Orquestração Multi-Agentes: Correlacionando AKS e Azure OpenAI

Até aqui, a série construiu duas coisas separadas: no post 1, um agent que fala com AKS via aks-mcp para diagnosticar o cluster; nos posts 2 e 3, um watchdog que observa o consumo de TPM no Azure OpenAI e decide o quão urgente um alerta deve ser. Os dois funcionam isoladamente, e isolados já entregam valor. Mas, separados, eles também deixam sem resposta a pergunta mais óbvia de todas: quando o consumo de tokens dispara do nada, a primeira coisa que qualquer SRE pergunta é “alguém fez deploy?”. Hoje essa resposta ainda é manual, alguém olhando o alerta do watchdog em uma aba e o dashboard do AKS em outra. ...

21 de julho de 2026 · 7 minutos · Ricardo Martins

Platform Engineering no Azure: construindo um Internal Developer Platform com AKS e Bicep (Parte 1)

Você já implementou SLIs, SLOs e Error Budgets, automatizou resposta a incidentes, validou resiliência com Engenharia de Caos e até conduziu investigações cross-cloud. Mas quando um novo desenvolvedor entra no time e precisa provisionar um ambiente completo para começar a codar, quanto tempo leva? Dias? Semanas? Se a resposta for mais que minutos, você tem um problema de plataforma. Platform Engineering é isso: criar uma camada de abstração para que desenvolvedores trabalhem com autonomia sem virar especialistas em infraestrutura. Em vez de abrir ticket para o time de DevOps pedindo “um cluster com banco e fila”, o desenvolvedor entra num portal self-service, escolhe um template e, em minutos, tem um ambiente completo dentro dos padrões da organização. ...

13 de julho de 2026 · 10 minutos · Ricardo Martins

MCP e Agentes de IA 101 para Engenheiros de Infraestrutura

Em algum momento nos últimos meses, alguém do seu time apareceu falando sobre um “AI agent” ou um “MCP server” e pediu acesso, um deploy ou uma explicação para o CISO sobre por que agora existe um processo não determinístico com permissão para encostar no cluster de produção. Este post é o modelo mental que eu gostaria de ter tido antes de tocar nisso pela primeira vez. Sem hype e com um exemplo real rodando no Azure ao longo do caminho. ...

1 de julho de 2026 · 13 minutos · Ricardo Martins

Infrastructure as Code para AI: automatizando GPU clusters

Quinto post da série. No anterior, entramos no detalhe da GPU. Agora é hora de automatizar o que fica ao redor dela. Entender GPU é metade do trabalho. Provisionar tudo isso de forma consistente, repetível e auditável é a outra metade. tl;dr: IaC em AI não é capricho. É o que evita SKU errado, drift, cluster caro esquecido e pipeline sem trilha de auditoria. O typo de $4.000 Imagina o cenário: você provisiona um cluster GPU manualmente em East US 2 pra um experimento de ML. AKS com node pool Standard_NC6s_v3, accelerated networking, drivers NVIDIA, taints corretos. Leva quase um dia, mas funciona. ...

9 de maio de 2026 · 8 minutos · Ricardo Martins

Compute para AI: escolhendo o hardware certo (e conectando ele direito)

Terceiro post da série onde traduzo AI pra linguagem de quem vive infraestrutura. No post anterior, falamos do gargalo escondido de storage. Hoje a conversa é sobre compute. A diferença não está em comprar a GPU mais cara da prateleira. Está em escolher a GPU certa e ligar tudo do jeito certo. tl;dr: Em AI, escolher compute é escolher workload, memória e interconexão. GPU errada ou rede errada faz você pagar caro pra terminar mais devagar. ...

1 de maio de 2026 · 12 minutos · Ricardo Martins