor no estômago, o chefe que não ouve, o cliente que não comprou, o calor que é de matar, o relatório que é chato de fazer, o café que está frio, a chuva que não vem, a chuva que não pára, o filho que não obedece, a esposa que fala demais, o marido que não escuta, o filho que vai mal na escola; é uma ladainha que ninguém mais suporta ouvir. Na verdade, parece que as pessoas ficaram literalmente viciadas em reclamar. É preciso dar um basta nesse vício doloroso e ultrapassado e passar do “plano do choro” ao “plano da ação”.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/dedicacao-e-a-capacidade-de-se-entregar-a-realizacao-de-um-objetivo/</link>
      <pubDate>Sun, 11 Oct 2009 22:39:51 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/dedicacao-e-a-capacidade-de-se-entregar-a-realizacao-de-um-objetivo/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Texto interessante, que gostaria de compartilhar com vocês:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira sem trabalhar pelo menos doze horas por dia nos primeiros anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar sábados e domingos pelo menos uma centena de vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá de se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Aprenda sempre</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/aprenda-sempre/</link>
      <pubDate>Mon, 05 Oct 2009 09:39:00 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/aprenda-sempre/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Uma das características mais interessantes da juventude é a curiosidade, o desejo de aprender, de saber, de questionar, de cismar. Quando a pessoa, independentemente da idade que tenha, desiste de aprender, de questionar, de perguntar, de insistir, é porque realmente chegou à velhice mental, que é muito pior que a velhice cronológica. Afinal, conheço “jovens” de oitenta anos que estão cada dia mais curiosos, mais questionadores, enfim, mais vivos do que nunca.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Escreva seus objetivos e metas</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/escreva-seus-objetivos-e-metas/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 01:29:03 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/escreva-seus-objetivos-e-metas/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Sem dúvida alguma, nos dias de hoje, em que os apelos e as opções são muito variados, é preciso que todos tenhamos objetivos e metas claros e definidos para tudo o que fazemos.Sem esse foco, ficaremos à mercê do dia-a-dia, dos acontecimentos do cotidiano e não conseguiremos o que realmente desejamos. Esses objetivos e essas metas devem ser, sempre que possível, mensuráveis, funcionais e observáveis, isto é, devem ser possíveis de serem avaliados dentro de um determinado prazo, após sabermos seus resultados. Assim, as metas devem ser quantificadas, enquanto os objetivos podem ser comportamentais e observáveis.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Pense grande!</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/pense-grande/</link>
      <pubDate>Wed, 30 Sep 2009 01:02:12 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/pense-grande/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em todas as biografias de grandes personalidades e conversas com pessoas de sucesso encontramos um traço comum: elas sempre se recusaram a pensar pequeno. Recusam-se a olhar para si mesmo como fracassadas. Sempre têm uma visão positiva dos acontecimentos. Conseguem encontrar nas crises as oportunidades. Elas acreditam nos outros e nas possibilidades, por menores que aparentemente sejam. Elas têm bom humor e sabem rir de sí próprias e dos erros que cometem.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Top5: Ferramentas gratuitas para gerenciamento de redes</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/top5-ferramentas-gratuitas-para-gerenciamento-de-redes/</link>
      <pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:34:10 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/top5-ferramentas-gratuitas-para-gerenciamento-de-redes/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste post estarei indicando 5 ferramentas gratuitas da SolarWinds que são essenciais para qualquer administrador de redes e sistemas. São elas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.solarwinds.com/register/registration.aspx?program=937&amp;amp;c=70150000000F2Te&amp;amp;CMP=BIZ-EML-PETRI-T5FTQ3-WMI-DL&#34;&gt;&lt;strong&gt;WMI Monitor&lt;/strong&gt;   &lt;/a&gt;Monitoração poderosa para sistemas Windows e Aplicações&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• Monitore em tempo real as métricas de desempenho em qualquer servidor Windows ou aplicativos&lt;br&gt;
• Escolha entre uma ampla seleção de templates pré-configurados de aplicativos&lt;br&gt;
• Customize o desing dos templates das aplicações usando o built-in do WMI Browser&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Carreira - nova categoria de artigos.</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/carreira-nova-categoria-de-artigos/</link>
      <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 02:58:50 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/carreira-nova-categoria-de-artigos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá leitores! É com prazer que gostaria de informá-los que pasarei a escrever também sobre carreira profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estive pensando um pouco, analisando diversos sites/blogs que acompanho, e notei que a internet já está um pouco saturada de sites focados em dicas e artigos relacionados à informática e tecnologia, no entanto, há uma carência em sites com dicas, artigos e informações sobre carreira profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então pensei em por quê não explorar um pouco esta área?! É claro que eu não pretendo parar com as dicas, já que o foco sempre foi este, onde também posso compartilhar minhas experiências e situações vividas no dia-a-dia com informática, porém estarei incluindo mais uma categoria chamada “carreira”, onde pretendo colocar textos e assuntos relacionados à carreira profissional, ligadas ou não à área de T.I.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Não tenha medo do sucesso</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/nao-tenha-medo-do-sucesso/</link>
      <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 02:35:14 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/nao-tenha-medo-do-sucesso/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;sucesso&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sucesso.jpg&#34; title=&#34;sucesso&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode parecer um absurdo, mas tem gente que parece ter medo do sucesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São pessoas que têm tudo para vencer, serem notadas e prósperas, mas que ficam acuadas, com medo. Em vez de agirem proativamente, apenas reagem às circunstâncias, reclamando da má sorte e vendo, com desdém e uma ponta de inveja, os outros se darem bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ter sucesso, o primeiro passo é perder o medo dele. É não ficar o tempo todo pensando e repetindo que ele é apenas para quem “nasceu virado pra Lua” e com a estrela da sorte na testa. O sucesso está à disposição de todos os que o buscam e trabalham para conquistá-lo. É claro que é preciso disposição e trabalho. É claro que é preciso que nos livremos da inveja, que prestemos menos atenção no sucesso alheio e mais em nosso próprio trabalho. É claro que precisamos dar um pocuo de tempo ao tempo, estar prontos para colaborar com os outros e criar as condições para que a chamada “sorte” também sorria para nós.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Oficial do Ubuntu Linux Gratuito</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/curso-oficial-do-ubuntu-linux-gratuito/</link>
      <pubDate>Thu, 27 Aug 2009 10:58:53 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/curso-oficial-do-ubuntu-linux-gratuito/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Isso mesmo, agora não tem mais desculpa para não usar o Ubuntu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O time de desenvolvimento do Ubuntu libera um &lt;a href=&#34;https://wiki.ubuntu.com/Training&#34;&gt;curso&lt;/a&gt; dividido em 10 lições, completamente grátis na sua versão digital e distribuido pela licença Creative Commons BY-NC-SA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O curso, em duas versões (de 72mb) para &lt;a href=&#34;https://wiki.ubuntu.com/Training?action=AttachFile&amp;amp;do=get&amp;amp;target=student.pdf&#34;&gt;estudantes&lt;/a&gt; e &lt;a href=&#34;https://wiki.ubuntu.com/Training?action=AttachFile&amp;amp;do=get&amp;amp;target=instructor.pdf&#34;&gt;professores&lt;/a&gt;, consiste de uma introdução, processo de instalação, uma revisão para escritório e como personalizar, detalhes de conexões, Internet e e-mail, automação usando OpenOffice, os jogos, os aspectos multimídia (images, áudio e vídeo), o sistema de ajuda e finalmente o particionamento.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Rsync no Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/rsync-no-windows/</link>
      <pubDate>Sun, 09 Aug 2009 23:33:54 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/rsync-no-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Descobrí uma ferramenta interessante para cópia de arquivos em rede, então lá vai a dica:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trata-se do DeltaCopy, um software sob a licença GPL que utiliza o protocolo rsync para a transferência de arquivos à partir de máquinas Windows. Funciona no estilo cliente/servidor e em alguns testes que eu já fiz, se mostrou bastante rápido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transferência é feita de forma totalmente transparente, e com a possibilidade de fazer o agendamento das tranferências. Permite fazer backups incrementais, enviar e-mails com log da tarfa realizada, e também está disponível o tunelamento via ssh se o servidor de destino for um sistema linux rodando rsync.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como configurar o Windows como Master Browser para a Rede.</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-configurar-o-windows-como-master-browser-para-a-rede/</link>
      <pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:00:16 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-configurar-o-windows-como-master-browser-para-a-rede/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Depois de um bom tempo sem postar nada por aqui, tenho uma dica interessante para compartilhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acredito que seja de conhecimento de todos o que é um &lt;a href=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/Domain_Master_Browser&#34;&gt;master browser&lt;/a&gt;, portanto não entrarei em detalhes. A questão é: se o computador eleito como master browser da sua rede apresentar problemas, até outra máquina assumir o papel de master browser a sua rede ficará meio perdida, e você pode não conseguir visualizar os computadores da rede em “Meus locais de rede”, dando a impressão que a rede esteja fora do ar.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title></title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/mobassh-servidor-ssh-para-o-windows/</link>
      <pubDate>Mon, 29 Jun 2009 13:01:14 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/mobassh-servidor-ssh-para-o-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/06/mobasshserver-thumb.png&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;mobasshserver-thumb&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/06/mobasshserver-thumb.png&#34; title=&#34;mobasshserver-thumb&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MobaSSH é um servidor SSH para Windows. Ele permite que você execute comandos e transfira arquivos de um computador remoto rodando Windows a partir de qualquer sistema operacional (GNU / Linux, Unix, HP-UX, AIX, Windows, …) através de uma conexão de rede segura criptografada. O MobaSSH é 100% compatível com clientes Linux / Unix / HPUX / AIX SSH, e também com o Putty ou WinSCP no Windows.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Principais características:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Janelas transparentes no Ubuntu 9.04</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/janelas-transparentes-no-ubuntu-9-04/</link>
