De Script a Agente: Dando Autonomia de Decisão ao Watchdog

No post anterior, o watchdog de quota do Azure OpenAI era um script com if pct_of_tpm > 0.8: alert. Funciona, mas carrega um problema que qualquer pessoa que já configurou alerta de monitoramento conhece de cor: threshold fixo não entende contexto. Um batch job que sempre consome 90% de TPM por 10 minutos no fechamento do mês e depois volta ao normal é, para o script, o mesmo evento que algum agent solto no ambiente entrando em loop e queimando tokens sem parar. Os dois cruzam o mesmo threshold; só um deles merece acordar alguém. ...

14 de julho de 2026 · 7 minutos · Ricardo Martins

Postmortems no Azure: automação com Azure DevOps e métricas de aprendizado (Parte 2)

Na Parte 1, falamos de cultura blameless, template de postmortem, queries KQL e automação com Logic Apps. Aqui, o foco é ligar o postmortem ao fluxo de engenharia: Azure DevOps, métricas de eficácia, cenários avançados e reuniões de revisão. tl;dr: O postmortem sem rastreamento vira documento esquecido. Ligue ao Azure DevOps para action items, use Workbooks para métricas de eficácia e vincule ao Error Budget para decidir congelamento de deploys. Integrando postmortems com Azure DevOps O Azure DevOps é o lugar natural para rastrear action items de postmortems. A chave é conectar os insights do postmortem diretamente ao backlog de engenharia. ...

13 de julho de 2026 · 10 minutos · Ricardo Martins

Postmortems no Azure: análise pós-incidente blameless com Azure Monitor (Parte 1)

Você já automatizou alertas e runbooks, definiu SLIs, SLOs e Error Budgets e validou resiliência com Engenharia de Caos. Mas quando o incidente termina, o que acontece? Na maioria das organizações, nada. O alerta é resolvido e todo mundo segue a vida. Até o mesmo problema voltar. Sem uma análise pós-incidente decente, a organização repete os mesmos erros. O postmortem blameless transforma falhas em aprendizado e evita que incidentes recorrentes continuem corroendo seu Error Budget. ...

13 de julho de 2026 · 11 minutos · Ricardo Martins

Construindo um Watchdog 429 Determinístico para Azure OpenAI

No post anterior eu expliquei o que é MCP e como um agent decide sozinho a sequência de chamadas a partir das tools que tem disponíveis. Agora vamos construir um caso de uso real, pequeno o bastante para terminar em um fim de semana: um MCP server que observa o consumo de tokens do seu deployment de Azure OpenAI / AI Foundry e avisa no Slack ou por email antes do 429 acontecer. Não depois, quando o cliente já engoliu o erro em produção. ...

8 de julho de 2026 · 8 minutos · Ricardo Martins