Guerreiros da Internet - IP pela Paz

Produzido por Tomas Stephanson e Monte Reid – ERICSSON Medialab Site oficial: Warriors of The Net Idioma: Inglês | Legendas em português Tempo: 12:49 Texto do vídeo Manuscrito escrito por Tomas Stephanson, Monte Reid, translation to portuguese by Leonel Morgado Fonte: http://www.abusar.org/tcp-ip3.html Guerreiros da Internet Pela primeira vez na História, as pessoas e as máquinas trabalham em conjunto, tornando um sonho realidade. Um força congregadora que não conhece fronteiras geográficas. Sem olhar à etnia, religião ou raça. Uma nova era, onde a comunicação verdadeiramente une as pessoas. ...

10 de abril de 2009 · 6 minutos · Ricardo Martins

Como cancelar realmente uma impressão

Acontece muito, sabe quando quer cancelar um documento e ele fica horas para desaparecer da fila de impressão? Depois de reiniciar ele continua lá, quando não sai imprimindo tudo em várias folhas, você fica doido com aquela situação, gastando tinta e papeis, da vontade jogar a impressora fora? Como gosto de dizer esta frase: Seus problemas acabaram! Pelo menos para quem usa o Windows XP. Vá ao Iniciar / Executar, escreva cmd e tecle Enter, com este comando abrirá uma janela/Prompt do DOS. Agora escreva os comandos na sequência demonstrada abaixo: ...

10 de abril de 2009 · 1 minuto · Ricardo Martins

Ataques brute force utilizando o Hydra

Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução Senhas são o ponto mais fraco em qualquer sistema de segurança. Isso acontece porque geralmente as senhas são definidas por seus usuários: pessoas que não tem idéia de como é fácil adivinhá-las e escolhem como senhas o nome da esposa/marido, o nome do cachorro, a data de casamento/nascimento, entre outros. Senhas que não usem caracteres especiais, números, letras maiúsculas e minúsculas, tenham uma quantidade grande de caracteres (com no mínimo 8 caracteres, por exemplo), correm o risco de serem quebradas por ataques de dicionário, também conhecidos como brute force. ...

10 de abril de 2009 · 7 minutos · Ricardo Martins

Quebrando senhas do Windows e do Linux com John The Ripper

Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução Senhas, como já sabemos, são o ponto mais fraco de qualquer sistema de segurança pois geralmente são definidas por pessoas que não são devidamente instruídas e não imaginam que senhas fracas podem ser quebradas em, dependendo de quão fraca, menos de 10 minutos. Por isso deve-se definir regras básicas sempre que se trabalha com senhas: Definir um tamanho mínimo de senhas de 8 ou 10 caracteres Utilizar letras maiúsculas e minúsculas Utilizar caracteres especiais como * / = ! @, etc. Utilizar números Fazer com que estas senhas sejam trocadas em intervalos de tempo curtos (o intervalo é definido por você, mas no máximo a cada 20 dias é uma boa média para senhas fortes) Definir a quantidade de senhas já utilizadas que não poderão ser reaproveitadas. Por exemplo, o usuário não poderá trocar a senha atual por uma que ele já tenha utilizado há 5 trocas atrás. Educar os usuários para que eles não contem as senhas para ninguém Educar os usuários para que não anotem as senhas em lugar nenhum Tomando estas providências extremamente simples pode-se impedir que algum atacante consiga quebrar a senha utilizando força bruta (com programas como Hydra ou o John The Ripper, o qual será abordado mais adiante) ou engenharia social. Mesmo que a senha consiga ser quebrada, é provável que esta já não seja mais válida, pois de acordo com sua política o usuário já a trocou, ou seja, o atacante precisará iniciar todo o processo novamente. ...

10 de abril de 2009 · 15 minutos · Ricardo Martins

10 coisas que você deve fazer antes de conectar seu Linux à Internet

Este texto é uma tradução. O texto original está disponível no site http://www.builderau.com.au/program/linux/soa/10_things_you_should_do_to…?feed=rss Não coloquei algumas partes do texto nas quais o autor focava muito no Mandriva. Tentei deixar o texto um pouco generalizado, podendo ser usado para qualquer distribuição que você queira. Finalidade O Linux, assim como o Windows, é apenas um sistema operacional. Quando falo com colegas que estão usando o Linux pela primeira vez, esta é a primeira coisa que deixo clara. O Linux não é uma varinha de condão que pode ser utilizada para resolver todos os problemas da informática. O Linux tem vários problemas, assim como o Windows. Não há um sistema operacional perfeito ou completamente seguro. Essa máquina vai ser um servidor ou uma estação de trabalho? Pensando nisso, vários problemas são evitados. ...