      <pubDate>Sun, 14 Jun 2009 06:31:25 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/janelas-transparentes-no-ubuntu-9-04/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje tive que trabalhar de madrugada… Fazer o quê né ?!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como neste horário as coisas por aqui são bem tranquilas, eu resolví trazer o meu note para fazer alguns ajustes finos no sistema: atualizei os pacotes, instalei alguns aplicativos e configurei o meu CZero Deleted Scenes no Wine.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olhando as configurações do Compiz, notei que não tinha nenum efeito de transparência de janelas bacana. Então mãos à obra!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procurando no Google, encontrei coisas interessantes, mas muitas voltadas para o Fluxbox, que consequentemente, não funcionaram corretamente no Gnome. Pesquisando, pastanto e testando, depois de algumas adaptações conseguí ter as minhas janelas com efeitos de transparência!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Protegendo as crianças na Internet</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/protegendo-as-criancas-na-internet/</link>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2009 18:02:47 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/protegendo-as-criancas-na-internet/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Aqui no blog eu já fiz alguns posts que podem te ajudar a bloquear sites na internet e trazer de certa forma alguma segurança para o seu ambiente, seja ele doméstico ou empresarial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode encontrá-los aqui:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/xo-pornografia-com-scrubit/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/xo-pornografia-com-scrubit/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/voce-conhece-o-opendns/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/voce-conhece-o-opendns/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-na-unha/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-na-unha/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts-parte-3/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts-parte-3/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje lendo meus feeds, encontrei um post do Catabits explicando como configurar o OpenDNS. Como tem uma explicação muito detalhada, achei interessante divulgar aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confiram no link:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.catabits.com.br/blog/internet/protegendo-as-criancas-na-internet&#34;&gt;http://www.catabits.com.br/blog/internet/protegendo-as-criancas-na-internet&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Urls curtas usando seu .htaccess</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/urls-curtas-usando-seu-htaccess/</link>
      <pubDate>Tue, 21 Apr 2009 20:03:52 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/urls-curtas-usando-seu-htaccess/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Um problema com as chamadas “redes sociais” são as URL’s muito compridas. São difícies de lembrar e você acaba sendo obrigado a mandar te procurarem pelo nome – vide orkut, ou você envia o link por e-mail, messenger, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, algumas das minhas URL’s são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=5075637778557459393&#34;&gt;http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=5075637778557459393&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://flickr.com/photos/rmartins&#34;&gt;http://flickr.com/photos/rmartins&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&amp;lt;http://www.bloglines.com/public/rmmartins &amp;gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Uma forma fácil de resolver este problema, é utilizar &lt;a href=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/301_redirect&#34;&gt;redirecionamentos&lt;/a&gt;&lt;a href=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/301_redirect&#34;&gt; permanentes&lt;/a&gt; que sejam fáceis de lembrar, utilizando o .htaccess&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode ser feito da seguinte maneira:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Entendendo os Níveis de RAID (Redundant Array of Inexpensive Disks)</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/entendendo-os-niveis-de-raid-redundant-array-of-inexpensive-disks/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:12:17 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/entendendo-os-niveis-de-raid-redundant-array-of-inexpensive-disks/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Danilo Montagna&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse artigo demonstra como solucionar os problemas de quebra de disco em um servidor, Dependendo dos serviços que estão sendo rodados no servidor, geralmente acesso à banco de dados, e-mail, sistema corporativos, etc, não seria legal perder todo esse conteúdo por causa de uma falha de disco rígido, e por isso empresas de médio a grande porte investem em sistemas de “tolerância à falhas” ou seja, o Sistema RAID.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>RAID: perguntas e respostas !</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/raid-perguntas-e-respostas/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:10:58 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/raid-perguntas-e-respostas/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Fábio Kaiser Rauber [fabiorauber at hotmail.com]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este tutorial foi desenvolvido para esclarecer um recurso cada vez mais difundido: RAID. Primeiro serão explicados os conceitos principais e, em meio aos conceitos, responderei a perguntas que freqüentemente vem à cabeça dos leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;RAID inicialmente foi feito para servidores, no entanto, muitas placas-mãe SOHO (Small Office Home Office -&amp;gt; Pequenos escritórios ou usuário doméstico) do mercado já vem com um Chip RAID onboard. Mas, o que significa?&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Bloqueando pendrives no Windows fácil, fácil</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-pendrives-no-windows-facil-facil/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:08:38 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-pendrives-no-windows-facil-facil/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esta dica é bem simples, e mostra como bloquear pendrives no seu windows.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Acesse a chave abaixo no registro:&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;HKEY_LOCAL_MACHINESYSTEM/CurrenControlSet/Services/USBSTOR/Start&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dword “Start” possui valor default em 3. Mude para 4.&lt;/p&gt;
&lt;ol start=&#34;2&#34;&gt;
&lt;li&gt;Os arquivos listados abaixo, devem ter todas as suas permissões negadas para todos os usuários, inclusive o usuário “System”.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;C:Windowsinfusbstor.inf&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;C:Windowsinfusbstor.pnf&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;C:Windowssystem32driversusbstor.sys&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Limitando o uso de Storage Devices (PenDrives, Disquetes, Cd-Rom’s) no Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/limitando-o-uso-de-storage-devices-pendrives-disquetes-cd-roms-no-windows/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:04:36 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/limitando-o-uso-de-storage-devices-pendrives-disquetes-cd-roms-no-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este artigo mostra como realizar uma configuração no windows, de modo a bloquear o acesso à storage devices, que podem ser entendidos como pendrives, disquetes e cd-roms, pelos usuários nas máquinas com Windows Xp. Desta forma, podemos diminuir drasticamente a incidência de vírus, spywares e malwares na sua rede.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Windows possui uma ferramenta chamada Group Policy Editor, que permite que se façam alterações nas permições e políticas de segurança da máquina. Essa ferramenta permite ainda a criação de novos templates de segurança com um pouco de programação em que na sua maioria já se encontra pronta ou semi-pronta.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Top10 LifeHacker</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/top10-lifehacker/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:01:26 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/top10-lifehacker/</guid>
      <description>&lt;div class=&#34;snap_preview&#34;&gt;Lista com as dicas semanais Top 10 dos últimos três meses publicadas em [Lifehacker.com](http://www.lifehacker.com/). Se você perdeu alguma, vale a pena conferir:
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/top-10-body-hacks-257746.php&#34;&gt;Top 10 Body Hacks&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/windows/lh-top-10--free-windows-downloads-248303.php&#34;&gt;Top 10 Free Windows Downloads&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/firefox-extensions/lh-top-10--must+have-firefox-extensions-246127.php&#34;&gt;Top 10 Must-have Firefox extensions&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/lh-top-10--free-computer-system-recovery-tools-251903.php&#34;&gt;Top 10 Free Computer System Recovery Tools&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/home-network/lh-top-10--home-networking-tricks-253887.php&#34;&gt;Top 10 Home networking tricks&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/lh-top-10-usb-thumb-drive-tricks-255738.php&#34;&gt;Top 10 USB thumb drive tricks&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/top-10-network-utilities-267208.php&#34;&gt;Top 10 Network Utilities&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/greasemonkey/lh-top-10-greasemonkey-user-scripts-249957.php&#34;&gt;Top 10 Greasemonkey user scripts&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mac Top 10: &lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/lh-top-10--free-mac-downloads-244619.php&#34;&gt;Free Downloads&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/top-10-mac-utilities-259649.php&#34;&gt;System Utilities&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/top-10-mac-os-x-tweaks-261579.php&#34;&gt;OS X tweaks&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/top-10-apps-that-shouldve-been-in-leopard-267978.php&#34;&gt;Apps That Should’ve Been in Leopard&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://lifehacker.com/software/lifehacker-top-10/top-10-ubuntu-applications-265052.php&#34;&gt;Top 10 Ubuntu applications&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>“O Windows é muito melhor que o Software Livre” ?!?!</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-windows-e-muito-melhor-que-o-software-livre/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:00:39 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-windows-e-muito-melhor-que-o-software-livre/</guid>
      <description>&lt;div class=&#34;snap_preview&#34;&gt;Há alguns meses, foi publicado no TechNetBrasil, um artigo com o título acima. Não querendo aqui levantar mais flames sobre o assunto, gostaria de deixar bem clara a minha opinião sobre este tema.
&lt;p&gt;Eu acredito que não se trata de um sistema ser melhor do que o outro. O que acontece é que existem casos e casos, onde deve ser estudada a viabilidade de se implantar um ou outro dependendo da finalidade e dos recursos disponíveis. Acredito também que hoje em dia o profissional de informática, deve estar antenado com os dois sistemas, e conhecê-los muito bem já que atualmente, nenhuma empresa utiliza 100 % software livre ou proprietário. O que existe hoje são sistemas híbridos, funcionando simultâneamente utilizando os diversos tipos de sistemas operacionais dependendo da necessidade a ser atendida, e portanto, para estar bem colocado profissionalmente, conhecer profundamente o Linux é tão importante quanto conhecer da mesma forma o Windows. O grande problema que existe, são pessoas que conhecem muito pouco de um ou do outro, e saem por aí falando um monte de besteira.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Quebrando a senha do root no linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/quebrando-a-senha-do-root-no-linux/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:58:15 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/quebrando-a-senha-do-root-no-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esta é uma dica rápida, para quem precisa quebrar a senha do usuário root em qualquer distribuição linux, utilizando um live-cd.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Bootar com o live-cd.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Descobrir em qual área do disco esta instalada a partição / (# cfdisk)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Criar um diretório – pode chamar de target (# mkdir /target)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Assumindo que a partição instalada no hd, esteja em hda1, monte a partição no diretório /target (# mount /dev/hda1 /target)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Acessar o diretório /target (# cd /target)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Alterar a partição / que está rodando do cd, para a partição raiz instalada no HD montada no /target (# chroot .)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Alterar a senha do root com o comando passwd (# passwd root)&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Explicando o funcionamento:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Seconfig XP</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/seconfig-xp/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:56:01 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/seconfig-xp/</guid>
      <description>&lt;div class=&#34;snap_preview&#34;&gt;Utilitário de configuração de segurança para Windows. Seconfig XP tem as seguintes características: Capaz de fechar as portas 135, 137-139 e 445 na maioria dos sistemas.
&lt;p&gt;Estas portas (mais exatamente – componentes do Windows que funcionam atrás delas) são o ponto de entrada principal em sistemas para a maioria de worms, hackers e etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seconfig XP simplesmente configura estes componentes do Windows para não usar o TCP/IP como protocolo do transporte (para deixar aquelas portas fechadas). Capaz de desabilitar a maior parte dos serviços desnecessários e inseguros do Windows e mudar outros ajustes relacionados à segurança escondidos no Windows. Tem a funcionalidade de determinar portas atualmente abertas.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Guerreiros da Internet - IP pela Paz</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/guerreiros-da-internet-ip-pela-paz/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:55:21 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/guerreiros-da-internet-ip-pela-paz/</guid>
      <description>&lt;div class=&#34;snap_preview&#34;&gt;Produzido por Tomas Stephanson e Monte Reid – ERICSSON Medialab
&lt;p&gt;Site oficial: &lt;a href=&#34;http://www.warriorsofthe.net/&#34;&gt;Warriors of The Net&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Idioma: &lt;strong&gt;Inglês | Legendas em português&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tempo: &lt;strong&gt;12:49&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Texto do vídeo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Manuscrito escrito por Tomas Stephanson, Monte Reid, translation to portuguese by &lt;strong&gt;Leonel Morgado&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Fonte: &lt;a href=&#34;http://www.abusar.org/tcp-ip3.html&#34;&gt;http://www.abusar.org/tcp-ip3.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Guerreiros da Internet&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela primeira vez na História, as pessoas e as máquinas trabalham em conjunto, tornando um sonho realidade. Um força congregadora que não conhece fronteiras geográficas. Sem olhar à etnia, religião ou raça. Uma nova era, onde a comunicação verdadeiramente une as pessoas.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como cancelar realmente uma impressão</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-cancelar-realmente-uma-impressao/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:54:26 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-cancelar-realmente-uma-impressao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Acontece muito, sabe quando quer cancelar um documento e ele fica horas para desaparecer da fila de impressão? Depois de reiniciar ele continua lá, quando não sai imprimindo tudo em várias folhas, você fica doido com aquela situação, gastando tinta e papeis, da vontade jogar a impressora fora? Como gosto de dizer esta frase: Seus problemas acabaram! Pelo menos para quem usa o Windows XP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vá ao Iniciar / Executar, escreva cmd e tecle Enter, com este comando abrirá uma janela/Prompt do DOS. Agora escreva os comandos na sequência demonstrada abaixo:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ataques brute force utilizando o Hydra</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/ataques-brute-force-utilizando-o-hydra/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:51:57 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/ataques-brute-force-utilizando-o-hydra/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Senhas são o ponto mais fraco em qualquer sistema de segurança. Isso acontece porque geralmente as senhas são definidas por seus usuários: pessoas que não tem idéia de como é fácil adivinhá-las e escolhem como senhas o nome da esposa/marido, o nome do cachorro, a data de casamento/nascimento, entre outros. Senhas que não usem caracteres especiais, números, letras maiúsculas e minúsculas, tenham uma quantidade grande de caracteres (com no mínimo 8 caracteres, por exemplo), correm o risco de serem quebradas por ataques de dicionário, também conhecidos como brute force.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Quebrando senhas do Windows e do Linux com John The Ripper</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/quebrando-senhas-do-windows-e-do-linux-com-john-the-ripper/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:50:53 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/quebrando-senhas-do-windows-e-do-linux-com-john-the-ripper/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Senhas, como já sabemos, são o ponto mais fraco de qualquer sistema de segurança pois geralmente são definidas por pessoas que não são devidamente instruídas e não imaginam que senhas fracas podem ser quebradas em, dependendo de quão fraca, menos de 10 minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso deve-se definir regras básicas sempre que se trabalha com senhas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Definir um tamanho mínimo de senhas de 8 ou 10 caracteres&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utilizar letras maiúsculas e minúsculas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utilizar caracteres especiais como * / = ! @, etc.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utilizar números&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fazer com que estas senhas sejam trocadas em intervalos de tempo curtos (o intervalo é definido por você, mas no máximo a cada 20 dias é uma boa média para senhas fortes)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Definir a quantidade de senhas já utilizadas que não poderão ser reaproveitadas. Por exemplo, o usuário não poderá trocar a senha atual por uma que ele já tenha utilizado há 5 trocas atrás.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Educar os usuários para que eles não contem as senhas para ninguém&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Educar os usuários para que não anotem as senhas em lugar nenhum&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Tomando estas providências extremamente simples pode-se impedir que algum atacante consiga quebrar a senha utilizando força bruta (com programas como Hydra ou o John The Ripper, o qual será abordado mais adiante) ou engenharia social. Mesmo que a senha consiga ser quebrada, é provável que esta já não seja mais válida, pois de acordo com sua política o usuário já a trocou, ou seja, o atacante precisará iniciar todo o processo novamente.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>10 coisas que você deve fazer antes de conectar seu Linux à Internet</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/10-coisas-que-voce-deve-fazer-antes-de-conectar-seu-linux-a-internet/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:49:44 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/10-coisas-que-voce-deve-fazer-antes-de-conectar-seu-linux-a-internet/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este texto é uma tradução. O texto original está disponível no site &lt;a href=&#34;http://www.builderau.com.au/program/linux/soa/10-things-you-should-do-to-a-new-Linux-PC-before-exposing-it-to-the-Internet/0,339028299,339274586,00.htm&#34; title=&#34;http://www.builderau.com.au/program/linux/soa/10_things_you_should_do_to_a_new_Linux_PC_before_exposing_it_to_the_Internet/0,339028299,339274586,00.htm&#34;&gt;http://www.builderau.com.au/program/linux/soa/10_things_you_should_do_to…?feed=rss&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Não coloquei algumas partes do texto nas quais o autor focava muito no Mandriva. Tentei deixar o texto um pouco generalizado, podendo ser usado para qualquer distribuição que você queira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Finalidade&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
O Linux, assim como o Windows, é apenas um sistema operacional. Quando falo com colegas que estão usando o Linux pela primeira vez, esta é a primeira coisa que deixo clara. O Linux não é uma varinha de condão que pode ser utilizada para resolver todos os problemas da informática. O Linux tem vários problemas, assim como o Windows. Não há um sistema operacional perfeito ou completamente seguro. Essa máquina vai ser um servidor ou uma estação de trabalho? Pensando nisso, vários problemas são evitados.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O IPv6</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-ipv6/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:48:17 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-ipv6/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
O IP foi criado na década de 70 para ser utilizado na ARPANet. Seus primeiros desenvolvedores foram Vinton Cerf (&lt;a href=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/Vinton_Cerf&#34; title=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/Vinton_Cerf&#34;&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Vinton_Cerf&lt;/a&gt;) e Bob Kahn (&lt;a href=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/Bob_Kahn&#34; title=&#34;http://en.wikipedia.org/wiki/Bob_Kahn&#34;&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Bob_Kahn&lt;/a&gt;). De lá pra cá, o uso do IP aumentou exponencialmente, tornando-o o protocolo padrão para as redes atuais. Embora tenham existido tentativas para desenvolver e popularizar outros protocolos mais bem estruturados (como o OSI – Open Systems Interconnection), estes não obtiveram tanto sucesso quanto o IP (e os outros protocolos do conjunto). Hoje em dia, praticamente não se vê outro protocolo em uso no lugar do IP (talvez, a alternativa mais conhecida, porém já em desuso há alguns anos, é o IPX da Novell).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Honeypots</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/honeypots/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:45:49 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/honeypots/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução aos honeypots&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Honeypots são uma forma barata e simples de detectar atividades ilícitas na sua rede. Sua principal função é ser atacado (por pessoas, por vírus, por worms, etc), scaneado ou invadido para assim adquirir informações para que você consiga se proteger de forma mais eficiente conhecendo como seus hosts podem ser atacados. O conceito é simples: um honeypot não tem nenhum propósito de produção (não tem nenhum serviço real, não deve receber nenhuma conexão, ninguém deve interagir com ele), portanto qualquer interação com um honeypot é possivelmente uma atividade ilícita (proposital ou não). Por esse motivo, os honeypots tem um baixo número de falso-positivo e geram pouco log, facilitando a leitura e fazendo com que o administrador detecte ataques com mais facilidade.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>VPN com FreeS/WAN</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/vpn-com-freeswan/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:42:43 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/vpn-com-freeswan/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FreeS/WAN é uma das várias implementações do IPSec (Internet Protocol Security) e IKE (Internet Key Exchange) para GNU/Linux.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Utilizando estes dois serviços, você pode fazer um túnel seguro entre duas redes distantes com seus dados passando por redes inseguras (como a Internet). O IPSec consegue fazer com que os dados trafeguem de modo seguro através de uma rede insegura, pois tudo o que passará por este túnel é criptografado pelo gateway com IPSec instalado e só é descriptografado na outra ponta. No gateway que conhece a chave para realizar a descriptografia. Assim, você consegue estabelecer uma VPN (Virtual Private Network) entre vários locais diferentes, utilizando a Internet, de forma bastante segura.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalando programas no Linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/instalando-programas-no-linux/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:41:07 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/instalando-programas-no-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