10 de abril de 2009 · 6 minutos · Ricardo Martins

O IPv6

Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução O IP foi criado na década de 70 para ser utilizado na ARPANet. Seus primeiros desenvolvedores foram Vinton Cerf (http://en.wikipedia.org/wiki/Vinton_Cerf) e Bob Kahn (http://en.wikipedia.org/wiki/Bob_Kahn). De lá pra cá, o uso do IP aumentou exponencialmente, tornando-o o protocolo padrão para as redes atuais. Embora tenham existido tentativas para desenvolver e popularizar outros protocolos mais bem estruturados (como o OSI – Open Systems Interconnection), estes não obtiveram tanto sucesso quanto o IP (e os outros protocolos do conjunto). Hoje em dia, praticamente não se vê outro protocolo em uso no lugar do IP (talvez, a alternativa mais conhecida, porém já em desuso há alguns anos, é o IPX da Novell). ...

10 de abril de 2009 · 11 minutos · Ricardo Martins

Honeypots

Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução aos honeypots Honeypots são uma forma barata e simples de detectar atividades ilícitas na sua rede. Sua principal função é ser atacado (por pessoas, por vírus, por worms, etc), scaneado ou invadido para assim adquirir informações para que você consiga se proteger de forma mais eficiente conhecendo como seus hosts podem ser atacados. O conceito é simples: um honeypot não tem nenhum propósito de produção (não tem nenhum serviço real, não deve receber nenhuma conexão, ninguém deve interagir com ele), portanto qualquer interação com um honeypot é possivelmente uma atividade ilícita (proposital ou não). Por esse motivo, os honeypots tem um baixo número de falso-positivo e geram pouco log, facilitando a leitura e fazendo com que o administrador detecte ataques com mais facilidade. ...

10 de abril de 2009 · 7 minutos · Ricardo Martins

VPN com FreeS/WAN

Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução O FreeS/WAN é uma das várias implementações do IPSec (Internet Protocol Security) e IKE (Internet Key Exchange) para GNU/Linux. Utilizando estes dois serviços, você pode fazer um túnel seguro entre duas redes distantes com seus dados passando por redes inseguras (como a Internet). O IPSec consegue fazer com que os dados trafeguem de modo seguro através de uma rede insegura, pois tudo o que passará por este túnel é criptografado pelo gateway com IPSec instalado e só é descriptografado na outra ponta. No gateway que conhece a chave para realizar a descriptografia. Assim, você consegue estabelecer uma VPN (Virtual Private Network) entre vários locais diferentes, utilizando a Internet, de forma bastante segura. ...

10 de abril de 2009 · 9 minutos · Ricardo Martins

Instalando programas no Linux

Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução A instalação de aplicativos no GNU/Linux é um dos pontos que mais causam confusão nos iniciantes por ser um pouco diferente. Para fazer a instalação, nós temos 3 opções: o RPM (para distribuições baseadas na Red Hat como Fedora, Conectiva), a instalação através de código fonte (arquivos .tar.gz, .tar.bz2, etc), sendo que estes independem de distribuição e o apt-get, criado pela Debian.Vou tratar cada uma delas separadamente para que eu possa esclarecer as particularidades de cada uma. ...

10 de abril de 2009 · 8 minutos · Ricardo Martins

Tudo sobre o SSH

Autor: Pedro Augusto de O. Pereira / http://augusto.pedro.googlepages.com/ Introdução Administrar máquinas remotamente é uma coisa extremamente comum não só nos últimos anos, mas desde que a Internet foi concebida. No início, existiam algumas opções para administrar remotamente uma máquina: Telnet: o Telnet (Teletype Network) é, talvez, a opção mais conhecida para este tipo de tarefa. Desenvolvido em 1969, é um protocolo de camada de Aplicação e está disponível para praticamente qualquer plataforma que você necessite. Utiliza a porta 23/TCP. Atualmente já caiu em desuso e sua utilização para interagir com qualquer tipo de host (em qualquer rede) é extremamente desencorajada, já que há opções melhores e mais seguras disponíveis atualmente, entretanto alguns dispositivos como switches e roteadores ainda permitem que o acesso ao seu console seja feito utilizando o Telnet (a grande maioria disponibiliza apenas o Telnet, porém alguns roteadores mais novos já permitem o uso do SSH). O protocolo está especificado na RFC 854. RSH: O RSH (Remote Shell) tem um papel muito parecido com o do Telnet, porém foi feito exclusivamente para funcionar em sistemas Unix-like (como o 4.2BSD), em 1983. Ele lida melhor com a transferência do output do shell entre os hosts, sendo uma melhor opção que o antigo Telnet. Também não foi desenvolvido pensando na segurança: não criptografa nenhum dos dados transmitidos pela conexão estabelecida por ele. Utiliza a porta 514 do protocolo TCP. Ele é apenas parte de uma suíte de ferramentas utilizadas para interagir com um determinado host remotamente. Outros exemplos de ferramentas na suíte são rcp, rlogin. Você encontra mais informações sobre estes comandos neste site (em inglês). Estas primeiras soluções eram um bom auxílio, mas representavam muitos riscos aos administradores que as utilizavam já que não ofereciam nenhum tipo de segurança. Por exemplo, todas as senhas utilizadas no processo de login eram enviadas em texto plano, sem cifragem nenhuma. Isso, obviamente, facilita muito a vida do atacante cuja única dificuldade é sniffar o tráfego entre o administrador que utiliza a ferramenta e o servidor onde ele irá se logar. ...

10 de abril de 2009 · 8 minutos · Ricardo Martins