A instalação de aplicativos no GNU/Linux é um dos pontos que mais causam confusão nos iniciantes por ser um pouco diferente. Para fazer a instalação, nós temos 3 opções: o RPM (para distribuições baseadas na Red Hat como Fedora, Conectiva), a instalação através de código fonte (arquivos .tar.gz, .tar.bz2, etc), sendo que estes independem de distribuição e o apt-get, criado pela Debian.Vou tratar cada uma delas separadamente para que eu possa esclarecer as particularidades de cada uma.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Tudo sobre o SSH</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/tudo-sobre-o-ssh-parte-1/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:39:51 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/tudo-sobre-o-ssh-parte-1/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Administrar máquinas remotamente é uma coisa extremamente comum não só nos últimos anos, mas desde que a Internet foi concebida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início, existiam algumas opções para administrar remotamente uma máquina:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Telnet:&lt;/strong&gt; o Telnet (Teletype Network) é, talvez, a opção mais conhecida para este tipo de tarefa. Desenvolvido em 1969, é um protocolo de camada de Aplicação e está disponível para praticamente qualquer plataforma que você necessite. Utiliza a porta 23/TCP. Atualmente já caiu em desuso e sua utilização para interagir com qualquer tipo de host (em qualquer rede) é extremamente desencorajada, já que há opções melhores e mais seguras disponíveis atualmente, entretanto alguns dispositivos como switches e roteadores ainda permitem que o acesso ao seu console seja feito utilizando o Telnet (a grande maioria disponibiliza apenas o Telnet, porém alguns roteadores mais novos já permitem o uso do SSH). O protocolo está especificado na &lt;a href=&#34;http://tools.ietf.org/html/rfc854&#34;&gt;RFC 854&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;RSH:&lt;/strong&gt; O RSH (Remote Shell) tem um papel muito parecido com o do Telnet, porém foi feito exclusivamente para funcionar em sistemas Unix-like (como o 4.2BSD), em 1983. Ele lida melhor com a transferência do output do shell entre os hosts, sendo uma melhor opção que o antigo Telnet. Também não foi desenvolvido pensando na segurança: não criptografa nenhum dos dados transmitidos pela conexão estabelecida por ele. Utiliza a porta 514 do protocolo TCP. Ele é apenas parte de uma suíte de ferramentas utilizadas para interagir com um determinado host remotamente. Outros exemplos de ferramentas na suíte são rcp, rlogin. Você encontra mais informações sobre estes comandos neste &lt;a href=&#34;http://pangea.stanford.edu/computerinfo/unix/netcommands/rcommands.html&#34;&gt;site&lt;/a&gt; (em inglês).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Estas primeiras soluções eram um bom auxílio, mas representavam muitos riscos aos administradores que as utilizavam já que não ofereciam nenhum tipo de segurança. Por exemplo, todas as senhas utilizadas no processo de login eram enviadas em texto plano, sem cifragem nenhuma. Isso, obviamente, facilita muito a vida do atacante cuja única dificuldade é sniffar o tráfego entre o administrador que utiliza a ferramenta e o servidor onde ele irá se logar.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sandcat - Scanner de vulnerabilidades de sistemas e servidores web</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sandcat-scanner-de-vulnerabilidades-de-sistemas-e-servidores-web/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:36:19 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sandcat-scanner-de-vulnerabilidades-de-sistemas-e-servidores-web/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / &lt;a href=&#34;http://augusto.pedro.googlepages.com/&#34;&gt;http://augusto.pedro.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considere o Sandcat um &lt;a href=&#34;http://www.insecure.org/nmap&#34;&gt;NMap&lt;/a&gt; especializado em varrer servidores web (como IIS ou Apache) e aplicações web (o seu site!). Isso facilita muito, pois você pode testar um determinado site ou servidor procurando por vários tipos de falhas como SQL Injection, Blind SQL Injection, XSS, XPath Injection, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem várias opções para este tipo de aplicativo, a que mais gosto e uso regularmente é o scanner da &lt;a href=&#34;http://www.acunetix.com/&#34;&gt;Acunetix&lt;/a&gt;, chamado &lt;a href=&#34;http://www.acunetix.com/vulnerability-scanner/&#34;&gt;Web Vulnerability Scanner&lt;/a&gt;. Uma outra opção que tenho usado há alguns dias e gostado bastante é o &lt;a href=&#34;http://www.syhunt.com/section.php?id=sandcat&#34;&gt;Sandcat&lt;/a&gt;, da empresa Syhunt.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Alternando ente contas de usuário pelo Prompt de Comandos.</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/alternando-ente-contas-de-usuario-pelo-prompt-de-comandos/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:33:10 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/alternando-ente-contas-de-usuario-pelo-prompt-de-comandos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;runas.jpg&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://adminonline.files.wordpress.com/2007/08/runas.jpg&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode alternar ente usuários pelo Prompt de Comandos do Windows sem precisar realizar o logoff, caso precise acessar pastas e arquivos de outros usuários:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Abra o prompt de comandos;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Digite o seguinte comando: &lt;code&gt;runas /user:\*nomedocomputador\*contadeusuário explorer.exe&lt;/code&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Pronto, agora você ira abrir o Windows Explorer, como se fosse o usuário especificado e poderá acessar os arquivos cujo apenas este usuário tenha permissão para acessar.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Xô pornografia, com ScrubIt</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/xo-pornografia-com-scrubit/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:27:43 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/xo-pornografia-com-scrubit/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Uma solução simples e gratuita para a filtragem de conteúdo ao alcance de escolas, telecentros, pequenas empresas e até usuários domésticos, pois não exige muita qualificação técnica para implantar, é o &lt;a href=&#34;http://www.scrubit.com/&#34;&gt;ScrubIt,&lt;/a&gt; parecido com o &lt;a href=&#34;http://www.opendns.com/&#34;&gt;OpenDNS&lt;/a&gt; mas com espectro mais amplo. Enquanto o OpenDNS visa bloquear sites de phishing o ScribIt também não gosta de sites pornográficos. Não é preciso instalar nada, basta configurar o DNS com os endereços dos servidores do ScrubIt: 67.138.54.100 e 207.225.209.66.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como impedir o uso do seu sistema usando o SYSKEY</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/como-impedir-o-uso-do-seu-sistema-usando-o-syskey/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:21:59 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/como-impedir-o-uso-do-seu-sistema-usando-o-syskey/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Essa dica é de um amigo meu (Igor Humberto). Foi publicada em outro site, mas tive a autorização para publicar aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário atual.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem nunca teve problemas para impedir que uma pessoa usasse, sem a sua autorização, o computador em casa? Diversos recursos podem ser usados para tentar impedir que isso aconteça. Diversos métodos poderiam ser aplicados, dos quais podemos citar:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;– Senha no SETUP&lt;/strong&gt;: Configurar uma senha que liberasse o carregamento do sistema operacional através do setup da placa-mãe parece, a primeira vista, um método bastante eficaz para tentar impedir que uma pessoa não-autorizada usasse o sistema, porém não tem como impedir que o usuário mal-intencionado abra o gabinete e consiga aplicar um Clear CMOS na placa-mãe. Isso faria com que as opções de configuração padrão do setup fossem recarregadas e, dessa forma, removesse a senha configurada por você.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Guia Foca Linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/guia-foca-linux/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:18:19 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/guia-foca-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O Foca GNU/Linux é um guia que traz desde explicações básicas sobre computadores e o sistema GNU/Linux até a administração e segurança do sistema. Os assuntos do guia são explicados em linguagem clara e organizados de forma linear e didática, evitando termos técnicos nos níveis iniciais, até que o usuário se habitue com sua utilização de forma gradual. Isto faz o guia indispensável para o usuário GNU/Linux iniciante ou os mais curiosos. Todas as seções do guia Foca GNU/Linux tem exemplos para melhor compreensão do assunto explicado e links dinâmicos que te levam facilmente a assuntos relacionados (na versão HTML).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Aproveite mais o Google Search</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/aproveite-mais-o-google-search/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:15:18 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/aproveite-mais-o-google-search/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Aprenda a tirar proveito das funcionalidades do Google Search que talvez você não conhecia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Calculadora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google é uma ótima calculadora e uma das coisas mais simples de se fazer nele é utilizar esse recurso, basta usar os sinais das operações correspondentes: + (soma), * (multiplicação), ^ (potenciação), / (divisão), etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplos:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;2+2&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;50*30&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;24/8&lt;/em&gt;, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Termo exato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para buscar um termo exato no Google basta colocá-lo entre aspas.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Linux/Unix Command Toolbox</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/linuxunix-command-toolbox/</link>
      <pubDate>Mon, 06 Apr 2009 22:53:00 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/linuxunix-command-toolbox/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este documento é uma coleção de comandos Unix / Linux / BSD. São úteis para profissionais de TI ou para usuários avançados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://cb.vu/unixtoolbox.pdf&#34;&gt;UNIX Toolbox (Versão em PDF – 337K) &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveito também para divulgar os links abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.pixelbeat.org/cmdline.html&#34;&gt;Tabela de macetes em linha de comandos para linux.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.cyberciti.biz/tips/distributed-administration-using-ssh.html&#34;&gt;Como usar o SSH para executar comandos em uma máquina remota.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.cyberciti.biz/tips/execute-commands-on-multiple-linux-or-unix-servers.html&#34;&gt;Executando comandos em múltiplos servidores linux/unix.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.cyberciti.biz/tips/unix-linux-permissions.html&#34;&gt;Entendendo as permissões do linux/unix.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.cyberciti.biz/tips/advanced-techniques-for-using-the-unixlinux-find-command.html&#34;&gt;Técnicas avançadas de uso do comando find em sistemas linux/unix&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Bloqueando sites através do arquivo HOSTS - Parte 3</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts-parte-3/</link>
      <pubDate>Fri, 27 Mar 2009 00:33:12 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts-parte-3/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este post é uma continuação do post &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/&#34;&gt;http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/&lt;/a&gt; – Parte 2&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continuando a série, estou hoje com a terceira parte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensando em facilitar a vida dos leitores, criei dois scripts em bat. Um para bloquear os sites e outro para desbloquear automaticamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Baixe os arquivos clicando abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– &lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/arquivos/Bloqueia.zip&#34;&gt;Bloqueador&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– &lt;a href=&#34;http://www.ricardomartins.com.br/arquivos/Desbloqueia.zip&#34;&gt;Desbloqueador&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bloqueador, permite bloquear uma lista grande de sites já conhecidos e também permite adicionar sites específicos que você desaeja bloquear o acesso. Também permite exibir a lista de sites bloqueados.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Mas enfim, o que é um firewall ?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/mas-enfim-o-que-e-um-firewall/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2009 00:57:54 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/mas-enfim-o-que-e-um-firewall/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/03/18-03-2009-214642.jpg&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;Firewall&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/03/18-03-2009-214642.jpg&#34; title=&#34;Firewall&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um Firewall é uma ‘passagem’ (“gateway”) que restringe e controla o fluxo do tráfego de dados entre redes, mais comumente entre uma rede empresarial interna e a Internet. Os Firewalls podem também estabelecer passagens seguras entre redes internas. Por exemplo, imagine uma instalação militar hipotética que tenha duas redes, uma para informações não confidenciais e a outra conectada a sistemas estratégicos de defesa. Um Firewall muito eficiente deve ser instalado para assegurar que apenas usuários autorizados tenham acesso a rede mais restrita.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Convertando espaços para underscore</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/convertando-espacos-para-underscore/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2009 00:46:55 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/convertando-espacos-para-underscore/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Você odeia usuários que colocam espaço no nome de arquivos, causando diversos problemas em qualquer tipo de script que você tenha? Bom, este pequeno one-liner elimina a necessidade de gerar um shell script para efetuar esta mudança …&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;&lt;span class=&#34;k&#34;&gt;for&lt;/span&gt; i in &lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;$1&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;k&#34;&gt;do&lt;/span&gt; mv &lt;span class=&#34;s2&#34;&gt;&amp;#34;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;$i&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;s2&#34;&gt;&amp;#34;&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;sb&#34;&gt;`&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;nb&#34;&gt;echo&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;nv&#34;&gt;$i&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;p&#34;&gt;|&lt;/span&gt; sed &lt;span class=&#34;s1&#34;&gt;&amp;#39;s/ /_/g&amp;#39;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;sb&#34;&gt;`&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;p&#34;&gt;;&lt;/span&gt; &lt;span class=&#34;k&#34;&gt;done&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;o echo $i | sed ‘s/ /_/g’ é cercado por aspas simples e não por aspas duplas.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Mapa automático da rede? Lanmap é a solução.</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/mapa-automatico-da-rede-lanmap-e-a-solucao/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2009 00:40:31 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/mapa-automatico-da-rede-lanmap-e-a-solucao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você precisa de um mapa da sua rede, o lanmap pode ser a solução. Para instalar ele basta digitar na linha de comando:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;sudo apt-get install lanmap
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Depois, basta chama-lo com o comando:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;sudo lanmap -i eth0 -r &lt;span class=&#34;m&#34;&gt;30&lt;/span&gt; -T png -o /tmp/
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Ele irá varrer sua rede e gerar um arquivo chamado lanmap.png na pasta indicada no comando (no nosso caso, a pasta /tmp/), será algo parecido com &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/03/18-03-2009-213453.jpg&#34;&gt;esta figura&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Bloqueando sites através do arquivo HOSTS - Parte 2</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2009 00:29:53 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-atraves-do-arquivo-hosts/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esse post é uma atualização do post “&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/2009/02/20/bloqueando-sites-na-unha/&#34;&gt;Bloqueando sites na unha&lt;/a&gt; – Parte 1″&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há um programa muito bom pra gerenciar o HOST do windows (inclusive o próprio software tem uma lista negra dele que bloqueia milhares de sites, você baixa e carrega o mesmo se quiser). Mas como (acredito eu) não vem ao caso o programa lhe possibilita também criar sua própria lista de bloqueio, sendo assim também possível copiar o arquivo e usar este software em outras maquinas fazendo o mesmo processo (sem ter que editar como você faria apenas na primeira).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Habilitando Remote Desktop através do Registro remotamente</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/habilitando-remote-desktop-atraves-do-registro-remotamente/</link>
      <pubDate>Wed, 18 Mar 2009 23:54:18 -0400</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/habilitando-remote-desktop-atraves-do-registro-remotamente/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O Título parece estranho, mas logo vão entender melhor…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há alguns dias eu precisei acessar uma máquina remotamente, porém para seguir as tradições de Murphy, as máquinas mais distantes estão sempre com a opção de Área de trabalho remota desabilitada. Então eu comecei a fuçar o registro e encontrei uma maneira. Vamos lá:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo é abrir o regedit na sua máquina local. Depois abra o menu arquivo e escolha &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/03/1.jpg&#34;&gt;“Conectar registro da rede”&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Selo Olha que blog maneiro</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/selo-olha-que-blog-maneiro/</link>
      <pubDate>Wed, 25 Feb 2009 20:16:38 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/selo-olha-que-blog-maneiro/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Acabei de ser indicado pelo site GotchaIT ao selo “Olha que blog maneiro”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este selo significa que este é um blog maneiro (que maravilha) e que a partir de agora devo seguir algumas regrinhas. Uma delas é indicar mais alguns blogs para o selo com o intuito de aumentar a publicidade e você sabe, é aquele famoso “meme”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 – Exiba a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro” Que você acabou de ganhar!!!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Bloqueando sites  na unha - Parte 1</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-na-unha/</link>
      <pubDate>Fri, 20 Feb 2009 17:32:22 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/bloqueando-sites-na-unha/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Essa dica é para você que tem um filho pequeno em casa, empregados espertinhos na sua pequena rede do trabalho, e precisa bloquear alguns sites de maneira rápida e fácil, sem muita complicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe um método mais “completo” de bloqueio de sites através do já citado aqui OpenDNS. Caso você não saiba do que eu estou falando e se interessou, basta acessar &lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/2008/12/07/voce-conhece-o-opendns/&#34;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora vamos ao que interessa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta dica, vou ensinar como bloquear sites através do próprio arquivo hosts de seu sistema operacional. que funciona de forma semelhante à um DNS, porém muito limitado, pois você não tem como colocar lá todos os endereços ip e todos os nomes de todos os sites da internet.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Procurando e guardando linhas de comando</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/procurando-e-guardando-linhas-de-comando/</link>
      <pubDate>Wed, 18 Feb 2009 21:59:08 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/procurando-e-guardando-linhas-de-comando/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você lida com linhas de comando no Linux, e não é necessariamente um ninja no assunto, vai gostar de conhecer o &lt;a href=&#34;http://www.commandlinefu.com/&#34;&gt;Command-line-fu&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/02/command-line_fu.jpg&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;command-line_fu&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2009/02/command-line_fu.jpg&#34; title=&#34;command-line_fu&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma verdadeira coleção de linhas de comando comentadas, onde você também pode registrar as suas e formar sua coleção de comandos favorita. Show!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&#34;http://shellcity.net/&#34;&gt;Shell City&lt;/a&gt; / &lt;a href=&#34;http://www.ovelho.com/&#34;&gt;O Velho&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Usando o Wget através de Proxy no Windows</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/usando-o-wget-atraves-de-proxy-no-windows/</link>
      <pubDate>Sun, 15 Feb 2009 00:20:11 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/usando-o-wget-atraves-de-proxy-no-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Essa dica tem origem em um problema que tive no meu trabalho ao precisar baixar o conteúdo de um site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meu trabalho, não tenho acesso de administrador à máquina que utilizo e pra piorar ainda existe um proxy para realizar a conexão com a internet. Estava eu aqui precisando baixar um site inteiro e pensando e pesquisando no google, juntando os resultados que obtive aqui e alí, encontrei uma forma para resolver o meu problema.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Utilizando o UNetbootin para criar discos de inicialização USB</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/utilizando-o-unetbootin-para-criar-discos-de-inicializacao-usb/</link>
      <pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:42:14 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/utilizando-o-unetbootin-para-criar-discos-de-inicializacao-usb/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esse guia demonstra como você pode criar discos de inicialização USB de várias distribuições Linux utilizando o UNetbootin, algo útil se você desejar instalar uma distribuição Linux em um computador sem drive de CD/DVD…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.howtoforge.com/creating-usb-startup-disks-from-various-linux-distributions-with-unetbootin&#34;&gt;http://www.howtoforge.com/creating-usb-startup-disks-from-various-linux-distributions-with-unetbootin&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: Linux Security&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Backup e restore em discos rígidos e partições com CloneZilla Live</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/backup-e-restore-em-discos-rigidos-e-particoes-com-clonezilla-live/</link>
      <pubDate>Mon, 26 Jan 2009 16:04:20 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/backup-e-restore-em-discos-rigidos-e-particoes-com-clonezilla-live/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esse tutorial demonstra como realizar backup e restore de discos rígidos e partições com o CloneZilla Live, um Live-CD Linux que contém diversas ferramentas para clonagem e backup, similar ao Norton Ghost…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.howtoforge.com/back-up-restore-hard-drives-and-partitions-with-clonezilla-live&#34;&gt;http://www.howtoforge.com/back-up-restore-hard-drives-and-partitions-with-clonezilla-live&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Unison: Ferramenta para sincronização de arquivos</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/unison-ferramenta-para-sincronizacao-de-arquivos/</link>
      <pubDate>Mon, 26 Jan 2009 16:03:05 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/unison-ferramenta-para-sincronizacao-de-arquivos/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O Unison é uma ferramenta para sincronização de arquivos Unix e Windows, permitindo a replicação de arquivos e diretórios gravados em diferentes hosts… Artigo disponibilizado pela UbuntuGeek…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.ubuntugeek.com/unison-file-synchronization-tool.html&#34;&gt;http://www.ubuntugeek.com/unison-file-synchronization-tool.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Configuração de Gateway, Iptables, Port Forwarding, DNS e DHCP no Ubuntu Server 8.10</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/configuracao-de-gateway-iptables-port-forwarding-dns-e-dhcp-no-ubuntu-server-810/</link>
      <pubDate>Thu, 22 Jan 2009 19:44:41 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/configuracao-de-gateway-iptables-port-forwarding-dns-e-dhcp-no-ubuntu-server-810/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;span onmouseout=&#34;_tipoff()&#34; onmouseover=&#34;_tipon(this)&#34;&gt;Então, você é um pão duro demais para comprar um roteador caro e quer fazer as coisas sozinho.&lt;/span&gt; Então você encontrou o tutorial correto! &lt;span onmouseout=&#34;_tipoff()&#34; onmouseover=&#34;_tipon(this)&#34;&gt;&lt;span class=&#34;google-src-text&#34; style=&#34;direction: ltr; text-align: left;&#34;&gt;Ele &lt;/span&gt;irá mostrar-lhe como configurar um roteador com Ubuntu 8.10 NAT, port fowarding, um servidor DNS e um servidor DHCP.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span onmouseout=&#34;_tipoff()&#34; onmouseover=&#34;_tipon(this)&#34;&gt;Configura no endereço: &lt;a href=&#34;http://www.howtoforge.com/nat-gateway-iptables-port-forwarding-dns-and-dhcp-setup-ubuntu-8.10-server&#34;&gt;http://www.howtoforge.com/nat-gateway-iptables-port-forwarding-dns-and-dhcp-setup-ubuntu-8.10-server&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Configuração para alta disponibilidade e balanceamento de carga com Perlbal/Heartbeat</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/configuracao-para-alta-disponibilidade-e-balanceamento-de-carga-com-perlbalheartbeat/</link>
      <pubDate>Thu, 22 Jan 2009 15:27:48 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/configuracao-para-alta-disponibilidade-e-balanceamento-de-carga-com-perlbalheartbeat/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esse artigo disponibilizado pela Howtoforge, explica como configurar o balanceamento de carga entre 2 nodes em uma configuração ativo/passivo com o Perlbal e o heartbeat no Debian Etch…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.howtoforge.com/setting-up-a-high-availability-load-balancer-with-perlbal-heartbeat-on-debian-etch&#34;&gt;http://www.howtoforge.com/setting-up-a-high-availability-load-balancer-with-perlbal-heartbeat-on-debian-etch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Dicas e truques Bash</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/dicas-e-truques-bash/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 04:09:20 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/dicas-e-truques-bash/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste documento, disponibilizado pelo ukuug.org, Simon Myers apresenta um conjunto de slides em formato contínuo contendo diversas dicas e truques úteis para a utilização do Bash…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.ukuug.org/events/linux2003/papers/bash_tips/&#34;&gt;http://www.ukuug.org/events/linux2003/papers/bash_tips/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Anatomia dos Malwares</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/anatomia-dos-malwares/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:55:34 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/anatomia-dos-malwares/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Os malwares têm sido uma grande ameaça para redes corporativas e PCs em geral. Espalhados por sites, e-mails, entre outras formas, causaram vários prejuízos em 2006. Em documento pdf para o Milw0rm, Nicolas Falliere discute mais sobre como os malwares funcionam, detalhando as funções de programas que roubam senhas…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.milw0rm.com/papers/133&#34;&gt;http://www.milw0rm.com/papers/133&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Dicas para administração do Apache</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/dicas-para-administracao-do-apache/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:52:56 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/dicas-para-administracao-do-apache/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em artigo para o seu blog, Erick Lubow discute mais sobre melhores formas de administrar o Apache, mostrando configurações para um melhor gerenciamento de logs, dicas de segurança, organização da estrutura de diretórios e como melhorar a performance do servidor…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://eric.lubow.org/blog/2007/system-administration/27/a-few-apache-tips/&#34;&gt;http://eric.lubow.org/blog/2007/system-administration/27/a-few-apache-tips/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>10 utilitários livres para armazenamento</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/10-utilitarios-livres-para-armazenamento/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:50:56 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/10-utilitarios-livres-para-armazenamento/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em artigo disponibilizado pelo ComputerWorld.com, Deni Connor apresenta 10 utilitários de armazenamento para gerenciar uma Storage-Area Network (SAN), monitorar e avaliar a privacidade de sua rede e mais…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://computerworld.com/action/article.do?command=viewArticleBasic&amp;amp;taxonomyName=security&amp;amp;articleId=9011725&amp;amp;taxonomyId=17&amp;amp;intsrc=kc_feat&#34;&gt;Confira aqui  &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Remover vírus do Windows usando pendrive com Linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/remover-virus-do-windows-usando-pendrive-com-linux/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:47:35 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/remover-virus-do-windows-usando-pendrive-com-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;ste artigo, disponibilizado pelo VivaOLinux.com.br, descreve a criação de um pendrive com boot usando Linux e antivírus para remover vírus em Windows de uma maneira muito fácil…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6160&#34;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6160&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O comando xargs</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-comando-xargs/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:44:57 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-comando-xargs/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Existe um comando, cuja função primordial é construir listas de parâmetros e passá-la para a execução de outros programas ou instruções. Este comando é o xargs e neste artigo, disponibilizado pelo Dicas-L.com.br, Júlio Neves demonstra sua utilização…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.dicas-l.com.br/cantinhodoshell/cantinhodoshell_20070226.php&#34;&gt;http://www.dicas-l.com.br/cantinhodoshell/cantinhodoshell_20070226.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Configuração de servidores DNS</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/configuracao-de-servidores-dns/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:41:48 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/configuracao-de-servidores-dns/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em artigo disponibilizado pelo Dicas-L.com.br, Rubens Queiroz de Almeida descreve detalhadamente os passos necessários para a configuração básica de um servidor DNS…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.dicas-l.com.br/sysadmin/sysadmin_20070314.php&#34;&gt;http://www.dicas-l.com.br/sysadmin/sysadmin_20070314.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Entendendo a Internet via rede elétrica</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/entendendo-a-internet-via-rede-eletrica/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:40:58 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/entendendo-a-internet-via-rede-eletrica/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Discutido há vários anos, o BPL – Broadband over Power Lines, ou PLC – Power Line Communications é nada mais que a injeção de sinais de alta frequência na fiação elétrica, ou seja, usando uma infra-estrutura já existente – e tudo isso possui seus prós e contras. Neste artigo, disponibilizado pelo Guia do Hardware.net, Júlio César Bessa Monqueiro descreve o funcionamento desse tipo de conexão à Internet, seu atual status e que benefícios pode trazer – em especial ao Brasil…&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Entendendo o IPV6</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/entendendo-o-ipv6/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:06:33 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/entendendo-o-ipv6/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A massiva popularização da web trouxe um problema grave, que é a escassez de endereços disponíveis. Chegamos então ao IPV6, que promete colocar ordem na casa, oferecendo uma faixa muito maior de endereços e uma migração suave a partir do padrão atual (IPV4). É ponto pacífico que o IPV6 vai ser adotado mais cedo ou mais tarde. Já existem projetos de uso em larga escala em países como o Japão, China e Coréia do Sul e a adoção tende a se acelerar rapidamente no decorrer dos próximos anos. Neste artigo, disponibilizado pelo Guia do Hardware.net, Carlos E. Morimoto fornece mais informações sobre o IPV6…&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Instalando e configurando um servidor FTP</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/instalando-e-configurando-um-servidor-ftp/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 03:04:59 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/instalando-e-configurando-um-servidor-ftp/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este artigo, disponibilizado pelo VivaOLinux.com.br, apresenta a instalação e configuração de um servidor FTP com proftpd, serviço essencial para quem trabalha com transferências de arquivos…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6348#&#34;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6348#&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Anatomia do Kernel Linux</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/anatomia-do-kernel-linux/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:28:01 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/anatomia-do-kernel-linux/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O Kernel Linux é o centro de um grande e complexo sistema operacional. Ao mesmo tempo em que ele é enorme, é extremamente bem organizado no que diz respeito a subsistemas e camadas. Nesse artigo, disponibilizado pela IBM, o autor explora a estrutura geral do Kernel Linux e descreve seus subsistemas e interfaces principais…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-linux-kernel/?S_TACT=105AGX59&amp;amp;S_CMP=GR&amp;amp;ca=dgr-lnxw06LKernalAnatomy&#34;&gt;http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-linux-kernel/?S_TACT=105AGX59&amp;amp;S_CMP=GR&amp;amp;ca=dgr-lnxw06LKernalAnatomy&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Redirecionamento X11 usando SSH</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/redirecionamento-x11-usando-ssh/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:25:57 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/redirecionamento-x11-usando-ssh/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esse artigo, disponibilizado pela Linux-Tip, demonstra como utilizar o SSH para redirecionar suas conexões X11 de forma mais segura. Além disso, o autor explica como executar diversas aplicações Linux em clientes Windows XP utilizando o PuTTY e o X-Deep/32…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.linux-tip.net/cms/content/view/302/26/&#34;&gt;http://www.linux-tip.net/cms/content/view/302/26/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Servidor proxy (Squid)</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/servidor-proxy-squid/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:21:59 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/servidor-proxy-squid/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Um servidor proxy é uma peça importante em uma rede interna que tenha contato com outra pública, pois implementa uma série de facilidades e controles. Ao final do artigo você será capaz de instalar e configurar o servidor proxy (Squid), além de fazê-lo atuar como proxy transparente… Disponibilizado pelo VivaOLinux…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6533&#34;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6533&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conceitos sobre tipos, utilização e gerenciamento de backups</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/conceitos-sobre-tipos-utilizacao-e-gerenciamento-de-backups/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:19:08 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/conceitos-sobre-tipos-utilizacao-e-gerenciamento-de-backups/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje é impossível pensar em uma empresa que não tenha backup, independente se for pequena, média ou grande. Neste artigo, enviado ao Dicas-L.com.br, Renato José Rudnicki fornece explicações sobre o que é um backup, quais os tipos, mídias usadas e alguns conceitos importantes…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20070427.php&#34;&gt;http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20070427.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Permissões de compartilhamento Samba</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/permissoes-de-compartilhamento-samba/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:18:19 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/permissoes-de-compartilhamento-samba/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O software Samba é uma implementação open source de protocolos de rede para compartilhar arquivos entre cumputadores UNIX/Linux e Windows. Este artigo, enviado ao cyberciti.biz, ensina a trabalhar com as permissões de acesso aos compartilhamentos Samba…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.cyberciti.biz/tips/how-do-i-set-permissions-to-samba-shares.html&#34;&gt;http://www.cyberciti.biz/tips/how-do-i-set-permissions-to-samba-shares.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>10 dicas sobre shell que você ainda não conhece</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/10-dicas-sobre-shell-que-voce-ainda-nao-conhece/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:16:55 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/10-dicas-sobre-shell-que-voce-ainda-nao-conhece/</guid>
      <description>&lt;p&gt;A VentureCake disponibilizou uma lista de 10 dicas sobre shell, prometendo serem desconhecidas, mas extremamente úteis!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.venturecake.com/10-linux-shell-tricks-you-dont-already-know-for-once/&#34;&gt;http://www.venturecake.com/10-linux-shell-tricks-you-dont-already-know-for-once/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>sshfs: Montando sistemas de arquivos remotos de forma segura</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sshfs-montando-sistemas-de-arquivos-remotos-de-forma-segura/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:16:01 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sshfs-montando-sistemas-de-arquivos-remotos-de-forma-segura/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esse tutorial, disponibilizado pelo CyberCiti, descreve a instalação do FUSE e a utilização do sshfs para a montagem remota de sistemas de arquivos de forma mais segura em seu sistema Linux…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.cyberciti.biz/tips/rhel-centos-mounting-remote-filesystem-using-sshfs.html&#34;&gt;http://www.cyberciti.biz/tips/rhel-centos-mounting-remote-filesystem-using-sshfs.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O que é Shell Script</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-que-e-shell-script/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:14:21 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-que-e-shell-script/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Devido a perguntas como “O que é Shell Script?” e “Como programar em Shell Script?”, Jefferson Virgilio resolveu escrever esta introdução, afim de esclerecer algumas dúvidas de usuários iniciantes. Disponibilizado pelo VivaOLinux.com.br…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6293&#34;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6293&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Tutorial Netcat</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/tutorial-netcat/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:13:31 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/tutorial-netcat/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Netcat é uma ferramenta usada para ler e escrever dados em conexões de rede usando o protocolo TCP/IP. Dada sua grande versatilidade, o Netcat é considerado pelos hackers o canivete suíço do TCP/IP, podendo ser usado para fazer desde portscans até ataques brute force. Este artigo, disponibilizado pelo VivaOLinux.com.br, apresenta as funções do famoso Netcat…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6298&#34;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6298&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ferramentas Linux de monitoramento de banda</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/ferramentas-linux-de-monitoramento-de-banda/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:13:00 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/ferramentas-linux-de-monitoramento-de-banda/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Largura de banda, na computação, refere-se à taxa de dados suportada pela conexão de rede ou interface. Mais comumente expressados em bits por segundo (bps). Este artigo, disponibilizado pelo UbuntuGeek.com, fornece breves descrições e links para ferramentas de monitoramento de banda para sistemas Linux…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://www.ubuntugeek.com/bandwidth-monitoring-tools-for-linux.html&#34;&gt;http://www.ubuntugeek.com/bandwidth-monitoring-tools-for-linux.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Implementando um servidor DHCP</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/implementando-um-servidor-dhcp/</link>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2008 22:12:02 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/implementando-um-servidor-dhcp/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em uma rede de grande porte onde existem muitas estações que necessitam do serviço de TCP/IP, para facilitar o trabalho do administrador de redes, usa-se um servidor DHCP, onde a distribuição de IPs é automática a partir de um IP base que é configurado pelo administrador neste servidor. Neste artigo, disponibilizado pelo VivaOlinux.com.br, Eliseu Ribeiro Cherene Viana trata as principais funções de configuração do dhcpd, com definição de IPs fixos para computadores definidos pelo endereço MAC e outras opções….&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Relato sobre o Suporte Dell</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/relato-sobre-o-suporte-dell/</link>
      <pubDate>Wed, 17 Dec 2008 22:07:43 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/relato-sobre-o-suporte-dell/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Eu sempre fui apaixonado por máquinas Dell. As máquinas têm excelente performance, estabilidade, estrutura, e praticidade para técnicos que assim como eu precisam mecher no hardware destas máquinas, onde geralmente você não precisa de uma única ferramenta para abrir. A estrutura interna é totalmente modular e muito bem estruturada para melhorar a ventilação interna e facilitar a manutenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa que sempre me chamou muita atenção é o Suporte. Ao ligar para o suporte da Dell, você é sempre muito bem atendido, e percebe que o atendente é alguém realmente qualificado (diferente de muitas empresas do ramo) e que está sempre disposto a te ajudar a resolver o seu problema. Além disto quando o problema é no hardware do seu equipamento, ou você não é apto o suficiente para mecher na máquina, geralmente em 24 horas eles encaminham um técnico para trocar a peça em questão ou fazer o que for preciso no sistema.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O que travou o meu Windows !?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/o-que-travou-o-meu-windows/</link>
      <pubDate>Wed, 17 Dec 2008 21:13:14 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/o-que-travou-o-meu-windows/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Vocês sabiam que a maioria esmagadora das “travadas” (crash) do seu windows são por causa de drives defeituosos? E como saber qual deles foi o culpado? Simples, com o &lt;a href=&#34;http://www.resplendence.com/whocrashed&#34;&gt;WhoCrashed&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2008/12/whocrashed_screen.jpg&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;whocrashed_screen&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://ricardomartins.com.br/wp-content/uploads/2008/12/whocrashed_screen.jpg&#34; title=&#34;whocrashed_screen&#34;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O WhoCrashed mostra os drives que vem travando seu computador com um único clique, fazendo uma análise “post-mortem” dos dados coletados no momento do “crash”. É a promessa de acabar com o mistério!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&#34;http://shellcity.net/&#34;&gt;Shell City&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Comandos do Windows para segurança e análise do sistema</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/comandos-do-windows-para-seguranca-e-analise-do-sistema/</link>
      <pubDate>Wed, 17 Dec 2008 21:06:29 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/comandos-do-windows-para-seguranca-e-analise-do-sistema/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje vou compartilhar com vocês alguns comandos que permitem que analistas de suporte possam manter um diagnóstico bem mais amplo do sistema. Os comandos devem ser executados em modo de console. (Menu iniciar &amp;gt; Executar &amp;gt; escreva”cmd” ou “command” &amp;gt; enter ou ok).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Interagindo com o gerenciador de tarefas do windows.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exibir todos os serviços que estão interagindo com os processos (cada serviço do windows deve estar dentro de um processo e os processos possuem um ou varios serviços), isso ajuda a saber as interações entre eles.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Configurando o Modem BandLuxe C120 (3G) no Ubuntu</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/configurando-o-modem-bandluxe-c120-3g-no-ubuntu/</link>
      <pubDate>Tue, 16 Dec 2008 01:12:33 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/configurando-o-modem-bandluxe-c120-3g-no-ubuntu/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hoje vou postar sobre como configurar o Modem BandLuxe C120 no Ubuntu.Eu tenho o Velox 3G há cerca de 3 meses, e até então ainda não tinha conseguido configurar o modem acima no meu Ubuntu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisei bastante na internet, cheguei a ver sobre o &lt;a href=&#34;http://smartconnect3g.wordpress.com/&#34;&gt;SmartConnect&lt;/a&gt;, porém este modelo não é suportado. Quando estava quase desistindo, botei o tico e teco para funcionar e a solução está nas linhas abaixo…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Windows me deu a dica para resolver essa…&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Você conhece o OpenDNS ?</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/voce-conhece-o-opendns/</link>
      <pubDate>Sun, 07 Dec 2008 19:20:55 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/voce-conhece-o-opendns/</guid>
      <description>&lt;p&gt;O OpenDNS é um serviço de dns gratuito, aberto e seguro. Eu utilizo na minha casa para melhorar a velocidade da conexão, mas estes dias eu fui até o site deles para dar uma pesquisada melhor sobre o serviço e descobri que diferente dos servidores DNS oferecidos pelos provedores em geral (onde normalmente são apenas o serviço básico de consulta de endereços e nada mais), o OpenDNS vai muito além disto, pois oferece recursos adicionais que protegem a conexão.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Dicas de comandos do VI</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/dicas-de-comandos-do-vi/</link>
      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:51:29 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/dicas-de-comandos-do-vi/</guid>
      <description>&lt;div class=&#34;entry&#34;&gt;Para quem não conhece, o VI é um poderoso editor de textos do sistema Unix. Muito útil na manipulação de arquivos de log e criação de scripts. Neste post, estarei passando algumas dicas de utilização do VI que pra mim foi muito útil conhecer, então estou repassando…
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inserção de caracteres:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;i – insere texto antes do caracter atual.&lt;br&gt;
I – insere texto no início da linha atual.&lt;br&gt;
a – insere texto após o caracter atual.&lt;br&gt;
A – insere texto no final da linha atual.&lt;br&gt;
o – insere texto no início da próxima linha (inserindo uma nova linha).&lt;br&gt;
O – insere texto no início da linha anterior (inserindo uma nova linha).&lt;br&gt;
OBS: Para sair do modo de inserção de caracteres, digite &amp;lt;ESC&amp;gt;.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Aprenda Perl em 21 dias</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/aprenda-perl-em-21-dias/</link>
      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:50:00 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/aprenda-perl-em-21-dias/</guid>
      <description>&lt;p&gt;No endereço &lt;a href=&#34;http://wwwacs.gantep.edu.tr/docs/perl-ebook/&#34;&gt;http://wwwacs.gantep.edu.tr/docs/perl-ebook/&lt;/a&gt;, existe um tutorial que certamente pode te ajudar bastante. É claro que se você não conhece muito sobre programação, você não vai aprender Perl em 21 dias conforme o título sugere, mas dá pra você começar a ter umas boas noções. Confira!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Verificando o arquivo mais recente</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/verificando-o-arquivo-mais-recente/</link>
      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:49:24 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/verificando-o-arquivo-mais-recente/</guid>
      <description>&lt;div class=&#34;entry&#34;&gt;Hoje estava eu aqui testando uns shell scripts, e descobri uma forma de verificar qual o arquivo de log mais recente criado em um diretório.
&lt;p&gt;Basta você executar:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;code&gt;$ ls -1rtd /home/pasta/* | tail -1&lt;/code&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se quiser testar, entre no seu /home, e crie 4 arquivos, por exemplo, arq1, arq2, arq3 e arq4, com algum intervalo entre o tempo de criação de cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois execute:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;code&gt;$ cd ~&lt;/code&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;code&gt;$ ls -1rtd * | tail -1&lt;/code&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Matando processos por usuário</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/matando-processos-por-usuario/</link>
      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:48:13 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/matando-processos-por-usuario/</guid>
      <description>&lt;div class=&#34;entry&#34;&gt;Essa é uma dica rápida para matar todos os processos de um usuário de uma vez só.
&lt;p&gt;Basta executar:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;code&gt;$ ps -efu$USER | awk &#39;{print $2}&#39; | xargs -i bash -c &amp;quot;echo matando {};kill -TERM {}&amp;quot;&lt;/code&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora explicando…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comando “ps -efu$USER” vai mostrar todos os processos iniciados pelo usuário que você está usando. (Para verificar qual é este usuário, usa-se o comando “whoami” ou o comandi “id”).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;code&gt;$ ps -efu$USER&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/br&amp;gt;USER PID %CPU %MEM VSZ RSS TTY STAT START TIME COMMAND&lt;/code&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Atalhos da linha de comando (set -o emacs)</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/atalhos-da-linha-de-comando-set-o-emacs/</link>
      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:45:31 -0500</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/atalhos-da-linha-de-comando-set-o-emacs/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Teclas de Atalho do BASH&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Histórico:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CTRL + P: equivale a seta para cima&lt;br&gt;
CTRL + N: equivale a seta para baixo&lt;br&gt;
CTRL + R: Busca por uma linha de forma descendente&lt;br&gt;
CTRL + S: Busca por uma linha de forma ascendente&lt;br&gt;
CTRL + J: Finaliza busca&lt;br&gt;
CTRL + G: Aborta a busca e retorna a linha original&lt;br&gt;
ALT + CTRL + Y: Mostra argumentos do último comando&lt;br&gt;
ALT + .: Mostra o último argumento do último comando&lt;br&gt;
ALT + _: Mostra o último argumento do último comando&lt;br&gt;
ALT + &amp;gt;: Busca pelos últimos argumentos&lt;br&gt;
ALT + &amp;lt; + &amp;gt;: “Cola o último argumento buscado e inicia nova busca&lt;br&gt;
!$: imprime na tela a última palavra do comando anterior&lt;br&gt;
!!: equivale ao CTRL + P +&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conheça o Microsoft Diagnostics and Recovery Toolset – DaRT 7.0 (Beta)</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/conheca-o-microsoft-diagnostics-and-recovery-toolset-dart-7-0-beta/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/conheca-o-microsoft-diagnostics-and-recovery-toolset-dart-7-0-beta/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Por &lt;a href=&#34;http://marcelomatias.wordpress.com/&#34;&gt;Marcelo Matias&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você já se deparou com algum problema onde foi preciso fazer a reinstalação do Windows para recuperar a máquina? Tela azul, arquivos corrompidos, volume danificado, hotfix que não pôde ser removido, malware persistente, driver ou serviço corrompido… Quanto tempo o seu cliente fica sem trabalhar quando um problema desses ocorre?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você infelizmente já passou por essa situação saiba que existe uma ferramenta da Microsoft feita especialmente para você: chama-se Diagnostics and Recovery Toolset (DaRT).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Criando uma VM Linux (Ubuntu) pelo Azure CLI</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/criando-uma-vm-linux-ubuntu-pelo-azure-cli/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/criando-uma-vm-linux-ubuntu-pelo-azure-cli/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Apenas compartilhando um vídeo que eu fiz mostrando como criar uma VM Linux (Ubuntu) pelo Azure CLI. No vídeo é explicado passo a passo do processo, no entanto vou colocar abaixo os comando executados para caso você queira testar, possa copiar e colar os comandos e ganhar tempo:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#34;highlight&#34;&gt;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34; class=&#34;chroma&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-bash&#34; data-lang=&#34;bash&#34;&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;az login
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;az group create -n mylab -l brazilsouth
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#34;line&#34;&gt;&lt;span class=&#34;cl&#34;&gt;az vm create --resource-group mylab --name mylabvm --image UbuntuLTS --generate-ssh-keys
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Importante comentar que é necessário ter o Azure CLI instalado e uma assinatura do Azure válida. Caso precise instalar o Azure CLI, &lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/pt-br/cli/azure/install-azure-cli&#34;&gt;aqui está o link &lt;/a&gt;com o tutorial e para criar uma assinatura do Azure gratuitamente, &lt;a href=&#34;https://azure.microsoft.com/pt-br/free/&#34;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Projetos</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/projetos/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/projetos/</guid>
      <description>Projetos e contribuições</description>
    </item>
    <item>
      <title>Saiba mais sobre o Azure Container Instance</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/saiba-mais-sobre-o-azure-container-instance/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/saiba-mais-sobre-o-azure-container-instance/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Nesta semana foi lançado o Azure Container Instance, que é uma excelente opção para rodar containers no Azure de forma simples e rápida, sem ter que se preocupar com provisionamento de máquina virtual e requisitos relacionados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então eu preparei um vídeo mostrando como usar e você pode conferir abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;script async=&#34;&#34; id=&#34;asciicast-131745&#34; src=&#34;https://asciinema.org/a/131745.js&#34; type=&#34;text/javascript&#34;&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;Para mais referências, abaixo alguns links onde você pode ler e se aprofundar mais sobre o assunto:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://azure.microsoft.com/en-us/blog/announcing-azure-container-instances/&#34;&gt;https://azure.microsoft.com/en-us/blog/announcing-azure-container-instances/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/container-instances-overview&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/container-instances-overview&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/container-instances-quickstart&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/container-instances-quickstart&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/container-instances-orchestrator-relationship&#34;&gt;https://docs.microsoft.com/en-us/azure/container-instances/container-instances-orchestrator-relationship&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://regularitguy.com/2017/08/01/azure-container-instances-demo/&#34;&gt;https://regularitguy.com/2017/08/01/azure-container-instances-demo/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;https://thenewstack.io/azure-container-instances-proof-microsoft-innovating-containers/&#34;&gt;https://thenewstack.io/azure-container-instances-proof-microsoft-innovating-containers/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://www.infoworld.com/article/3212211/containers/what-is-aci-microsofts-azure-container-instances-explained.html&#34;&gt;http://www.infoworld.com/article/3212211/containers/what-is-aci-microsofts-azure-container-instances-explained.html&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sobre</title>
      <link>http://ricardomartins.com.br/sobre/</link>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>http://ricardomartins.com.br/sobre/</guid>
      <description>Sobre Ricardo Martins</description>
    </item>
  </channel>
</rss>
